quarta-feira, 18 de julho de 2012

Otosclerose - cirurgia para recuperar a audição - Notícia da Espanha


Canarias realiza la primera operación en España capaz de curar la sordera

La técnica consiste en un implante desarrollado por ingenieros isleños


Canarias ha realizado con éxito la primera intervención en España con una nueva cirugía que permite recobrar la audición a pacientes sordos afectados por otoesclerosis, una enfermedad caracterizada por el crecimiento óseo en el oído medio que merma progresivamente la capacidad auditiva.
La operación, que tuvo lugar en el Hospital Universitario Insular de Gran Canaria la pasada semana se practicó a una paciente canaria de 56 años y es la primera de un ensayo clínico que llevará al quirófano a cuatro personas afectadas por esta patología, en principio las autorizadas hasta ahora por el Ministerio de Sanidad.
Otras dos mujeres, una de Gran Canaria y la otra de Santander, ya han sido seleccionadas para ser intervenidas, según explicó ayer Ángel Ramos Macías, jefe del Servicio de Otorrinolaringología del Insular. “La paciente está de alta, ya en su casa y la semana que viene empezaremos con los sistemas de activaciones para que empiece a percibir la señal sonora”, indicó.
El ensayo clínico es el fruto de la investigación de un equipo científico en el que trabajan conjuntamente, además del personal del Servicio de Otorrinolaringología, la Universidad de Las Palmas de Gran Canaria y las universidades de Amberes (Bélgica) y Hannover (Alemania).
El doctor Ramos Macías declaró ayer que la intervención realizada a la paciente duró dos horas y media y ha sido un éxito. “No tuvimos ningún tipo de complicación y se alcanzó el objetivo que era la estimulación directa a través de la ventana oval [la membrana que recubre la cóclea]“. Mediante la intervención, los cirujanos colocaron un sistema quirúrgico implantable denominado Codacs ID. “Esta prótesis sustituye completamente la transmisión del oído medio, permitiendo salvar la audición residual de los afectados por otoesclerosis”.
Reversión
Una de las novedades de esta nueva técnica quirúrgica, que a diferencia de la convencional que aplica otros implantes cocleares no precisa de rehabilitación postoperatoria, es la reversión de la capacidad auditiva que tenía el paciente antes de que la osteoclerosis empezara a degradar este sentido.
“El implante es el encargado a partir de la intervención de producir la señal sonora al paciente y es exactamente igual que la capacidad para oír que tenemos nosotros”, manifestó Ramos Macías.
La otoesclerosis es una patología que afecta más a las mujeres, pues un 80% de las personas con este problema son del sexo femenino. “Aparece entre la tercera y la cuarta década de vida y su aparición en muchas pacientes está relacionada con los embarazos”, explicó el jefe de Otorrinolaringología. “Las alteraciones hormonales tienen mucho que ver”, añadió.
El hospital grancanario realiza entre 40 y 80 casos de otoesclerosis al año con cirugía convencional. Sin embargo, entre un 10 y un 15% de los enfermos afectados por esta patología no responden al tratamiento tradicional por lo que es a ellos a los que está destinada la nueva cirugía.
La Opinión de Tenerife
 
 
 
 
 
 
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Programa para alertar sobre a importância da audição:Hear the World -



A Iniciativa

Hear the World no mundo
A audição é o sentido que permite ao Homem o acesso ao mundo dos sons, o contato entre as pessoas e com aquilo que acontece à nossa volta. É o sentido crucial para o desenvolvimento da comunicação. É a audição que possibilita o desenvolvimento das habilidades linguísticas, a interatividade, é algo tão integrado em nossas vidas que quase sempre não lhe damos a devida importância. Ouvir é um presente.
Can you Hear the World? Você pode ouvir o mundo?
O Programa Hear the World é uma iniciativa mundial apoiada pela Phonak desde o ano de 2006. O objetivo é oferecer informações que possam conscientizar o público em geral sobre a importância do sentido da audição, bem como as implicações sociais e emocionais ocasionadas pela diminuição da capacidade auditiva, estratégias que possam prevenir esta alteração, além da divulgação das soluções para os problemas auditivos. Sabe-se que a perda auditiva é uma deficiência que pode ser prevenida. Coincidentemente, é uma das alterações com maior ocorrência entre a população. Estima-se que, no mundo, a perda auditiva é um problema que atinge cerca de 500 milhões de pessoas – mais de 10% da população mundial possui alguma alteração na audição e espera-se que este número chegue a 700 milhões até o ano de 2015.

Desperte seus sentidos

“Ouvir significa qualidade de vida, e as pessoas devem estar cientes disso. Se nós conseguirmos aumentar a consciência das pessoas a esse respeito, nosso objetivo com o programa Hear the World foi atingido.”

Dr. Valentin Chapero, CEO of Phonak and President of the Foundation Board of Hear the World.

Neste contexto, a Phonak está determinada a assumir a sua responsabilidade social com os principais especialistas neste assunto. A iniciativa Hear the World tem o objetivo de educar o público sobre a audição e assim diminuir os prejuízos causados pela perda auditiva. O programa conta com o apoio de vários músicos e artistas de grande reconhecimento, que apóiam esta causa. No mundo, já foram desenvolvidas várias ações de conscientização e atenção para a audição.

No Brasil, o Hear the World apóia a causa da triagem auditiva neonatal.
Apresentação Hear the World 

http://www.hear-the-world.com/br/brazil/embaixadores/entrevista-com-ronnie-von.html

Entrevista com Ronnie Von

Entrevista do Ronnie Von cedida a equipe Hear the World em Junho de 2010.
Hear the World: Como soube da Iniciativa Hear the World?
Ronnie Von: Quando lancei a minha revista, a Von, vi a foto do Plácido Domingo e fiquei curioso em saber do que se tratava.

Hear the World: O que o motivou a participar dessa iniciativa?
Ronnie: O convite tão gentil da Hear The World para fazer parte de uma campanha tão nobre, em prol de uma causa tão importante.

Hear the World: O que você entende por audição?
Ronnie: Em tempos que pessoas ouvem de fones de ouvido aos berros, som dolby surround nos cinemas, poluição sonora nas cidades grandes, casas noturnas com sistemas de som em volumes altíssimos, eu percebo a audição como talvez o sentido mais agredido e mais negligenciado atualmente.

Hear the World: Qual a importância, para você, do ouvir bem?
Ronnie: Ouvir o mundo, se inserir nele, entender a vida e as pessoas, só é possível de maneira plena se a audição estiver em boas condições.

Hear the World: “O mundo fala! Vamos ouvir?”. Isso demonstra uma atenção sua para a comunicação. Fale mais sobre a sua frase.
Ronnie: Com a audição comprometida, ficamos cada vez menos atentos e cientes das mensagens que o mundo nos passa. Sejam palavras, músicas...

Hear the World: Esta á uma iniciativa mundial, outras personalidades importantes do cenário artístico internacional aderiram a esta causa. Qual a sua expectativa sendo o primeiro embaixador brasileiro do programa Hear the World?
Ronnie: Antes de mais nada é uma honra ser o primeiro brasileiro a entrar nesse time, que só tem craques! O que eu posso dizer? Eu espero que a campanha seja tão bem sucedida aqui como tem sido no resto do mundo, que a minha humilde colaboração traga bons resultados à campanha e que cada vez mais personalidades importantes no cenário artístico brasileiro façam parte.

Hear the World: Você tem algum cuidado com a sua audição?
Ronnie: Para ser sincero, não. Apesar de saber que até mesmo por obrigação profissional eu deveria. Mas a partir de agora vou prestar mais atenção!

Hear the World:  “A música não é nada sem ninguém para ouvi-la”. Esta é a mensagem de Plácido Domingo, tenor, maestro e também embaixador desta causa. Você, como apresentador e músico, acredita que é possível despertar a atenção da população para a importância da audição?
Ronnie: É esse o objetivo! Que os problemas de audição deixem de ser tão negligenciados e as pessoas passem a ter mais cuidado e atenção com um dos sentidos mais importantes e fundamentais para o ser humano.

Hear the World: No Brasil, o Hear the World apóia os programas de Triagem Auditiva Neonatal, popularmente conhecido como teste da orelhinha, que, assim como o teste do pezinho, é atualmente uma obrigatoriedade em todas as maternidades do Brasil. Dados estatísticos apontam que 1 a cada 1.000 crianças pode ter uma alteração auditiva. Você conhece alguma criança que já realizou esse teste? Sabe se os seus netos já passaram por este teste?Ronnie: Não conheço quem tenha sido e meus netos também não foram submetidos a esse exame. Acho que falta vontade política para que esse teste, assim como o teste do pezinho, seja efetivamente realizado em toda criança recém-nascida.

Hear the World: A perda de audição é um problema muitas vezes invisível, que causa uma série de consequências não só para a pessoa que tem a dificuldade de ouvir, mas também para quem convive com ela. Você já se deparou com alguma situação como essa?
Ronnie: Certa vez tive uma arrumadeira que era alemã e que havia ficado surda durante a II guerra, quando sua cidade foi bombardeada. Ela teve dificuldades terríveis para aprender o português e tentava falar imitando o movimento labial das pessoas. Certa vez a vi passando o aspirador de pó na casa com o aparelho desligado, coitada.

Hear the World: Você já esteve em alguma situação curiosa/engraçada sobre os efeitos do ouvir, entender e comunicar?
Ronnie: A resposta acima responde essa pergunta.

Hear the World: Quando falamos sobre ouvir e escutar, qual a sua melhor lembrança auditiva?
Ronnie: As primeiras palavras faladas pelos meus filhos.

Hear the World: O que você gostaria de ouvir agora?
Ronnie: Talvez uma notícia utópica: acabaram as guerras, o mundo está em paz!

Hear the World: Se você pudesse escolher algum som para chamar de seu, qual som seria?
Ronnie: O barulho do vento e da chuva nas montanhas.

Hear the World: Gostaria de deixar alguma mensagem registrada para as pessoas que terão acesso a esta matéria?
Ronnie: Que as pessoas fiquem atentas à audição e procurem ajuda quando sentirem que estão com alguma alteração ou problema. O mundo fala! Vamos ouvir?

terça-feira, 17 de julho de 2012

Centros para deficientes auditivos atendem de graça em Goiás


Centros para deficientes auditivos atendem de graça em Goiás

Em Anápolis, Crasa faz 400 atendimentos todos os meses. Cidades de Goiânia e Trindade contam com reabilitação para surdos.
Publicada em 17 de julho de 2012 - 14:30
Mão segura aparelho de surdez dentro da orelha
As pessoas que sofrem de algumproblema auditivo podem procurar tratamento gratuito em quatro centros de referência no estado de GoiásSite externo.: dois emGoiâniaSite externo., um em TrindadeSite externo. e outro em AnápolisSite externo.. OCentro de Reabilitação e Atenção à Saúde Auditiva (Crasa) de Anápolis presta cerca de 400 atendimentos mensais. Esses atendimentos são de média complexidade, quando a pessoa tem de 40% a 60% de perda auditiva.
O local conta com uma equipe especializada no tratamento de pessoas com deficiência nas áreasintelectualfísica e auditiva. Qualquer pessoa pode ser atendida no Crasa, desde que seja encaminhada pelo Serviço Único de Saúde (SUS).
A coordenadora do Programa de Saúde Auditiva, Karla Cristina Andrade, explica o funcionamento do Crasa. “O foco de atendimento do Crasa são pessoas com deficiência auditiva em todos os níveis. Desde a parte da triagem, até o diagnóstico, reabilitação e indicação de prótese e adaptação de próteses auditivas”, afirma.
Há dois meses o aposentado José Ribeiro Gomes conseguiu um aparelho auditivo, fornecido pelo Crasa. “Sem esse aparelho, basicamente eu quase não sou ninguém porque a audição faz parte da vida da gente”, entatiza.
A professora Eude Ribeiro leva o filho Pedro para acompanhamento fonoaudiológico. Além do atendimento, o aparelho que o menino usa nos dois ouvidos é de graça. “Quando ele ainda era bebê foi detectada a perda auditiva. Caso não ele não tivesse feito o teste da orelhinha, provavelmente nós só descobriríamos que ele tinha uma perda auditiva quando ele chegasse à fase escolar”, observa a mãe.
“Ele [Pedro] tem ido muito bem, conversado. A cada dia aumenta mais o vocabulário. Ele é meu orgulho”, anima-se a fonoaudióloga Larissa Chaves.
Endereços dos centros de reabilitação em Goiás

Anápolis
Centro de Reabilitação e Atenção à Saúde Auditiva (Crasa)
Endereço: Rua Cel. Aquiles de Pina, nº 116, Centro.
Telefone: (62) 3943-6969

Goiânia
Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer)
Endereço: Avenida Vereador José Monteiro, nº 1655, Setor Negrão de Lima.
SAC: (62) 3232-3232
Telefone/Fax: (62) 3232-3000

Centro de Referência em Saúde Auditiva (Cresa)
Endereço: RUA 232, 128, Setor Universitário. PUC ÁREA 5. Telefone: (62) 3946-1419/1388

Trindade
Vila São Cotolengo
Endereço: Av. Manoel Monteiro, 163, Vila SãoCotolengo.
Telefone: (62) 3506-9000

sexta-feira, 13 de julho de 2012

SITE DE AGENDAMENTO DE CONSULTAS MÉDICAS


SITE DE AGENDAMENTO DE CONSULTAS 

MÉDICAS


Matéria do Jornal Estado

Dor de garganta inspira site de agendamento de consultas

Dr Busca projeta aumentar de mil para 10 mil profissionais cadastrados ainda em 2012
GISELE TAMAMAR, 

Ernesto Rodrigues/AE
Ernesto Rodrigues/AE
Foi depois de uma dor de garganta e a dificuldade de marcar uma consulta por telefone que Raphael Barros e Bartolomeu Cavalcanti, ambos de 25 anos, tiveram a ideia de fundar o Dr. Busca, um site para agendar uma consulta médica, finalista da categoria Negócios Inovadores do 1º Prêmio Estadão PME.



Na tentativa de marcar uma visita ao médico, Barros se deparou com uma série de dificuldades. Ele demorou para encontrar os consultórios, um horário disponível e informações sobre os profissionais. “Tinha dor de garganta e também ganhei uma dor de cabeça”, brinca.
Para montar a empresa foram investidos R$ 30 mil. A ajuda para alavancar o negócio veio com a seleção para participar do programa Startup Chile, uma iniciativa do governo para incentivar empresas inovadoras. Foram investidos 40 mil dólares e seis meses de troca de experiências e suporte no Chile.
Com mil médicos de 30 especialidades cadastrados, a dupla está otimista para fechar o ano com 8 a 10 mil profissionais espalhados em quatro cidades. Por enquanto, apenas os moradores de São Paulo e Recife podem utilizar o serviço sem pagar nada. Quem paga para se cadastrar é o médico, que desembolsa uma mensalidade de R$ 199.
Há cinco meses a empresa conta com o suporte do médico Jairo Bouer na equipe, conhecido pelos programas de TV que já participou. “Ele ajuda a passar credibilidade ao negócio, mas também tem a parte estratégica. Toda grande decisão que vai impactar na área médica validamos com ele”, explica Cavalcanti.
Para os fundadores do site, o maior desafio é mudar a cultura das pessoas. “Estamos divulgando o trabalho. A medida que as pessoas conhecem, elas não voltam para o telefone”, afirma Cavalcanti.

UM ADVOGADO COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Acho que um dos maiores desafios que a deficiência auditiva nos coloca diz respeito à nossa vida profissional. Quem acompanha esse blog já leu relatos de estudantes de medicina, de jornalistas e de outros profissionais que lidam com a surdez no dia-a-dia de suas profissões. Hoje, vamos ler o relato de um ilustre advogado gaúcho.
LEIA EM:

http://cronicasdasurdez.com/um-advogado-com-deficiencia-auditiva/

Palestra de LAK Lobato no Senac


“Os primeiros seis meses foram de redescobertas. Coisas que eu não lembrava que faziam barulho. Eu me lembro a primeira coisa que fiquei deslumbrada com o som, foi o barulho da lata de refrigerante sendo aberta. Porque eu não lembrava que fazia um barulho tão gostoso.Chiiiii”, recorda-se Lak Lobato em seu depoimento gravado no Histórias que Ficam, um  programa de consultoria, fomento e difusão do documentário brasileiro. Na tarde do último sábado (7/7), a publicitária, fotógrafa e redatora ministrou a palestra As diferenças e semelhanças entre o ouvir e escutar no última dia da Semana de Inclusão Educacional 2012, no auditório nobre do Senac Consolação, em São Paulo.

Leia mais...


http://ht.ly/ccJUL

NORMAS DE ACESSIBILIDADE DA ABNT ENTRARÃO EM CONSULTA PÚBLICA


Prezados, é muito importante a informação a seguir, peço que leiam com atenção porque se refere entre outros itens à acessibilidade nos meios de comunicação. A consulta pública deve ser respondida pelos cidadãos, na página correspondente. É um momento propício para nossa manifestação a respeito de normas que vão reger a nossa acessibilidade. Não podemos ficar alheios ou deixar para que outros resolvam por nós. Obrigada e fiquem atentos.
INFORMAÇÃO RECEBIDA DE MARTA ALMEIDA GIL ATRAVÉS DO GRUPO Acessibilidade. Obrigada Marta sempre atenta.

A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas colocará em discussão pública o texto proposto de revisão da NBR 9050:2004 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos e Norma Técnica de Acessibilidade em Estádios. Esses trabalhos são resultantes de 5 anos de pesquisa sobre legislações e normas de diversas partes do mundo, além de avaliação das necessidades específicas do Brasil.
Diversos arquitetos, engenheiros e interessados estiveram pesquisando e contribuindo nas discussões.

Quem tiver interesse, acompanhe pelo site da ABNT ( www.abnt.org.br/consultanacional ) o conteúdo dessas normas. O prazo para sugestões será de 60 dias.
Leia mais informações também em: http://migre.me/9OWku
Abraços a todos.
Renata Mello



http://www.crea-pr.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1442:normas-de-acessibilidade-da-abnt-entrarao-em-consulta-publica&catid=3:newsflash


Página Inicial

Normas de acessibilidade da ABNT entrarão em consulta pública

E-mailImprimirPDF
A revisão da NBR 9050/2005 (“Acessibilidade e edificações, mobiliário, espaços e equipamentos”) teve seu texto final aprovado na última sexta-feira (29), em reunião plenária realizada no Centro de Estudos e Pesquisas da Administração Municipal (CEPAM), da Fundação Prefeito Faria Lima, em São Paulo. Contando com a participação do assessor da presidência do Confea, eng. civil Gilberto Campos, além de representantes dos Creas do Ceará, Mato Grosso e Goiás, a plenária também deliberou sobre o texto final do projeto de norma “Acessibilidade em estádios”. Dentro de poucos dias, segundo a ABNT, os textos entrarão em consulta pública pelo prazo de 60 dias.
O âmbito de atuação previsto pelo Comitê Brasileiro nº40 (CB-40 “Acessibilidade”) da ABNT, responsável pela revisão da NBR 9050, estipula que a acessibilidade - em edifícios, espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, e ainda, meios de transporte, meios de comunicação de qualquer natureza e seus acessórios - atenda às pessoas portadoras de deficiência. No entanto, para o assessor da presidência do Confea, as atuais e futuras necessidades do país sugerem a ampliação deste alcance. “Com o crescente envelhecimento da população e a conscientização da sociedade como um todo, a acessibilidade se apresenta como uma demanda cada vez mais urgente e ampla”, considera Gilberto Campos.
Estádios - Os estádios de futebol do país ganharão, a partir da aprovação final do projeto da norma de “Acessibilidade nos Estádios”, uma normatização específica, separada da NBR 9050. Segundo Gilberto Campos, a medida se deve às características peculiares deste tipo de construção, que atende a grandes públicos com características singulares, demandando estudos específicos para a definição de parâmetros como o número e o tipo de banheiros, assentos e ainda diferentes tipos de acesso, como rampas e elevadores. “A acessibilidade se mostra hoje como uma prestação de serviço. Portanto, deve também respeitar as legislações em vigor, como a Lei de Acessibilidade e os estatutos do Idoso e do Torcedor”, acrescenta, enfatizando sua aplicação para todos os estádios de futebol, não apenas para os que estão em construção para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. “O Brasil está construindo muitos estádios em função destes eventos, inclusive em suas sub-sedes, mas todos os outros também necessitam de estudos técnicos adequados. Temos que aproveitar este momento para construir também um legado para os pequenos e médios estádios do Brasil, que são mais de 600 cadastrados pela CBF”.
O CB-40 tem como gestor o pesquisador da Universidade de São Paulo, Gildo Magalhães dos Santos Filho, e foi elaborado pela Comissão de Estudo Acessibilidade à Edificação e ao Meio, coordenada pela arquiteta Adriana de Almeida Prado. As consultas poderão ser feitas pelo site www.abnt.org.br/consultanacional
Henrique Nunes
Assessoria de Comunicação e Marketing do Confea
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terça-feira, 10 de julho de 2012

CENTRO NACIONAL DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA ASSISTIVA CNRTA

O assunto tecnologia assistiva nos interessa porque os equipamentos auxiliares para surdos e deficientes auditivos geralmente são importados, caros e muitas vezes nem estão disponíveis no Brasil, precisamos importar ou pedir que algum amigo ou parente de boa vontade traga dos exterior.  

Sabemos de núcleos de pesquisa tecnológica em universidades que chegam a desenvolver equipamentos mas encontram entraves no financiamento da produção e comercialização. É preciso que as autoridades incentivem essa pesquisa para que possamos ter à disposição por preço justo os equipamentos que contribuem para melhoria de nossa qualidade de vida, que nos permitam estudar, trabalhar e ter acesso à cultura e cidadania.

Eis uma relação de equipamentos e acessórios utilizados pelos surdos que usam próteses auditivas:

Esta é uma lista básica de equipamentos e objetos que complementam a função das próteses auditivas.
-aparelhos auditivos;
-protetores para aparelhos auditivos e para implantes;
- sistemas FMs;
- implantes cocleares;
- equipamentos que possam se comunicar sem fio com implantes e aparelhos auditivos para facilitar falar ao telefone, ouvir rádio, música, tv (IMPORTANTE: as várias marcas oferecem opções com  diferentes nomes comerciais);
- telefones com amplificadores;
- relógios despertadores vibratórios;
- telefones celulares capazes de enviar e receber mensagens SMS;
- baterias, moldes de aparelhos auditivos, aparelhos elétricos desumidificadores e baterias e peças sobressalentes ou de reposição de implantes cocleares; carregadores de baterias ou pilhas;
- televisores com habilidade de transmissão em closed caption;
-amplificador de indução magnética (*hearing loop ou aro magnético) existem modelos domésticos e modelos para teatros, escolas, cinemas, igrejas, etc.
-alarmes luminosos;
-programas de treinamento de voz para implantados;
-programas que transformam o texto falado em texto escrito.


Que bom será termos tudo isso de fabricação nacional, livre de impostos! 
Vamos acompanhar os trabalhos do CENTRO NACIONAL DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA ASSISTIVA, CNRTA.

O texto a seguir é reproduzido do site abaixo indicado:

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13909&
Rede Nacional
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, deve inaugurar no dia 20 de julho o Centro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), alocado no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI), em Campinas (SP). O centro será o principal articulador de uma rede nacional de 25 núcleos de tecnologia assistiva (laboratórios e unidades de pesquisa) que deverão conceber tecnologias para aumentar a acessibilidade de pessoas com deficiência.

A criação do centro faz parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, lançado em fevereiro deste ano pela presidenta Dilma Rousseff. Os núcleos, em 18 estados e no Distrito Federal, estarão vinculados às universidades federais e às unidades de pesquisa do ministério. O nome das instituições escolhidas foi publicado em portaria assinada pelo secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, Eliezer Moreira Pacheco.

No total, R$ 3 milhões do Orçamento da União 2012 já foram destinados ao centro e aos núcleos. Cada projeto poderá receber entre R$ 100 mil e R$ 500 mil. Os recursos serão transferidos para as unidades de pesquisa e universidades. Com o dinheiro, será possível comprar equipamentos e materiais necessários para a instalação dos núcleos. O pessoal que desenvolverá os projetos já é do quadro das unidades ou recebem bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CNPq) ou da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Eliezer Pacheco salienta que o desenvolvimento das tecnologias é estratégico para o país que ainda depende da importação de alguns materiais, como próteses. Segundo ele, "mais de 50% dos produtos disponíveis no Catálogo Nacional de Produtos de Tecnologia Assistiva são importados".

Além da produção limitada, há poucos fornecedores no país, que estão concentrados no Sul e Sudeste. "Há um número limitado de empresas, uma ou duas, no máximo, por estado nas regiões Sul e Sudeste, principalmente fabricantes de cadeiras de roda e de próteses com produção industrial ainda restrita".

O secretário explica que há uma grande diversidade de tipos de deficiência e muitos modelos de prótese, por exemplo, são fabricados ainda de forma artesanal ou sob medida. Eliezer Pacheco espera que os núcleos se articulem e se especializem para ajudar as pessoas com diferentes deficiências. "Quando falamos de todos os tipos de deficiência, falamos de locomoção, auditiva, visual, tudo aquilo que em última análise cria limitações ao exercício da cidadania".

Para o secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, além do problema de desenvolvimento tecnológico, o país precisa romper uma barreira cultural. "O que se observa no Brasil é uma carência de tecnologia, mas é uma questão cultural também (.) Convenhamos que para fazer rebaixamento de calçada e rampas em escadaria não precisa de nenhuma tecnologia, mas a vontade política de fazer", frisou.

"É necessário que haja uma mudança na cultura dos brasileiros no sentido de entender a democracia como algo muito além do direito de votar e ser votado, mas, por exemplo, tornar acessível a todos os espaços acessíveis a todas as pessoas", lembrou.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do Censo Populacional 2010, indicam que há 24 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Em outro levantamento, a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2009), o IBGE verificou que 53,1% das sedes das prefeituras não têm nenhum dos 16 itens de acessibilidade investigados, como, por exemplo, a rampa para cadeirantes ou aparelhos de telefone para surdos e mudos.

Fonte: Agência Brasil


MAIS INFORMAÇÃO

http://vidamaislivre.com.br/noticias/noticia.php?id=5439&/centro_vai_desenvolver_tecnologia_para_aumentar_acessibilidade_de_pessoas_com_deficiencia

Centro vai desenvolver tecnologia para aumentar acessibilidade de pessoas com deficiência

Local será o principal articulador de uma rede nacional de 25 núcleos de tecnologia assistiva (laboratórios e unidades de pesquisa) que deverão conceber tecnologias para aumentar a acessibilidade de pessoas com deficiência.
Publicada em 10 de julho de 2012 - 09:00
Cadeira de rodas
O Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, deve inaugurar no dia 20 de julho oCentro Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA), alocado noCentro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI)Site externo., em Campinas (SP)Site externo.. O centro será o principal articulador de uma rede nacional de 25 núcleos de tecnologia assistiva (laboratórios e unidades de pesquisa) que deverão conceber tecnologias para aumentar a acessibilidade de pessoas com deficiência.
A criação do centro faz parte do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, lançado em fevereiro deste ano pela presidenta Dilma Rousseff. Os núcleos, em 18 estados e no Distrito Federal, estarão vinculados às universidades federais e às unidades de pesquisa do ministério. O nome das instituições escolhidas foi publicado em 3 de julho em portaria assinada pelo secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, Eliezer Moreira Pacheco.
No total, R$ 3 milhões do Orçamento da União 2012 já foram destinados ao centro e aos núcleos. Cada projeto poderá receber entre R$ 100 mil e R$ 500 mil. Os recursos serão transferidos para as unidades de pesquisa e universidades. Com o dinheiro, será possível comprar equipamentos e materiais necessários para a instalação dos núcleos. O pessoal que desenvolverá os projetos já é do quadro das unidades ou recebem bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico (CNPq)Site externo. ou da Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Eliezer Pacheco salienta que o desenvolvimento das tecnologias é estratégico para o país que ainda depende da importação de alguns materiais, como próteses. Segundo ele, “mais de 50% dos produtos disponíveis no Catálogo Nacional de Produtos de Tecnologia Assistiva são importados”.
Além da produção limitada, há poucos fornecedores no país, que estão concentrados no Sul e Sudeste. “Há um número limitado de empresas, uma ou duas, no máximo, por estado nas regiões Sul e Sudeste, principalmente fabricantes de cadeiras de rodas e depróteses com produção industrial ainda restrita”.
O secretário explica que há uma grande diversidade de tipos de deficiência e muitos modelos de prótese, por exemplo, são fabricados ainda de forma artesanal ou sob medida. Eliezer Pacheco espera que os núcleos se articulem e se especializem para ajudar as pessoas com diferentes deficiências. “Quando falamos de todos os tipos de deficiência, falamos de locomoção, auditiva, visual, tudo aquilo que em última análise cria limitações ao exercício da cidadania”.
Para o secretário de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social do MCTI, além do problema de desenvolvimento tecnológico, o país precisa romper uma barreira cultural. “O que se observa no Brasil é uma carência de tecnologia, mas é uma questão cultural também (…) Convenhamos que para fazer rebaixamento de calçada e rampas em escadaria não precisa de nenhuma tecnologia, mas a vontade política de fazer”, frisou.
“É necessário que haja uma mudança na cultura dos brasileiros no sentido de entender a democracia como algo muito além do direito de votar e ser votado, mas, por exemplo, tornar acessível a todos os espaços acessíveis a todas as pessoas”, lembrou.
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a partir do Censo Populacional 2010, indicam que há 24 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Em outro levantamento, a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2009), o IBGE verificou que 53,1% das sedes das prefeituras não têm nenhum dos 16 itens de acessibilidade investigados, como, por exemplo, a rampa para cadeirantes ou aparelhos de telefone para surdos e mudos.

Surdos oralistas de Portugal - Sua associação se chama OUVIR!!! Inspirador não?

http://www.youtube.com/watch?v=kvyBXD1nvOE&feature=g-upl

segunda-feira, 9 de julho de 2012

INDICADORES - PESSOAS COM DEFICIÊNCIA - CENSO 2010



PARA DADOS POR ESTADO E SOBRE OUTRAS DEFICIÊNCIAS CONSULTE A PÁGINA ACIMA.


DEFICIÊNCIA AUDITIVA

BRASIL  
NÃO CONSEGUE DE MODO ALGUM ......347.481 
GRANDE DIFICULDADE .........................1.799.885 
ALGUMA DIFICULDADE ........................7.574.717


NORTE
NÃO CONSEGUE DE MODO ALGUM .........23.290
GRANDE DIFICULDADE .............................123.060 
ALGUMA DIFICULDADE .............................591.034


NORDESTE
NÃO CONSEGUE DE MODO ALGUM .........89.490 
GRANDE DIFICULDADE ..............................569.256
ALGUMA DIFICULDADE ..........................2.416.254


SUDESTE
NÃO CONSEGUE DE MODO ALGUM ........160.671
GRANDE DIFICULDADE ..............................709.572 
ALGUMA DIFICULDADE ...........................2.697.683


SUL
NÃO CONSEGUE DE MODO ALGUM ..........48.650. 
GRANDE DIFICULDADE ...............................282.028
ALGUMA DIFICULDADE ...........................1.107.924


CENTRO OESTE
NÃO CONSEGUE DE MODO ALGUM ...........25.380
GRANDE DIFICULDADE ...............................115.969
ALGUMA DIFICULDADE ...............................491.902.