terça-feira, 13 de setembro de 2011

Acompanhando Proposições - Dedução da compra de aparelho auditivo no Imposto de Renda Pessoa Física

PL 3479/2008 Inteiro teor
Projeto de Lei


Situação: Aguardando Parecer na Comissão de Finanças e Tributação (CFT)

Identificação da Proposição

Apresentação
28/05/2008
Ementa
Altera o art. 8º da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, para incluir as despesas com aparelhos de audição entre as deduções permitidas para efeito da apuração da base de cálculo do Imposto de Renda das Pessoas Físicas.


http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=397357

domingo, 11 de setembro de 2011

Legendas no cinema, TV e teatro - é preciso que os jornalistas se informem

Teatro legendado
O deputado paraense André Dias quer impor o uso de legenda em todos os filmes, programas de televisão, seriados, telenovelas e… peças teatrais no país. A regra valeria para produções financiadas ou patrocinadas com recursos públicos. Dias argumenta que o censo do IBGE de 2000 revelou a existência de cerca de cinco milhões de deficientes auditivos no Brasil.
– Essa realidade demanda do poder público a adoção de medidas com o objetivo de promover a inclusão social dessa importante parcela da população.
Se o projeto, apresentado no final de agosto, virar lei, peças teatrais terão de ser legendadas. Como legendar um espetáculo stand-up comedy, por exemplo? O texto de Dias não explica. Produções que desrespeitarem a regra terão de devolver os recursos recebidos.
Por Lauro Jardim

http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/congresso/teatro-legendado/?utm_source=VEJA&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed%3A+radar-on-line+%28Lauro+Jardim%29

Senti algo de ironia na argumentação de que o texto de Dias não explicaria como legendar um espetáculo "stand-up comedy"
 Seria porque nesse tipo de espetáculo existe improviso, os atores falam rápido demais?
Ora se existe legendagem ao vivo nos jornais, em tribunais, em escolas e faculdades (nos Estados Unidos é claro) porque um exímio profissional da estenotipia não estaria capacitado para digitar as legendas desse tipo de teatro?
Saiba mais sobre teatro e ópera legendados e não só para deficientes auditivos, óperas principalmente podem ser difíceis de serem acompanhadas por quem não conhece o texto e a língua em que são cantadas.
Pelos links abaixo, encontrados no GOOGLE dá para saber que teatro com legendas não é uma ideia estapafúrdia! Existe sim senhor!

http://www.muyinteresante.es/teatro-subtitulado-para-sordos-y-personas-con-discapacidad

http://oglobo.globo.com/blogs/amsterda/posts/2011/08/31/teatro-legendado-402516.asp

http://viradaculturalpiracicaba.blogspot.com/2011/05/opera-de-bizet-abre-oficialmente-virada.html

http://www.nexo5.com/n/len/0/ent/2391/primera-funcion-de-teatro-subtitulado-en-espana

http://hightech.rdc.fr/2009/12/des-sous-titres-meme-au-theatre/

http://www.sublimages.com/index_fr.html
até no Brasil tem...
http://www.youtube.com/watch?v=Yr1K_5DKJpU 

Veja o projeto no link abaixo:
Deputado André Dias

Proposição Orgão Situação
PL-2115/2011 SECAP(SGM) Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados

Identificação da Proposição

Apresentação
24/08/2011
Ementa
Estabelece a obrigatoriedade da adoção de legenda em filmes, programas de televisão, séries, telenovelas e peças teatrais cuja produção tenha sido financiada ou patrocinada com o uso de recursos públicos. 
 
Indexação
APOIAMOS TODA INICIATIVA QUE FACILITE A INCLUSÃO CULTURAL DOS SURDOS USUÁRIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA E DEMAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA. 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Manifesto Sulp - Parte II - o que necessitamos para nossa qualidade de vida

Assim, com amparo no disposto pelo artigo 8, inciso V do Decreto 5296/04, para melhorar a nossa qualidade de vida e contribuir para o desenvolvimento de nossas capacidades cognitivas, pleiteamos:

1.Aparelhos auditivos livres de impostos;

2.Sistemas FM individuais que funcionam como interface entre os aparelhos auditivos e os telefones celulares livres de impostos;
3.Equipamentos de telefonia especiais livres de impostos;
4.Despertadores vibratórios livres de impostos;
5.Sinalização luminosa doméstica ou pública;
6.Facilidade para implantes tanto em adultos como em crianças, nos casos de indicação médica;
7.Equipamentos de FM ou de Sonorização especial (hearing loop*), em grandes ambientes públicos tais como teatros, cinemas, igrejas, fóruns, tribunais de justiça, dentre outros, livres de impostos;
8.Sinalizações escrita e luminosa que acompanhe as informações sonoras em âmbitos públicos, em conferências, aulas, bancos, tribunais e outros locais;
9.Adequada iluminação e lugares preferenciais perto do locutor para facilitar a leitura oro-facial, (comumente chamada de leitura labial);
10.Intérpretes oralistas, para aqueles que solicitarem, quando for impossível a proximidade visual com o interlocutor;
11.TV, cinema nacional e teatro com legendagem em português, e outras facilidades pertinentes à comunicação oral e escrita em língua portuguesa;
12.Facilidade para aquisição de equipamentos de informática e programas de computadores, fundamentais como ajudas técnicas, para a integração ao mercado de trabalho;
13.Saída de fones de ouvido padrão em todas as TVs produzidas e importadas para o Brasil;

É importante observar que não solicitamos privilégios de nenhum tipo. Solicitamos a ajuda técnica que nos permita usufruir, como todos os demais cidadãos, de vida independente e com qualidade. Isso significa, também, usufruir das artes audiovisuais disponibilizadas no país. Para isso, a legendagem para filmes estrangeiros e, principalmente, nacionais, se torna de fundamental importância, pois a dublagem de filmes estrangeiros e a falta de legenda em filmes nacionais impedem que os surdos, de maneira geral, apreciem as artes audiovisuais em sua plenitude.

continua...
Observação de SôRamires - me parece que faltou incluir o recurso usado em tribunais, reuniões, escolas, etc da legenda feita ao vivo, no momento do evento, com recurso da taquigrafia eletrônica. Muito importante conforme postagens neste mesmo blog e no blog da Diéfani.
http://sulp-surdosusuariosdalinguaportuguesa.blogspot.com/2011/08/transcricao-da-fala-em-diversas.html 

Manifesto SULP - Parte I - Quem somos

O presente Manifesto revela a diversidade existente no universo da surdez e coloca as necessidades de um grande grupo, até então praticamente ignorado, que vem se firmando e consolidando seus objetivos, suas metas, com o fim de obter melhor atendimento, respeito humano e profissional, ajudas técnicas e cultura.

Esse grupo, composto por surdos que utilizam a língua portuguesa para se comunicar, na modalidade oral, oro-facial, também denominada de leitura labial, e, ou, escrita será aqui denominado de Surdos Usuários da Língua Portuguesa (SULP).


Chegamos a essa denominação porque ela abrange os surdos que sabem ler, escrever e falar fluentemente em português e os surdos que sabem ler e escrever em português, mas não são fluentes na fala. Além disso, a denominação também abrange os ensurdecidos e os surdos na terceira idade. O denominador comum deste grupo é, em primeiro lugar, o uso da língua portuguesa como meio de comunicação em todas as suas formas.


Nós, Surdos Usuários da Língua Portuguesa (SULP) temos histórico de surdez congênita e adquirida. Alguns utilizam aparelhos auditivos, outros são implantados e alguns não se utilizam de aparelhagem por motivos diversos. Todos, em algum grau, fazem leitura labial e há, ainda, aqueles que utilizam de dois ou três desses recursos concomitantemente.


Essa comunicação oral faz parte de nossas vidas e é parte de nossa essência como humanos. Surgiu, naturalmente, no processo de socialização de cada um, como ocorre com qualquer pessoa, para aqueles que ficaram surdos após aprenderem a falar e conquistou-se, por opção dos pais e ajuda fonoaudiológica especializada, quando ainda pequenos, para aqueles que perderam a audição antes de adquirir a capacidade de fala.


O uso da língua portuguesa oral é, também, uma opção nossa, depois de adultos, pois é inegável que utilizar a língua pátria nos ajuda consideravelmente no processo de inclusão, pois favorece nossa autonomia e abre possibilidades de desenvolvimento das nossas capacidades intelectuais e cognitivas e nos possibilita interagir com a comunidade de maneira mais próxima da plenitude.

Há milhões de brasileiros com algum grau de deficiência na audição e que têm como língua pátria, a Língua Portuguesa. São pessoas que trabalham, estudam, pagam impostos, são discriminadas e lutam pela sua sobrevivência e qualidade de vida como qualquer outra. A única diferença é que suas necessidades são pouco conhecidas, pois quase não se fala deles.

Continua....

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Surdez: notícias e novidades

Queridos amigos como fica muito complicado traduzir todos os textos, por pura falta de tempo, peço aos interessados que tiverem curiosidade e dificuldade com algum texto ou palavra que deixem as dúvidas nos comentários. Tentarei ajudar. Abraços e obrigada.
SoRamires


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O artigo trata da transcrição do que é falado em texto, em tempo real, assunto que já tratamos neste blog e também visto no blog da Diéfani.
http://igualmentediferentes.com/2011/08/24/traducao-de-comunicacao-acessivel-em-tempo-real/

El pez payaso se está quedando sordo El encantador pececillo payaso, conocido por la mayoría por la película Buscando a Nemo, corre el peligro de quedarse sordo si el nivel...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=7300


PROJETOS DE LEI DE INTERESSE DOS SURDOS ORALIZADOS E DOS SURDOS USUÁRIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA EM GERAL : De olho na redação que sugere que todo surdo usa língua de sinais

Caros amigos SULP - é de nossa responsabilidade acompanhar os projetos de lei que pretendem promover nossa acessibilidade, um pequeno erro de redação pode confundir em lugar de esclarecer.

Veja a redação do projeto abaixo indicado onde destacamos uma redação que pode levar a confundir o recurso de língua de sinais com a legendagem, que são recursos diferentes, destinados a diferentes tipos de surdos.
Por favor leiam e comentem, queremos saber o que pensam e desejam.


CÂMARA DOS DEPUTADOS
GABINETE DA DEPUTADA MARA GABRILLI – PSDB/SP
1
PROJETO DE LEI DE 2011
(Da Sra. Mara Gabrilli)
Altera a lei nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2000, para que os recursos de acessibilidade sejam transmitidos nas diversas modalidades de distribuição de conteúdo audiovisual.
O CONGRESSO NACIONAL DECRETA:
Art. 1º Esta lei altera a lei nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências para que os recursos de acessibilidade sejam transmitidos nas diversas modalidades de distribuição de conteúdo audiovisual.
Art. 2º Dê-se nova redação ao caput do art. 19 da Lei 10.098 de 19 de Dezembro de 2000 e adicione-se os seguintes parágrafos 1º e 2º:
“Art. 19. Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas com deficiência auditiva, bem como o recurso de audiodescrição, para uso de pessoas com deficiência visual, na forma e no prazo previstos em regulamento
§1º O disposto no caput deste artigo também se aplica aos canais de programação distribuídos mediante satélites sem codificação de sinais e aos canais distribuídos mediante serviço de acesso condicionado, inclusive os canais de distribuição obrigatória.
§2º Ficam as prestadoras de serviço de acesso condicionado, em todas as suas modalidades, obrigadas a distribuir em formato acessível o conteúdo audiovisual

2
recebido com recursos de acessibilidade, conforme disposto no caput deste artigo. (NR)”
Art. 3º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

3
JUSTIFICAÇÃO
O recurso de audiodescrição, definido em sede regulamentar pelo Poder Executivo como “uma locução, em língua portuguesa, sobreposta ao som original do programa, destinada a descrever imagens, sons, textos e demais informações que não poderiam ser percebidos ou compreendidos por pessoas com deficiência visual”, é um mecanismo assistivo extremamente importante, que amplia consideravelmente o entendimento das pessoas com deficiência visual em produtos audiovisuais, beneficiando também pessoas com deficiência intelectual, disléxicos e idosos. É através deste recurso que se permite transpor o vácuo cognitivo que há, principalmente por parte do deficiente visual, quando um dado conteúdo vinculado é perceptível somente – ou predominantemente - de maneira visual.
A inegável relevância do recurso mereceu reconhecimento estatal, posto que em sede regulamentar – a Norma Complementar nº 01 de 2006, do Ministério das Comunicações - cuidou-se de estabelecer medidas relativas ao serviço de radiodifusão de sons e imagens e ao serviço de retransmissão de televisão, ancilar ao serviço de radiodifusão de sons e imagens, visando tornar a programação transmitida ou retransmitida, acessível para pessoas com deficiência, contemplando-se o recurso da audiodescrição.
Não obstante a relevância da audiodescrição, e o início de sua oferta pelas prestadoras de serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens a partir do dia 1º de julho de 2011, há uma fragilidade evidente no arcabouço normativo que põe em risco a própria garantia de que esse recurso será oferecido de maneira perene: não há previsão legal do recurso na Lei nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000 – a Lei que promove medidas de acessibilidade às pessoas com deficiência. Apenas o Decreto no nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, alterado pelo Decreto no 5.645, de 28 de dezembro de 2005, cuidam de garantir o recurso. Todavia, sabendo-se da necessidade hierárquica de que o Decreto regulamente aquilo criado por Lei, impõe-se a atualização da Lei. Aliás, o caráter temporal de qualquer lei ganha contornos ainda mais evidentes naquelas que fazem referência às tecnologias de seu tempo. Tecnologias

4
indispensáveis tornam-se obsoletas, enquanto outras antes inéditas ou improváveis tornam-se realidade. Atualizar a lei é, portanto, permitir que cumpra sua função precípua.
É fato inconteste, traduzido inclusive em sede constitucional, que o acesso à informação é um dos grandes pilares para a inclusão de pessoas com deficiência como sujeitos plenos de uma vida social autônoma. Mais que uma referência vaga, a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, de 30 de março de 2007, ratificada e promulgada pelo Brasil através do Decreto Federal nº 6.949 de 2009, que integra nosso ordenamento jurídico com força de emenda constitucional, é clara em diversos pontos no tocante ao acesso à informação e conhecimento. Vale citar o item 1 do artigo 4º da Convenção Internacional (com nossos grifos):
Artigo 4
Obrigações gerais
1, Os Estados Partes se comprometem a assegurar e promover o pleno exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas com deficiência, sem qualquer tipo de discriminação por causa de sua deficiência. Para tanto, os Estados Partes se comprometem a:
g) Realizar ou promover a pesquisa e o desenvolvimento, bem como a disponibilidade e o emprego de novas tecnologias, inclusive as tecnologias da informação e comunicação, ajudas técnicas para locomoção, dispositivos e tecnologias assistivas, adequados a pessoas com deficiência, dando prioridade a tecnologias de custo acessível; (grifos nossos)
Igualmente relevante é o artigo 30 da Convenção Internacional, que transcrevemos em partes:
Artigo 30
Participação na vida cultural e em recreação, lazer e esporte

5
1.Os Estados Partes reconhecem o direito das pessoas com deficiência de participar na vida cultural, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, e tomarão todas as medidas apropriadas para que as pessoas com deficiência possam:
a) Ter acesso a bens culturais em formatos acessíveis;
b) Ter acesso a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais, em formatos acessíveis;
audiodescrição, que por todos os argumentos se mostra revestido mesmo de pertinência constitucional, objeto para o exercício do direito à informação, ao lazer, ao conhecimento e à autonomia da pessoa com deficiência visual.
Não obstante, consideramos legítima e necessária a inclusão de todos os canais de programação distribuídos por qualquer meio dentre aqueles obrigados a distribuir conteúdo audiovisual com os recursos de acessibilidade para deficientes auditivos e visuais. São mais de 11 milhões de assinantes no Brasil1, o que implica que aproximadamente um quarto da população (44 milhões brasileiros) tem acesso aos conteúdos distribuídos pelo serviço de acesso condicionado, por assinatura. É óbvio que entre esse público há pessoas com deficiência que precisam receber sua programação com recursos de acessibilidade. Daí a extensão da obrigação.
Além disso, é necessário estender a obrigação dos recursos de acessibilidade para que não só as prestadoras de serviços de radiofusão disponibilizem as referidas ajudas técnicas. Em vigor há aproximadamente 45 dias, os recursos de acessibilidade não têm sido disponibilizados ao consumidor do serviço de acesso condicionado, nas “TVs por assinatura”. Há tecnologia disponível para tanto e, assim, deve-se distribuir em formato acessível o conteúdo já acessível fornecido pelas prestadoras de serviço de radiofusão.
1 Informação disponível em http://www.teletime.com.br/26/05/2011/base-de-tv-paga-por-satelite-ultrapassa-assinantes-de-tv-a-cabo-pela-primeira-vez/tt/225937/news.aspx , acessado em 23/08/11.

6
Por todo o exposto, requeremos seja o presente projeto aprovado, contando com o apoio dos nobres pares para que a audiodescrição torne-se mais que uma boa nova, um direito inafastável.
Sala das Sessões, em , de de 2011
_______________________________
Mara Gabrilli
Deputada Federal
PSDB/SP

Também no PL 2087-2011 da mesma deputada encontramos trecho onde se escreve AUDIODESCRIÇÃO OU LEGENDAS quando deve ser AUDIODESCRIÇÃO E LEGENDA
Obs. A argumentação referente à audiodescrição não foi analisada por mim, apenas me refiro à redação que parece tornar equivalentes a  língua de sinais e subtitulação quando todos sabemos que os surdos usuários da língua portuguesa entre os quais os surdos oralizados não utilizamos língua (não linguagem) de sinais.
MENSAGEM QUE ACABO DE ENVIAR A GRUPOS DE ACESSIBILIDADE, SURDOS ORALIZADOS E SULP EM GERAL, COM CÓPIA PARA A DEPUTADA MARA GABRILLI
  
 PL 2088/2011 da deputada Mara Gabrilli Psdb-SP 
apresentado em 23 de agosto de 2011 - a redação do trecho sublinhado e em vermelho coloca linguagem de sinais ou outra subtitulação - esta redação indica  linguagem de sinais ou subtitulos quando deveria citar LINGUA DE SINAIS E SUBTÍTULAÇÃO (nem todo surdo conhece e usa língua de sinais)

Vou enviar esta mensagem à deputada mas peço a quem puder que também se comunique com os parlamentares que tratam de acessibilidade uma vez que uma falha de redação poderá prejudicar a surdos que não usam língua de sinais.

Art. 1º Esta lei altera a lei nº 10.098 de 19 de Dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências para que os recursos de acessibilidade sejam transmitidos nas diversas modalidades de distribuição de conteúdo audiovisual.
Art. 2º Dê-se nova redação ao caput do art. 19 da Lei 10.098 de 19 de Dezembro de 2000 e adicione-se os seguintes parágrafos 1º e 2º:
“Art. 19. Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas com deficiência auditiva, bem como o recurso de audiodescrição, para uso de pessoas com deficiência visual, na forma e no prazo previstos em regulamento

MINHA SEGUNDA MENSAGEM ENVIADA A GRUPOS E PESSOAS EMPENHADAS NA ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SENSORIAL (VISUAL E AUDITIVA)
É IMPORTANTE QUE A REDAÇÃO DAS LEIS SEJA CLARA, SEM DAR MARGEM A AMBIGUIDADES.

No PL 2088-2011 e no PL 2087-2011


ambos da deputada Mara Gabrilli notamos trechos em que a redação pode levar a interpretações duvidosas:


Não se deve escrever - AUDIODESCRIÇÃO OU LEGENDAS OU LIBRAS (LÍNGUA DE SINAIS BRASILEIRA) QUE NÃO SÃO EQUIVALENTES


o correto para abranger os deficientes visuais, os surdos sinalizadores e os surdos usuários da língua portuguesa, entre os quais estão os surdos oralizados deve ser:


AUDIODESCRIÇÃO,  LEGENDAS E LIBRAS.


Lembrando que os surdos apresentam uma diversidade no que se refere a comunicação, nem todo surdo ou deficiente auditivo se comunica usando língua (não linguagem) de sinais, um número expressivo usa a língua portuguesa.


Agradeço a leitura e peço que seja repassada a mensagem a todos os parlamentares que estejam tratando do tema inclusão da pessoa com deficiência, notadamente deficiência sensorial como de visão e audição.


RESPOSTA DA DEPUTADA MARA GABRILLI VIA TWITTER:
Mara Gabrilli
@
Art. 19. Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano de medidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outra subtitulação, Pode haver a suposição de que são equivalentes, o que não é correto.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Otosclerose - Especialista tira dúvidas

Veja a matéria e o vídeo em:
(vídeo sem legendas - vou tentar resumir o que o Dr. diz e depois coloco aqui)
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/especialista-tira-duvidas-sobre-a-otosclerose

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Transcrição da fala em diversas situações para surdos e deficientes auditivos

Nossa amiga Diéfani, que morou e estudou nos Estados Unidos nos conta como um equipamento de transcrição da fala para texto pode facilitar nossa vida.


http://igualmentediferentes.com/2011/08/24/traducao-de-comunicacao-acessivel-em-tempo-real/

E aqui um artigo sobre o mesmo assunto:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=7298

La tecnología puede mejorar los resultados de los encuentros virtuales

Asistir a una videoconferencia o a grandes reuniones puede suponer un problema para las personas con discapacidad auditiva. La solución está en el transcriptor de discurso a texto, o estenotipia informatizada.

En muchas de las grandes compañías, las videoconferencias son cada vez más comunes, ya que es una forma rápida y sencilla de comunicarse cara a cara, aunque los participantes estén en distintos lugares.

Las videoconferencias pueden suponer un desafío para muchas personas con discapacidad auditiva, que en muchos casos dependen de la lectura de labios para obtener una mejor compresión. En una videoconferencia puede resultar difícil sacar provecho de esta habilidad, ya que en ocasiones puede haber interferencias como consecuencia de una mala señal, lo que puede provocar imágenes difusas o falta de sincronía entre la imagen y el sonido.
Una solución tecnológica
Una posible solución al problema es el llamado transcriptor de discurso a texto o estenotipia informatizada. El transcriptor escucha la videoconferencia y convierte el discurso en texto. Es una forma de subtitulación (legendagem) que se visualiza en una web de seguridad. La persona con discapacidad auditiva se sienta delante del ordenador(computador), y cuando comienza la reunión, puede leer los subtítulos(legendas) a través de una web segura.

La estenotipia informatizada utiliza un teclado especial que procesa las palabras fonéticamente, es decir, reproduce el sonido (som)  en lugar de la ortografía. Esto significa que se pueden escribir hasta 200 palabras por minuto, lo que proporciona al participante una traducción en tiempo real de lo que se está diciendo.

Esta tecnología también puede usarse en otras circunstancias, por ejemplo, en conferencias. En estas ocasiones, el texto se puede mostrar en una pantalla(tela) grande, para que todos los asistentes puedan seguir lo que se dice. Emplear estenotipia informatizada es una forma de asegurarse de que exista una total accesibilidad para las personas con discapacidad auditiva en las grandes reuniones y las conferencias.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

FESTIVAL ASSIM VIVEMOS 2011

Caros amigos

Esperamos vocês no Festival Assim Vivemos, evento que deu origem ao Programa Assim Vivemos,
realizado em 2009.
Abraços, Lara Pozzobon.


Imagem desfocada de bonequinhos de papel recortados de mãos dadas, na cor laranja, sobre fundo verde limão.


Sobre a imagem: Ministério da Cultura e Banco do Brasil apresentam e patrocinam, Assim Vivemos, quinto Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência.
Com uma programação de filmes que ultrapassam barreiras, desmontam preconceitos, fazem pensar e divertem, dando novas perspectivas à questão da deficiência, o Festival Assim Vivemos tem se constituído na maior celebração da inclusão cultural do Brasil. Nele, as pessoas com deficiência são as protagonistas, tanto nos filmes quanto no público.
Para que isso se tornasse realidade, desde sua primeira edição, o Assim Vivemos traz todas as acessibilidades (audiodescrição, catálogos em Braille, legendas Closed Caption, interpretação em LIBRAS nos debates e salas de cinema acessíveis a cadeirantes).
Em duas semanas, serão exibidos 28 filmes de 12 países, revelando universos singulares quanto o de crianças de Myanmar (ex-Birmânia) e o de mulheres cadeirantes de Moçambique. Como já é tradicional, serão realizados quatro debates sobre temas específicos, congregando pessoas com deficiência, profissionais especializados, professores universitários, diretores de cinema, entre outros.
Alguns destaques desta edição: Incluindo Samuel, dos Estados Unidos, e Incluir Também se Aprende, do Brasil, filmes que colocam em foco a educação inclusiva. Quando Brilha um Raio de Luz, do Irã, que mostra a bela relação de companheirismo entre duas irmãs. Downtown, da Polônia, que acompanha a realização de um ensaio fotográfico com jovens com síndrome de Down. O Tempo de Suas Vidas, do Reino Unido, que coloca em perspectiva as questões da terceira idade. E muito mais: filmes da Rússia, Canadá, Noruega, Irlanda, Suíça, numa programação que compõe um impressionante painel multicultural.


Todas as sessões terão ENTRADA FRANCA .


16 a 28 de agosto – CCBB Rio de Janeiro*


13 a 25 de setembro – CCBB Brasília


5 a 16 de outubro – CCBB São Paulo


*No Rio de Janeiro, sessões também no SESC Ramos e no SESC Madureira.


Confira a programação completa nos sites
www.assimvivemos.com.br
 e
www.bb.com.br/cultura




O Festival Assim Vivemos segue até o dia 28 de agosto no Centro Cultural Banco do Brasil e no SESC Madureira, no Rio de Janeiro.
Confira programação no site: www.assimvivemos.com.br
Estão confirmados o Depoimento da Dra. Izabel Maior no dia 24 de agosto, quarta-feira, às 19h, após a sessão
das 18h do filme "História do movimento político das pessoas com deficiência no Brasil" e os debates listados abaixo.
DEBATES DO FESTIVAL ASSIM VIVEMOS – Rio de Janeiro
18 de agosto: Surdez e implante coclear
Mônica Campello - Fonoaudióloga Pós Graduada em Audiocomunicação. Coordenadora de Projetos Educacionais e Tecnológicos do Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES – RJ
Carolina Magalhães - Professora Assistente da UFRJ nas disciplinas "Surdez" e "Aquisição de Linguagem" e mestre em Letras pela PUC. Supervisora do Ambulatório de Surdez da UFRJ.
19 de agosto: Síndrome de Down, trabalho e vida adulta
Juan Llerena - Médico Geneticista do Instituto Fernandes Figueira.
Breno Viola - Primeiro brasileiro com síndrome de Down a conquistar a faixa preta do judô. Em 2006, conquistou o Campeonato Europeu de Judô para Todos, e ainda conquistou o ouro na categoria -60 kg e um de bronze na categoria absoluto no Judô For All.
25 de agosto: Deficiência visual e acessibilidade
Débora Prates - Advogada e Delegada da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência/ OAB-RJ
Débora de Almeida Rodrigues – Museóloga, mestre em Memória Social e Documento pela UNIRIO, Técnica em Assuntos Educacionais do Centro de Memória da Escola de Serviço Social da UFRJ e membro da Comissão para acessibilidade de pessoas com deficiência da UFRJ.
26 de agosto: Educação inclusiva
Cláudia Grabois – Advogada, ex-presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e ex-conselheira do CONADE, ativista do movimento de defesa dos direitos humanos/pessoas com deficiência – Rede Inclusiva e Meta Social.
Lêda Spelta - Psicóloga Clínica, Analista de Sistemas, Consultora de Acessibilidade na Web da Digital Acesso e membro do Comitê de Ajudas Técnicas. Tem deficiência visual, estudou no Instituto Benjamin Constant e em escolas regulares.
Depoimento e Debates do Festival Assim Vivemos
Está confirmado o Depoimento da Dra. Izabel Maior no dia 24 de agosto, quarta-feira, às 19h, após a sessão
das 18h do filme "História do movimento político das pessoas com deficiência no Brasil".
E também estão confirmados os debates abaixo:
25 de agosto: Deficiência visual e acessibilidade
Débora Prates - Advogada e Delegada da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência/ OAB-RJ
Débora de Almeida Rodrigues – Museóloga, mestre em Memória Social e Documento pela UNIRIO, Técnica em Assuntos Educacionais do Centro de Memória da Escola de Serviço Social da UFRJ e membro da Comissão para acessibilidade de pessoas com deficiência da UFRJ.
26 de agosto: Educação inclusiva
Cláudia Grabois – Advogada, ex-presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down e ex-conselheira do CONADE, ativista do movimento de defesa dos direitos humanos/pessoas com deficiência – Rede Inclusiva e Meta Social.
Lêda Spelta - Psicóloga Clínica, Analista de Sistemas, Consultora de Acessibilidade na Web da Digital Acesso e membro do Comitê de Ajudas Técnicas. Tem deficiência visual, estudou no Instituto Benjamin Constant e em escolas regulares.
O Festival Assim Vivemos segue até o dia 28 de agosto no Centro Cultural Banco do Brasil e no SESC Madureira, no Rio de Janeiro.

Confira programação no site: http://www.assimvivemos.com.br/

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ototóxicos - medicamentos, produtos e situações que podem prejudicar a audição

Estes links contém informação sobre possíveis danos ao aparelho auditivo causados por medicamentos, agentes químicos etc.
Trata-se de um conjunto de textos com informação de várias origens.
Não devemos usar este tipo de informação para suspender ou evitar tratamentos médicos mas sem dúvida devemos ler a bula de cada remédio, mesmo que seja enorme, e anotar todas as dúvidas para perguntar ao médico.

Foto de SôRamires
Descrição da foto: fundo vermelho com listas verticais em tom vermelho mais escuro, vidro de remédio cor âmbar tombado com a tampinha branca ao lado, da boca do vidro saem alguns comprimidos brancos, ao lado do vidro outros comprimidos brancos formam um ponto de interrogação.

Exemplo: alguns remédios usados para reposição hormonal feminina podem piorar a otosclerose, está explicado na bula mas nem todo médico sabe ou pergunta a suas pacientes sobre essa condição. Aconteceu comigo, portanto vamos ler a bula e perguntar ao médico sempre.

Abaixo está parte da bula de um medicamento indicado para melhorar sintomas da menopausa, omito o nome do medicamento porque cada bula específica tem suas próprias contraindicações. 

...é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula. O hexaidrobenzoato de estradiol e a hidroxiprogesterona são contra-indicados a pacientes que apresentam doenças tromboembólicas e sangramentos vaginais não diagnosticados. O hexaidrobenzoato de estradiol é também contra-indicado a pacientes que apresentam antecedentes tromboembólicos, afecções cardiovasculares, coronariopatias, valvulopatias, acidentes cerebrovasculares, patologias oculares de origem vascular, tumores malignos mamários e uterinos, hepatopatias graves ou recentes, tumores hipofisários, colagenoses, porfiria e otosclerose.


http://sulp-surdosusuariosdalinguaportuguesa.blogspot.com/2008/12/perigo-alguns-remdios-podem-prejudicar.html
http://www.ibanezca.com.br/Ototoxicos2.htm

http://www.otorrinousp.org.br/imageBank/seminarios/seminario_50.pdf

http://www.oocities.org/br/lajfilipe/drogashtm.htm

http://www.profala.com/arttf7.htm

http://www.riesgoquimico.es/2009/04/20/sustancias-ototoxicas/ 

http://www.port.hear-it.org/Analgesicos-podem-causar-perda-auditiva

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

De Boca em Boca - Filme com audiodescrição, legendas e libras produzido pela ONG Vez da Voz

Curta-metragem da Vez da Voz será lançado em Campos do Jordão

Sábado, dia 20 de agosto, às 19h, público acompanhará a estreia do filme “De Boca em Boca”

Pela primeira vez, pessoas surdas, cegas e sem deficiência "aparente" poderão sentar-se JUNTAS na sala de um cinema. É que no dia 20 de agosto, às 19h, em um encontro sobre inclusão na cidade de Campos do Jordão (SP), a Vez da Voz lançará seu primeiro curta-metragem em formato totalmente inclusivo, com som, imagem, legenda, Libras e audiodescrição.

O filme “De boca em Boca”, produzido em 2010 pela ONG Vez da Voz em parceria com a Inclusiva Filmes, mostra as dificuldades e as possibilidades de inclusão da pessoa com deficiência em diversas atividades do dia a dia. Situações simples como caminhar na rua ou ir ao dentista podem se transformar em um grande problema se o mundo não é pensado para todo mundo. E é essa a intenção do curta: promover uma reflexão e uma mudança de comportamento dos cidadãos.

Além de apresentar o filme, integrantes da Vez da Voz irão ministrar palestras e promover oficinas. O encontro será realizado na Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP), Campus Platanus – Av. Januário Miraglia nº 3 – Vila Abernéssia.

Sábado, 20 de agosto

14h00 às 16h00: Fabiano Gold – Oficina de Libras

14h00 às 16h00: Sara Bentes – Integração das Pessoas com Deficiência.

14h00 às 16h00:Bell Machado – Audiodescrição

14h00 às 15h00: Claudia Cotes – Mídia Inclusiva

19h00 às 20h00: Estréia do Filme “De Boca em Boca” – Filme Totalmente Inclusivo

I Diálogo sobre Inclusão e Acessibilidade

Será realizado, em Campos do Jordão, de 19 a 21 de agosto, o I Diálogo sobre Inclusão e Acessibilidade. O encontro tem como objetivo sensibilizar e conscientizar as pessoas para que elas se tornem aliadas na luta pela inclusão e acessibilidade.

Cursos, palestras, oficinas e até o lançamento de um curta-metragem produzido pela Vez da Voz farão parte da programação. A expectativa dos organizadores é que cada pessoa que participe do evento tenha uma expansão no seu modo de encarar a deficiência e se torne agente de mudança no seu contexto.

Para participar do evento, as pessoas devem se inscrever no site http://www.guiainclusivo.com.br/inscricoes-dialogo/ e deverão levar no momento do credenciamento 2kg de alimento que serão doados à Igreja Matriz de Campos do Jordão. No site também é possível conhecer a programação do

I Diálogo sobre Inclusão e Acessibilidade

A iniciativa é do grupo Amigos em Acão - grupo de livre iniciativa da sociedade civil em vias de se tornar uma ONG, que realiza diversos trabalhos voltados para as necessidades sociais de Campos do Jordão, principalmente na área de pessoas com deficiência.



Serviço:

I Diálogo sobre Inclusão e Acessibilidade



Dias:19,20 e 21 de agosto

Local:Campus Platanus da UNIVAP (Universidade do Vale do Paraíba)

Campos do Jordão - SP

Mais informações: http://www.guiainclusivo.com.br/

Mais informações: http://www.vezdavoz.com.br/
http://www.vezdavoz.com.br/site/informacoes/2011/08/curta-metragem_da_vez_da_voz_sera_lancado_em_campos_do_jordao

Aro magnético, amplificador de indução magnética - mais informação

Já que no Brasil esse equipamento parece ser ignorado recorro a informação da Argentina na esperança de que se possam copiar estratégias e tecnologias de acessibilidade a baixo custo.
Estou tentando contacto com os responsáveis por esse programa, mas por não ser representante de entidades, sou apenas uma pesquisadora independente, a troca de informação é informal.
Espero que alguma comissão oficial tome conhecimento e se empenhe em trazer para o Brasil iniciativas semelhantes, afinal a Agentina é tão perto do Brasil e as dificuldades de tradução não são tão grandes assim.
Nos próximos dias vou traduzir e enviar esse material a parlamentares envolvidos com acessibilidade.

Uma ótima novidade, o INTI (Argentina) que tem um programa de tecnologias paraa saúde e deficiênciaas, tem um representante no Brasil, em Minas Gerais. Vou tentar contato com ele para ver se podemos aprender alguma coisa dessa tecnologia do "aro magnético" de baixo custo.
Pode parecer que tenho concentrado meus esforços num único recurso para surdos mas justifico a atitude porque até agora não consegui nada mais que informação e quero ver instalado um desses aparelhos para que outros além de mim possam julgar sua utilidade.
Sonia M.Ramires de Almeida



Serán acondicionadas por alumnos de escuelas técnicas que instalarán una serie de aros magnéticos que amplifican el sonido.
http://www.elentrerios.com/index.php/provincia/cultura/17921

A través de un convenio firmado entre el Instituto Provincial de Discapacidad (Iprodi) y el Instituto Nacional de Tecnología Industrial (INTI), se pusieron en marcha los Programas del Centro de Tecnologías para la Salud y Discapacidad.

Así lo explicó la titular del Iprodi, Claudia Allende de Butta quien agregó que desde el año pasado se viene desarrollando "la posibilidad de que impulsar estos programas de ciencia y tecnología aplicada a la discapacidad y la salud, que promueve el INTI”. Además dijo que ahora se está “instalando la posibilidad de extender el programa de aros magnéticos, donde las partes que confluyen para esto son el INTI, el Iprodi, las escuelas técnicas y las escuelas especiales de la provincia”.

Según consigna APF DIGITAL, la propuesta se conoció en la mañana de este viernes, en la presentación del Programa de Desarrollo de Aros Magnéticos que se hizo en el Salón de Usos Múltiples del Iprodi, Gregoria Matorras de San Martín 861 de la ciudad de Paraná.


Allí se expuso el contenido del Programa de Desarrollo de Aros Magnéticos, destinado a dotar a las escuelas de este sistema como herramienta de inclusión de las personas hipoacúsicas, y cuenta con la participación de las Escuelas Técnicas en relación a la fabricación e instalación del dispositivo.

Asimismo, se brindó una clase de armado del Aro Magnético.

La funcionaria remarcó que “de esta manera vamos a dar la posibilidad de que todas las salas de espectáculos públicos y culturales, salones de usos múltiples y las aulas de algunas escuelas, puedan estar dotadas de este aro magnético que es un amplificador del sonido para personas con hipoacusia”.

Explicó que “los alumnos de las escuelas técnicas podrán poner en juego su capacidad y aprendizaje, y podrán desarrollar este aro a muy bajo costo”. Según detalló, este dispositivo tendrá un costo de “entre 50 y 60 pesos ”, mientras que “el precio de mercado es de 1.500 pesos”.

“Pero más allá de eso, a veces no está al alcance de la gente y quizás ni se sabe qué es un aro magnético”, remarcó Butta. Al respecto acotó: “Dice Rafael Kohanoff (director del INTI a nivel provincial) que parece que fuera algo de la estratosfera. En cambio, es un dispositivo muy sencillo que no debería faltar en ninguno de estos salones”.

Asimismo, destacó que “no es el único programa. Este es el primer programa a desarrollar. Las escuelas especiales y las técnicas trabajarán en conjunto con nosotros para desarrollar otros”, adelantó. En tanto, destacó “el trabajo de estudiantes de Bioingeniería, de la UNER, que han hecho aportes de protocolos importantes, como duchas y canillas para baño pensadas para personas que realmente lo necesitan”.

Reconocimiento

Por su parte, Kohanoff dijo: “Me siento muy contento y satisfecho de ver la labor que impulsó Butta, logrando algo tremendamente importante. Si queremos ocuparnos de un tema tan crítico como es el de las personas con discapacidad, y de la exclusión en que se encuentran desde todo punto de vista, se requiere aunar los esfuerzos de todos los sectores públicos y privados".

Luego explicó que “de lo que se trata es de pensar en la gente, cuáles son sus necesidades, sus problemas. Articular la tecnología con el área de salud y educación, para diseñar dispositivos y equipos que luego pueden ser fabricados de una manera simple, sencilla, más allá del mercado, que sean accesibles para la gente”. Señaló que en este marco “se han diseñado el bastón para ciegos, la silla de ruedas, hasta una prótesis de miembro inferior, con planos y manuales que pueden ser hechos por las escuelas”.

Subrayó más adelante que “por decisión política del ministro de Educación de la Nación (Alberto Sileoni), se está relevando cuáles son las necesidades de toda la gente que asiste a escuelas especiales, y las escuelas técnicas empezarán a dar respuestas”. “Creo que la provincia está encarando esta tarea con un sentido de responsabilidad, un sentido social y solidario”, remarcó.

leia mais:
http://www.eldiario.com.ar/secciones/interes-general/9640-acondicionaran-las-salas-culturales-para-que-sean-accesibles-a-personas-con-hipoacusia.htm

http://wwworientar.blogspot.com/2011/06/cooperacion-entre-el-iprodi-y-el-inti.html

http://www.inatel.pt/content.aspx?menuid=267

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PREVENINDO A UMIDADE DO APARELHO AUDITIVO

Qualquer umidade, mesmo a da própria transpiração, pode atrapalhar o funcionamento do aparelho. Desta forma o aparelho deve ser mantido sempre seco. Além da limpeza diária existem outras coisas que podem ser feitas para prevenir acúmulo de umidade no aparelho.



Os aparelhos devem ser retirados para tomar banho, nadar ou para sair na chuva. Tenha sempre com você uma caixinha para guardar o aparelho nestes momentos.
Não deixe o aparelho em locais úmidos ou que tenham vapor. Quando a criança for tomar banho, não deixe o aparelho sobre a pia em contato com o vapor do chuveiro. Depois de lavar a cabeça espere o cabelo secar para depois colocar o aparelho.






FaixasQuando a criança fizer atividade física, procure utilizar uma faixa na cabeça, como as faixas de tenista. A maneira correta de usar estas faixas é deixá-la entre o aparelho e a cabeça.

Não cubra o aparelho com a faixa!




Desumidificadores

Existem vários produtos que atuam como desumidificadores e que são vendidos em lojas de aparelhos auditivos. Um exemplo destes produtos é o pote com cristais de sílica. Durante a noite o aparelho é colocado dentro do pote, com o compartimento de bateria aberto. O pote precisa ser bem tampado para que a sílica absorva a umidade do aparelho.











Conforme os cristais vão ficando carregados de umidade eles mudam de cor. A sílica pode ser reutilizada várias vezes bastando para isto que o pote seja colocado no forno convencional para que a umidade seja extraída e os cristais voltem a ficar da cor original.



sílica apropriada para usosílica carregada


Importante: nem todos os desumidificadores podem ser reutilizados. Pergunte ao fonoaudiólogo que tipo de material o desumidificador contém e certifique-se de ler as instruções no produto.



Dicas
Você pode fazer um desumidificador!

- Pacotes com sílica gel geralmente vêm nas caixas de produtos eletrônicos ou mesmo em vidros de medicamentos. Lojas e farmácias muitas vezes jogam fora este material e talvez possam guardar alguns para você. A sílica gel também pode ser comprada.

- Pegue um vidro pequeno que tenha tampa. Recorte um pedaço de espuma de aproximadamente 1 centímetro de espessura. A espuma deve ser recortada de modo que fique exatamente do tamanho do diâmetro do vidro – a espuma vai impedir que os agentes secantes entrem em contato direto com o aparelho. Não utilize aquele tipo de espuma que vai ressecando com o passar do tempo.

- Coloque a sílica no pote de vidro (a quantidade vai depender do tamanho do vidro) e depois coloque a espuma. Certifique-se que existe espaço suficiente entre a espuma e a tampa do vidro para que o aparelho seja colocado.











Outra dica onde comprar sílica, mas antes de utilizar tenha certeza de que o produto é o adequado para desumidificar equipamentos eletronicos
http://www.cacaumidade.com.br/

Dica do blog
http://cronicasdasurdez.com/dica-silica-gel-mais-barata/#.TzJgOspsEQg.twitter


Capas de proteção


Existem capas de proteção feitas de látex, de cores variadas, que são vendidas em lojas de aparelhos auditivos. Estas capas são também chamadas de “camisinhas” e protegem o aparelho não só da umidade mas também do acúmulo de poeira e do contato com outros produtos químicos. Para colocá-las no aparelho é necessária uma ferramenta especial que permite expandir o látex.

Sobre este produto ver comentário e link abaixo onde neste mesmo blog mostramos como comprar estas capas via internet diretamente dos EUA

AS CAPINHAS DE PROTEÇÃO ACIMA  SUPER SEALS JÁ NÃO SE ENCONTRAM MAIS à venda pela internet. Não sei se a fábrica fechou.







Dica

• Você pode fazer uma capa de proteção com uma bexiga. Corte a parte de baixo da bexiga e aproveite somente o “bico” da bexiga. Enrole esta parte como se fosse uma meia e coloque no aparelho. É necessário ver qual tamanho de bexiga que melhor se adapta ao tamanho do aparelho auditivo. Nunca deixe a entrada do microfone do aparelho coberta pela bexiga.

• Você também pode utilizar um filme plástico (tipo PVC) para “embrulhar” o aparelho. Este filme plástico deve ser trocado todo dia. Não deixe a entrada do microfone do aparelho coberta pelo filme.








Fonte: http://portaldosbebes.fob.usp.br/portaldosbebes/Portugues/detInstitucional.php?codcategoria_site=1&codinstitucional_fono=17

NESTE BLOG TEMOS OUTRAS POSTAGENS SOBRE O ASSUNTO, INCLUSIVE DICA PARA COMPRAR VIA INTERNET AS CAPAS PROTETORAS DE LATEX (que eu uso e recomendo)

http://sulp-surdosusuariosdalinguaportuguesa.blogspot.com/2011/01/protetor-para-aprelho-auditivo.html

(comentário de Soramires)

domingo, 14 de agosto de 2011

Aparelho auditivo permite mergulhos em oceano ouvindo música


Imagine mergulhar por 30 minutos em uma profundidade de 1 metro ouvindo música? Enfrentar uma tempestade sem se preocupar em proteger os ouvidos? Tomar uma bela ducha desfrutando do barulhinho da água? Ou ainda jogar uma partida de futebol atento à bola e ao apito do juiz? Pois isso tudo já é possível graças ao novo aparelho auditivo lançado pela Siemens em vários países e que chega agora ao Brasil.

Será lançado no próximo dia 25 de agosto, a partir das 19h, no Aquário de São Paulo, o Siemens Aquaris, o primeiro aparelho auditivo totalmente à prova d’ água. Isso mesmo, graças à completa vedação da caixa e do compartimento da bateria e à adoção de uma membrana revolucionária que protege o aparelho no contato com a água, poeira e suor, o usuário pode ficar submerso na piscina ou no mar até 1 metro de profundidade, por até 30 minutos, sem danificar o aparelho.

“O Aquaris é ideal para pessoas que permanecem muito tempo em ambientes úmidos e com poeira, a exemplo dos ciclistas, maratonistas e trabalhadores da construção civil”, afirma Fernando Dutenhefner, gerente da unidade de negócios da Siemens. Além disso, o aparelho é resistente a choques devido ao projeto robusto e aos materiais utilizados na sua fabricação. A maciez da superfície soft-touch e a qualidade da borracha aumentam o grau de fixação do aparelho na orelha, evitando que ele se desloque com facilidade.

O Siemens Aquaris será apresentado oficialmente no Brasil a uma plateia seleta, composta por médicos, profissionais da saúde, esportistas e deficientes auditivos. Na ocasião, os presentes poderão manusear o novo aparelho e assistir a um vídeo de apresentação da nova tecnologia. O lançamento será marcado, ainda, por uma apresentação de nado sincronizado, uma demonstração de que os usuários agora estão livres para praticar esportes, ouvir música enquanto nadam, falar ao telefone em plena praia e mergulhar por até 30 minutos sem danificar o aparelho.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Novidades sobre surdez, equipamentos tratamentos...

Reentrenar el cerebro podría eliminar el tinnitus
Mediante estimulación nerviosa y música se ha conseguido eliminar el tinnitus en ratones.
Los investigadores han conseguido silenciar el tinnitus en un grupo...
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Alegría a raudales, sonido por todas partes, niños sordos por aquí y por allá y un cantante de ópera con un traje naranja chillón son...
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El tinnitus son neuronas comunicándose entre sí
El tinnitus se genera por una actividad neuronal en el cerebro, según los investigadores
El tinnitus, un pitido fantasma en los oídos que...
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Obligado a abandonar el escenario por el tinnitus
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Índices elevados de pérdida de audición incluso en la mediana edad
Entre las personas de 45 a 54 años, una de cada nueve muestra signos de discapacidad auditiva, según revela...
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