O senador Cristóvam Buarque apresentou no senado um projeto de lei cuja parte equivocada publicamos abaixo.
Agora é a vez da Câmara dos Deputados analisar o PL.
Se for aprovado como está redigido acarretará sério prejuízo educacional para os surdos que usam próteses e que podem ouvir através de recursos técnicos, da medicina e da fonoaudiologia.
Não somos contra a oferta de língua de sinais, somos contra a padronização dos surdos, imaginando que todos devem se comunicar usando a língua de sinais.
Somos a prova concreta de que nem todo surdo usa língua de sinais. SOMOS SURDOS USUÁRIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA, FALADA, ESCRITA, POR LEITURA OROFACIAL. SOMOS SURDOS ORALIZADOS E NÃO ABRIMOS MÃO DE NOSSA CONDIÇÃO.
"Acrescenta art. 26-B à Lei nº 9.394, de
20 de dezembro de 1996 (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação
Nacional), para estabelecer condições
de oferta de ensino da Língua
Brasileira de Sinais (Libras), em todas
as etapas e modalidades da educação
básica.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 26-B:
“Art. 26-B. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) será obrigatória
para todos os estudantes surdos como língua de comunicação, em todos
os níveis e modalidades da educação básica, nas instituições públicas e
privadas de ensino."
REPRODUZO AQUI A MENSAGEM QUE ACABO DE ENVIAR AO SENADOR
cristovam@senador.gov.br
também deixe mensagem no portal do senador clicando abaixo:
http://cristovam.org.br/portal3/index.php?option=com_contact&view=contact&id=1%3Acristovam-buarque&catid=12%3Acontato&Itemid=100160
e peço aos surdos oralizados, usuários da língua portuguesa, usuários de aparelhos auditivos e implantes, pais de crianças surdas, fonoaudiólogos, otorrinos e todos os que realmente entendem de surdez em suas várias manifestações que escrevam também.
Prezado Senador
esta mensagem se refere ao PL abaixo
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 26-B:
“Art. 26-B. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) será obrigatória
para todos os estudantes surdos como língua de comunicação, em todos
os níveis e modalidades da educação básica, nas instituições públicas e
privadas de ensino.
Art. 1º A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 26-B:
“Art. 26-B. A Língua Brasileira de Sinais (Libras) será obrigatória
para todos os estudantes surdos como língua de comunicação, em todos
os níveis e modalidades da educação básica, nas instituições públicas e
privadas de ensino.
Senador, como pessoa surda, que estuda as ajudas técnicas para superar a surdez e levar uma vida plena inserida na sociedade global exercendo todos os direitos de cidadania fico chocada e preocupada com a redação acima de sua autoria.
Tal redação demonstra o total desconhecimento da DIVERSIDADE DENTRO DA SURDEZ, que com aparelhos auditivos, implantes cocleares, Baha, cirurgia de substituição do estribo, implante ósseo e tantas outras pode devolver a audição ou uma parte importante dela.
Isso prova que o senhor não está bem assessorado no assunto e essa redação do PL pode comprometer o futuro de milhares de crianças e adolescentes que seriam OBRIGADOS a abandonar todos os recursos técnicos, educativos efonoaudiológicos que permitem a oralização e o aprendizado da língua portuguesa.
Essa redação portanto pode prejudicar os surdos pós linguais, os surdos que usam próteses de qualquer tipo e que podem ser oralizados e não necessitam aprender língua de sinais.
Senador apelo à sua consciência de cidadão lutador pelas causas da educação que não tolha a possibilidade de vários pequenos brasileiros usarem próteses auditivas e se oralizarem e aprenderem a língua portuguesa que será seu instrumento de independência e pleno exercício da cidadania.
Não peço nada no meu interesse próprio uma vez que já sou sexagenária, surda desde a adolescência e que tive a oportunidade de trabalhar e estudar usando minha língua pátria, sem necessitar intérpretes ou intermediários.
Senador informe-se antes de cometer uma tremenda injustiça com crianças surdas e suas famílias.
Aguardando ansiosamente suas providências.
Sônia Maria Ramires de Almeida
rg .....
El proyecto Cine Accesible permite que personas con discapacidad visual o auditiva puedan acceder al cine en
las mejores condiciones posibles. Se realizan sesiones, en salas
comerciales, para crear un espacio de ocio integrador en el que personas
con y sin discapacidad acuden juntas a ver una película.
Así pues, en la sala se instala una pantalla de 5mX0,5m debajo de la pantalla de proyección. En esta pantalla adicional los espectadores con discapacidad auditiva siguen los diálogos de la película en forma de subtítulos.
Estos siguen un código de colores utilizado por las
personas sordas, que facilita la identificación de los diálogos de cada
personaje con un color diferente. Además de los diálogos, se incluyen, a
modo de acotaciones, las indicaciones necesarias respecto de sonidos,
golpes, gritos, música..., en definitiva, todo aquello que completa la
banda sonora de la película aparecerá reflejado como texto. La
colocación de una pantalla, además de impedir que determinadas letras de
color se pierdan en los fondos de la propia película, permite que los
espectadores que no necesiten este apoyo vean la película sin
subtitulado incrustado.
Las personas con discapacidad visual disponen de unos auriculares inalámbricos personales que se entregan a la entrada de la sala. A través de estos reciben una banda sonora específica, denominada audiodescripción.
Esta locución da información de todo aquello que sucede en pantalla y
que tenga relevancia para la correcta comprensión de la película. En
ella se dan indicaciones de estética, situación de los personajes,
reacciones, sentimientos... Todo aquello que es susceptible de ser
percibido a través de la vista. Técnicamente se editan lo que se llaman
bocadillos de sonido que son lanzados intercalados entre los diálogos de
la película, de manera que la persona con discapacidad visual recibe
los sonidos originales a través de los altavoces de la sala y la
audiodescripción por sus auriculares; las personas que no tengan
auriculares no percibirán la locución. 
La actuación dotará a los