Veja o audiograma sonoro no link
http://www.audicare.com.br/images/flash/audiograma.html
OS TEXTOS NÃO SÃO FECHADOS:SE HOUVER ATUALIZAÇÃO COLOCAREMOS JUNTO À POSTAGEM ORIGINAL. PROCURAMOS PESQUISAR E DIVULGAR RECURSOS QUE POSSAM MELHORAR A ACESSIBILIDADE DOS SURDOS USUÁRIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA NO BRASIL. ESTÃO À DISPOSIÇÃO LINKS DE TEXTOS E ASSOCIAÇÕES DE OUTROS PAÍSES REFERENTES AO NOSSO FOCO PRINCIPAL: SOMOS SURDOS E DEFICIENTES AUDITIVOS ORALISTAS E ORALIZADOS, PÓS LINGUAIS, QUE USAM PRÓTESES, IMPLANTES E OUTRAS AJUDAS TÉCNICAS. Logotipo:jvicttor E-MAIL soramires@gmail.com
domingo, 8 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DISCUTIR ACESSIBILIDADE DOS SURDOS USUÁRIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA.
É com muita alegria e esperança que anunciamos:
Nesta terça-feira, 3 de abril, às 14h30min, no Plenário 7, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados realizará audiência pública para discutir aacessibilidade necessárias à plena inclusão social da pessoa com deficiência auditiva, usuária da Língua Portuguesa. A audiência foi requerida pela Deputada Rosinha da Adefal (PTdoB/AL).
Já confirmaram presença, Anahi Guedes de Melo, Antropóloga, e Sônia Ramires de Almeida, Sociologa, ambas ativistas do movimento de surdos oralizados.
Já confirmaram presença, Anahi Guedes de Melo, Antropóloga, e Sônia Ramires de Almeida, Sociologa, ambas ativistas do movimento de surdos oralizados.
Comparecerá Maria Cecília Beviláqua, Fonoaudióloga; a representante do Ministério Público da União, Dra. Eugênia Fávero; a Gerente do Programa de Acessibilidade da Câmara dos Deputados, Adriana Jannuzzi; e o Conselheiro do Conade, Marcos Bandeira, o Centro Educacional da Audição e Linguagem Ludovico Pavoni (CEAL-LP) do Distrito Federal e o Secretário Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Antônio José Ferreira.
Os Surdos Usuários da Língua Portuguesa (Sulp) são os que utilizam a Língua Portuguesa – e não a Língua Brasileira de Sinais (Libras) – para se comunicar. Isso por meio das modalidades oral, oro-facial (ou leitura labial) e da escrita.Normalmente, os Sulp são os ensurdecidos (mas que ouviram até certa idade) com histórico de surdez congênita, ou adquirida, em razão de alguma doença ou do próprio envelhecimento. Alguns utilizam aparelhos auditivos, outros se submeteram ao implante coclear. Alguns não utilizam tecnologia alguma, mas fazem a leitura labial, por terem eleito esta como a forma de comunicação que mais lhe beneficia. Há, ainda, os que agregam diversos desses recursos, concomitantemente. São os surdos que lêem, escrevem e se comunicam fluentemente em Língua Portuguesa, embora, normalmente, não sejam fluentes na fala, tendo em vista as dificuldades naturais de aprendizado da língua sem ouvir. São, ainda, os que ficaram surdos após aprenderem a falar ou os que conquistaram a capacidade de fala por opção dos pais e ajuda fonoaudiológica especializada.O uso da Língua Portuguesa em sua forma oral também pode decorrer de opção, mesmo depois de adultos, por entenderem ser está uma maneira de facilitar o seu processo de inclusão social. Cada caso é um caso, e devemos respeitar a diversidade e a escolha de cada ser humano.
Os Sulp têm necessidades especificas no que se referem aos recursos em acessibilidade para que se efetive o seu direito à comunicação à informação. Em seu caso especifico, lamentavelmente, o Interprete de Libras não é capaz de promover-lhe a plena inclusão e nem de facilitar a sua comunicação, uma vez que eles não são fluentes nesta língua. São outras as soluções que necessitam, ajudas técnicas específicas, mas de que já se dispõe hoje em dia.
Há milhões de brasileiros com algum grau de deficiência auditiva, mas que tem a Língua Portuguesa como língua pátria. Em comum com os surdos usuários da Libras, a discriminação de que todos são vitimas. Em algumas situações, os Sulp são, ainda, mais invisíveis, pois o fato de se utilizarem da Língua Portuguesa dão a impressão de que não necessitam de recurso algum em acessibilidade, o que não é verdade.
Discutir os recursos e tecnologias necessárias à plena inclusão desta parcela da população, é o que se pretende nesta audiência pública.
Fonte: Assessoria Parlamentar
AGRADECEMOS A INICIATIVA DA DEPUTADA ROSINHA DA ADEFAL E A SUA ASSESSORA RITA MENDONÇA.
Como foi a Audiência?
http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/webcamara/videoArquivo?codSessao=00020597
Transcrição, agradecemos ao MAQ por publicar:
http://www.bengalalegal.com/sulp
Esta parte do texto vai escrita em VERDE ESPERANÇA.
http://www2.camara.gov.br/atividade-legislativa/webcamara/videoArquivo?codSessao=00020597
Transcrição, agradecemos ao MAQ por publicar:
http://www.bengalalegal.com/sulp
Esta parte do texto vai escrita em VERDE ESPERANÇA.
Voltei cansada mas feliz, pela primeira vez tivemos espaço para falar das necessidades específicas das pessoas surdas que desejam OUVIR e FALAR, que querem se comunicar usando a LÍNGUA PORTUGUESA (E OUTRAS É CLARO), sempre com a ajuda da medicina e das tecnologias assistivas.
Consegui levar as reivindicações do Manifesto SULP, e das matérias que temos postado neste Blog.
Digo consegui na primeira pessoa porque fui convidada a falar de nossas necessidades a partir de meu trabalho de divulgação do Manifesto e do Blog SULP.
Digo consegui na primeira pessoa porque fui convidada a falar de nossas necessidades a partir de meu trabalho de divulgação do Manifesto e do Blog SULP.
Não pertenço a nenhuma associação, ong ou partido político. Faço meu trabalho aqui de forma voluntária e independente. É assim que me sinto à vontade para elogiar ou criticar ações que dizem respeito ao assunto acessibilidade para os SULP.
O prêmio mais precioso se resume no comentário de meu amigo do Facebook, que reproduzo com orgulho e emoção:
Sô M Ramires Almeida, conversei ontem com a minha irmã e ela disse que sua atuação foi muito elogiada, todos ficaram muito impressionados com a forma como expôs a nossa luta e muitos tiveram uma verdadeira aula de acessibilidade. Acredito que todos aqui da comunidade são só agradecimentos pela coragem, insistência e perseverança. Espero que esta atuação nos dê o reconhecimento que merecemos e a tão almejada acessibilidade para nós surdos.
Obrigada Rafael, suas palavras me dão coragem e vontade de prosseguir."
E antes que eu comece a chorar no teclado encerro este comentário.
RESULTADOS IMEDIATOS:
03/04/2012 19:31
http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/SAUDE/413785-DEPUTADOS-REIVINDICAM-REDUCAO-DE-IMPOSTOS-EM-EQUIPAMENTOS-PARA-SURDEZ.html
Deputados reivindicam redução de impostos em equipamentos para surdez
Descrição da foto: Mesa composta por Dra Eugênia Fávero, Dr. Antonio José do Nascimento Ferreira, Deputada Rosinha da Adefal, Anahí Guedes e Sônia M.Ramires de Almeida.
Beto Oliveira

Na audiência, participantes apontaram grande diferença, no País, no preço dos equipamentos para surdez.
A Comissão de Seguridade Social e Família promoveu nesta terça-feira audiência pública para discutir o direito à comunicação e à informação das pessoas com deficiências auditivas. A deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), que sugeriu o debate, afirmou que é necessária atenção da sociedade e dos parlamentares para os surdos que usam apenas a língua portuguesa para se comunicar e não conhecem a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Além disso, a parlamentar defendeu a redução de impostos para tecnologias que melhoram a qualidade da comunicação das pessoas com deficiência. Cada aparelho auditivo, por exemplo, pode custar até R$ 10 mil. Já o implante coclear, conhecido popularmente como ouvido biônico, custa em média R$ 50 mil. “O preço alto desses aparelhos acaba por promover a exclusão dessas pessoas. É uma barreira que precisa ser derrubada”, disse.
Essa opinião também é compartilhada pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Segundo ele, a redução dos preços dos equipamentos deve ser feito pelo governo. “Já existem políticas para que esses produtos sejam mais acessíveis. Mas o governo precisa de políticas mais agressivas”, afirmou.
Além disso, a parlamentar defendeu a redução de impostos para tecnologias que melhoram a qualidade da comunicação das pessoas com deficiência. Cada aparelho auditivo, por exemplo, pode custar até R$ 10 mil. Já o implante coclear, conhecido popularmente como ouvido biônico, custa em média R$ 50 mil. “O preço alto desses aparelhos acaba por promover a exclusão dessas pessoas. É uma barreira que precisa ser derrubada”, disse.
Essa opinião também é compartilhada pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Segundo ele, a redução dos preços dos equipamentos deve ser feito pelo governo. “Já existem políticas para que esses produtos sejam mais acessíveis. Mas o governo precisa de políticas mais agressivas”, afirmou.

Em entrevista à TV Câmara, a procuradora Eugênia Fávero lista as dificuldades enfrentadas pelos surdos.
Para a procuradora da República no Estado de São Paulo Eugênia Fávero, o poder público precisa investir para pôr fim a barreiras de comunicação que prejudicam pessoas surdas ou com deficiência auditiva.
“Temos que garantir as duas formas de comunicação, tanto pela língua portuguesa, como pela Libras. A falta de tecnologia é barreira que dificulta não só o dia a dia, mas exclui as pessoas surdas de princípios fundamentais, como o direito à educação e à informação”, disse.
Para a socióloga Sônia Ramires de Almeida, que é deficiente auditiva, as pessoas surdas são reféns dos fornecedores de equipamentos, porque não oferecem preços acessíveis. “Já vi aparelhos aqui no Brasil vendidos por R$ 10 mil, ao passo que na internet encontrei o mesmo equipamento por U$ 2 mil. Os fornecedores sempre dão a mesma desculpa. Dizem que é por causa dos impostos, mas não dizem que impostos são esses.”
Para a socióloga Sônia Ramires de Almeida, que é deficiente auditiva, as pessoas surdas são reféns dos fornecedores de equipamentos, porque não oferecem preços acessíveis. “Já vi aparelhos aqui no Brasil vendidos por R$ 10 mil, ao passo que na internet encontrei o mesmo equipamento por U$ 2 mil. Os fornecedores sempre dão a mesma desculpa. Dizem que é por causa dos impostos, mas não dizem que impostos são esses.”
Íntegra da proposta:
Reportagem – Jaciene Alves
Edição – Ralph Machado
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'
Edição – Ralph Machado
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'
Audiência aconteceu nesta terça, 3 de abril, na Câmara dos Deputados
A procuradora da República em São Paulo Eugênia Fávero representou o
Ministério Público Federal em audiência pública para debater sobre o direito
à comunicação, à informação e à acessibilidade a fim de garantir a plena inclusão
social das pessoas com deficiência auditiva usuárias da língua portuguesa.
A audiência foi realizada nesta terça-feira, 3 de abril, pela Comissão de Seguridade
Social e Família da Câmara dos Deputados.
Fávero destacou a importância da audiência, que se propôs a dar espaço a esse
segmento de deficientes auditivos que não utiliza a Língua Brasileira de Sinais (Libras)
para se comunicar. Sobre isso, a procuradora sustentou a necessidade de
viabilizar um rol de instrumentos para garantir a inclusão social dessas pessoas,
por meio de aparelhos auditivos, implantes, consultas com fonoaudiólogos etc.
Durante a exposição, Fávero salientou que o poder público precisa atuar na questão.
“Não é mais aceitável que nasça um bebê surdo e ele fique apenas por conta da família
e da benesse de alguma entidade”, disse em referência ao fato de que a criança tem
direito à saúde, educação garantido por lei.
A procuradora também lembrou que, hoje, existe legislação que trata do direito à
acessibilidade, à informação, mas que deixa espaço para regulamentação. Além disso,
segundo Fávero, alguns serviços como o de legenda, por exemplo, são oferecidos com
baixa qualidade: “Mesmo onde existe o recurso, ainda não existe uma preocupação
com a qualidade. É como se qualquer coisa já bastasse, mas não basta. Tem que
haver o direito à disposição e em condições de uso, de acessibilidade”, pontua.
Fávero também salientou que o Ministério Público defende a educação inclusiva,
considerando as escolas especiais como apoio e complemento. De acordo com a
procuradora, a experiência das instituições especializadas colaboraria para ter uma
inclusão de alta qualidade, beneficiando a sociedade de maneira geral.
Atuação do MPF - Em fevereiro deste ano, a Procuradoria Regional dos Direitos do
Cidadão em São Paulo protocolou ação civil pública para regulamentar a
obrigatoriedade do uso de legendas em filmes nacionais financiados com dinheiro
público. A medida pode beneficiar mais de 8 milhões de brasileiros que sofrem com
algum tipo de deficiência auditiva.
Na ação, o procurador regional dos direitos do cidadão Jefferson Aparecido Dias
pede concessão de liminar para que a Petrobrás e o Banco Nacional de Desenvolvimento
Econômico e Social (BNDES), atualmente os principais patrocinadores de obras audiovisuais,
sejam obrigados a adequar editais prevendo o uso de legendas em português. A ação
também prevê que a União e a Agência Nacional de Cinema, Ancine, sejam condenados
a fiscalizar o cumprimento da determinação.
Secretaria de Comunicação
Procuradoria Geral da República
(61) 3105-6404/6408
sexta-feira, 30 de março de 2012
FILMES COM AUDIODESCRIÇÃO E LEGENDAS
http://www.iguale.com.br/blog/?p=569
O primeiro festival de cinema de São Paulo está em sua 38ª edição em 2012, premiando os melhores filmes de 2011. Os vencedores nas categorias nas categorias de melhor filme, documentário, ator, atriz, direção, roteiro e fotografia para os filmes brasileiros e melhor filme, direção, ator e atriz para os filmes estrangeiros, eleitos por público e crítica, serão exibidos no mês de abril.
Todas as sessões do Festival no CineSESC terão audiodescrição e legendas open caption, produzidas pela Iguale Comunicação de Acessibilidade (www.iguale.com.br), proporcionando acesso com autonomia e inclusão sócio-cultural às pessoas com deficiência visual e auditiva.
Desde 2010 a programação do Festival também acontece em Unidades do SESC do interior de São Paulo, levando o melhor do cinema a 16 cidades e tornando-se um dos maiores festivais em alcance do país. Os vencedores serão conhecidos no dia 04 de abril.
VEJA O PROGRAMA EM
http://www.iguale.com.br/blog/?p=569
Consulte classificação indicativa dos filmes em:
www.sescsp.org.br/melhoresfilmes
Serviço:
CineSESC
Rua Augusta, 2075 – Cerqueira César – São Paulo
(próximo ao metro Consolação / três quadras da Av. Paulista)
Informações pelo site ou pelo telefone (11) 3087-0500
Todas as sessões terão os mesmos valores de ingresso:
R$ 4,00 (público em geral); R$ 2,00 (usuários com cartão de matrícula SESC, estudantes, terceira idade, professores da rede pública) e grátis (comerciários e dependentes)
Divulguem e prestigiem!
domingo, 18 de março de 2012
SURDEZ E LÍNGUA PORTUGUESA - DESFAZENDO UM MITO
- Informação divulgada por PAULA PFEIFFER DO BLOG
http://cronicasdasurdez.com/tratamento-diferenciado-para-surdos-sinalizados-nas-provas-de-redacao-de-vestibular-eu-nao-concordo/
COMENTÁRIO QUE DEIXEI NO LINK da matéria:
POR FAVOR, ao divulgarem matérias como essa é necessário deixar bem claro que somente surdos que se comunicam em língua de sinais (nem todos) podem vir a ter problemas com redação em português.
Divulgar essa matéria pode ser altamente prejudicial aos surdos que usam a língua portuguesa, usam aparelhos auditivos e implantes cocleares e não se comunicam usando a língua de sinais e sim a língua portuguesa.
Eu e todos os surdos oralizados e os surdos póslinguais escrevemos e interpretamos corretamente o português, que é a nossa língua materna, na qual fomos educados.
Não se pode tomar um grupo específico de surdos como a totalidade dos surdos e deficientes auditivos. Isso pode gerar mitos como o de que não sabemos português e pode é claro prejudicar qualquer surdo não sinalizador na hora de procurar trabalho.
Mais informações a respeito dos surdos que usam português e são oralizados:
http://www.sulp-surdosusuariosdali nguaportuguesa.blogspot.co m/
Obrigada
Sônia Maria Ramires de Almeida
Surda desde os 20 anos (hoje tenho 64 anos, funcionária aposentada do Banco do Brasil, entrei por concurso antes da Lei de Cotas, formada em Ciências Sociais pela USP e tradutora pela Aliança Francesa.

Outra vez a mesma história, somos surdos oralistas e oralizados e nos comunicamos muito bem em português. Essas notícias que tratam todo surdo como "deficiente" em português nos prejudica ao procurar emprego, ao procurar escola, na sociedade em geral. Não podemos permitir que tomem uma parte pelo todo. Temos que nos defender de mais esse preconceito.Nem todo surdo usa língua de sinais, nem todo surdo é incapaz de escrever bem !
quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Novas notícias sobre surdez: www.spanish.hear-it.org
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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Teatro Carlos Gomes RJ Estreia projeto de Inclusão de Pessoas com Deficiência visual e auditiva - AUDIODESCRIÇÃO - LIBRAS - LEGENDAGEM
Caros amigos SULP
é com prazer que divulgamos o projeto:
Envio aqui a divulgação do primeiro projeto de Acessibilidade no teatro com
um ano de continuidade garantida. Solicito que ajudem a espalhar a
notícia.
Abraços,
Lara Pozzobon.
TEATRO CARLOS GOMES ESTREIA PROJETO DE INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
VISUAL E AUDITIVA
Com patrocínio da Petrobras, o teatro será o único do Brasil a contar com
recursos de audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendagem em todas
as peças em cartaz em 2012
A partir do dia 4 de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal
Carlos Gomes (Rio de Janeiro), na temporada de 2012, vão contar com recursos para garantir
a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. O projeto,
da Lavoro Produções, é patrocinado pela Petrobras, em parceria com a
Prefeitura do Rio, e prevê sessões inclusivas aos domingos, duas vezes por
mês, durante todo o ano.
Na estreia do serviço, no dia 4 de março, o público poderá conferir a peça
“As Mimosas da Praça Tiradentes” com recursos de audiodescrição,
interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e legendas, como as
que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption. As sessões
inclusivas dos espetáculos serão sempre nos primeiros e terceiros domingos
do mês.
O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de
Janeiro, será o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total
ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência
visual - cegos e pessoas com baixa visão - além de pessoas com deficiência
intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da
audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio
da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as
informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como
expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do
ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da
leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a
acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça
terá versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a
Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações
sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os
diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas
pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
O projeto de acessibilidade não acarretará custos extras para os usuários
dos recursos. Para assistir às peças, o público poderá usufruir do
ingresso a preços populares, política já adotada pelos teatros da Rede
Municipal do Rio de Janeiro, que inclui o Teatro Municipal Carlos Gomes.
As Mimosas da Praça Tiradentes
Um grupo de transformistas ensaia um show para arrecadar fundos em prol do
Cabaré das Mimosas, ameaçado de fechar suas portas. Ao longo dos ensaios
são reveladas as histórias das personagens e suas relações pessoais. Cada
uma delas representa um período da Praça Tiradentes – são negros, ciganos,
vedetes, dançarinas de gafieira, a corte portuguesa e os estrangeiros que
ao longo do tempo ajudaram a construir a identidade desta região.
Alternando números musicais com cenas dramáticas, o espetáculo cria um
mosaico de acontecimentos e fatos que mostra a importância e a razão pela
qual a Praça Tiradentes foi considerada uma das regiões mais tradicionais
do Rio de Janeiro, sendo conhecida, por muito tempo, como a Broadway
brasileira. Texto de Gustavo Gasparini e Sérgio Módena. Com Cláudio Tovar,
Marya Bravo, Gustavo Gasparini, Milton Filho, Jonas Hammar e César
Augusto.
Sobre a Lavoro Produções
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais
com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições,
grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando
começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de
Filmes dobre Deficiência. O projeto introduziu a acessibilidade em
projetos culturais no Brasil.
Sobre o Teatro Municipal Carlos Gomes
O Teatro Municipal Carlos Gomes tem uma trajetória que se confunde com a
própria história do teatro brasileiro. Em 1904, o empresário do
entretenimento Paschoal Segreto comprou o antigo Teatro Cassino
Franco-Brésilien, fundado em 1872, e o renomeou Carlos Gomes. Em 1963, a
classe teatral reagiu contra a tentativa de transformar o teatro em
cinema, mas o espaço ficou abandonado. Em 1988, o teatro foi posto à
venda. A Prefeitura do Rio comprou o teatro, realizou uma grande reforma e
o transformou em um dos melhores teatros da cidade, em 1993. Hoje, além da
sala principal, funciona no segundo andar o Salão Nobre Guarani, reservado
para espetáculos musicais.
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes
Peça: As Mimosas da Praça Tiradentes
Dias 04 e 18 de março, às 19h30
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Capacidade: 685 lugares
Ingresso: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Classificação etária: 12 anos
Duração: 120 minutos
Bilheteria: a partir das 11h (qui. e sex.); a partir das 14h (sáb. e dom.).
Assessoria: Palavra Assessoria
(21) 3204-3124
Patricia Klingl
patricia@palavraonline.com
(21) 9811-8087
é com prazer que divulgamos o projeto:
Envio aqui a divulgação do primeiro projeto de Acessibilidade no teatro com
um ano de continuidade garantida. Solicito que ajudem a espalhar a
notícia.
Abraços,
Lara Pozzobon.
TEATRO CARLOS GOMES ESTREIA PROJETO DE INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
VISUAL E AUDITIVA
Com patrocínio da Petrobras, o teatro será o único do Brasil a contar com
recursos de audiodescrição, interpretação em LIBRAS e legendagem em todas
as peças em cartaz em 2012
A partir do dia 4 de março, todas as peças em cartaz no Teatro Municipal
Carlos Gomes (Rio de Janeiro), na temporada de 2012, vão contar com recursos para garantir
a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva. O projeto,
da Lavoro Produções, é patrocinado pela Petrobras, em parceria com a
Prefeitura do Rio, e prevê sessões inclusivas aos domingos, duas vezes por
mês, durante todo o ano.
Na estreia do serviço, no dia 4 de março, o público poderá conferir a peça
“As Mimosas da Praça Tiradentes” com recursos de audiodescrição,
interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e legendas, como as
que são utilizadas pelos canais de televisão em Closed Caption. As sessões
inclusivas dos espetáculos serão sempre nos primeiros e terceiros domingos
do mês.
O Teatro Municipal Carlos Gomes, que é um dos mais importantes do Rio de
Janeiro, será o único do país a oferecer o serviço de acessibilidade total
ao público de suas peças. O objetivo é incluir as pessoas com deficiência
visual - cegos e pessoas com baixa visão - além de pessoas com deficiência
intelectual, autistas, disléxicos e com síndrome de Down, por meio da
audiodescrição; e de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, por meio
da Língua Brasileira de Sinais e do serviço de Legendagem.
O recurso da audiodescrição consiste na descrição objetiva de todas as
informações visuais contidas nas cenas do espetáculo teatral, como
expressões faciais e corporais, ações dos personagens, detalhes do
ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da
leitura de informações escritas em cenários ou adereços. Para completar a
acessibilidade para as pessoas com deficiência visual, o programa da peça
terá versão em Braille. A interpretação em LIBRAS é a tradução para a
Língua Brasileira de Sinais de todos os diálogos, músicas e informações
sonoras importantes da peça teatral. A legendagem também contém todos os
diálogos, músicas e informações sonoras do espetáculo, e é utilizada pelas
pessoas com deficiência auditiva que não usam LIBRAS.
O projeto de acessibilidade não acarretará custos extras para os usuários
dos recursos. Para assistir às peças, o público poderá usufruir do
ingresso a preços populares, política já adotada pelos teatros da Rede
Municipal do Rio de Janeiro, que inclui o Teatro Municipal Carlos Gomes.
As Mimosas da Praça Tiradentes
Um grupo de transformistas ensaia um show para arrecadar fundos em prol do
Cabaré das Mimosas, ameaçado de fechar suas portas. Ao longo dos ensaios
são reveladas as histórias das personagens e suas relações pessoais. Cada
uma delas representa um período da Praça Tiradentes – são negros, ciganos,
vedetes, dançarinas de gafieira, a corte portuguesa e os estrangeiros que
ao longo do tempo ajudaram a construir a identidade desta região.
Alternando números musicais com cenas dramáticas, o espetáculo cria um
mosaico de acontecimentos e fatos que mostra a importância e a razão pela
qual a Praça Tiradentes foi considerada uma das regiões mais tradicionais
do Rio de Janeiro, sendo conhecida, por muito tempo, como a Broadway
brasileira. Texto de Gustavo Gasparini e Sérgio Módena. Com Cláudio Tovar,
Marya Bravo, Gustavo Gasparini, Milton Filho, Jonas Hammar e César
Augusto.
Sobre a Lavoro Produções
A Lavoro Produções é uma empresa pioneira na criação de projetos culturais
com acessibilidade, que se tornou uma referência entre as instituições,
grupos e pessoas com deficiência no Brasil e no mundo desde 2003, quando
começou a realizar o Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de
Filmes dobre Deficiência. O projeto introduziu a acessibilidade em
projetos culturais no Brasil.
Sobre o Teatro Municipal Carlos Gomes
O Teatro Municipal Carlos Gomes tem uma trajetória que se confunde com a
própria história do teatro brasileiro. Em 1904, o empresário do
entretenimento Paschoal Segreto comprou o antigo Teatro Cassino
Franco-Brésilien, fundado em 1872, e o renomeou Carlos Gomes. Em 1963, a
classe teatral reagiu contra a tentativa de transformar o teatro em
cinema, mas o espaço ficou abandonado. Em 1988, o teatro foi posto à
venda. A Prefeitura do Rio comprou o teatro, realizou uma grande reforma e
o transformou em um dos melhores teatros da cidade, em 1993. Hoje, além da
sala principal, funciona no segundo andar o Salão Nobre Guarani, reservado
para espetáculos musicais.
SERVIÇO: Acessibilidade no Teatro Carlos Gomes
Peça: As Mimosas da Praça Tiradentes
Dias 04 e 18 de março, às 19h30
Local: Teatro Municipal Carlos Gomes. Praça Tiradentes, 19, Centro,
telefone: 2224-3602 ou 2215-0556.
Capacidade: 685 lugares
Ingresso: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Classificação etária: 12 anos
Duração: 120 minutos
Bilheteria: a partir das 11h (qui. e sex.); a partir das 14h (sáb. e dom.).
Assessoria: Palavra Assessoria
(21) 3204-3124
Patricia Klingl
patricia@palavraonline.com
(21) 9811-8087
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
LEGENDAS NA TV TAMBÉM SÃO ÚTEIS EM AMBIENTES PÚBLICOS BARULHENTOS
http://www.dgabc.com.br/News/5942561/closed-caption-impulsiona-negocios.aspx#.T0JyzLR8BuY.twitter
Em hospitais, consultórios, restaurantes, bares e outros estabelecimentos é cada vez mais comum haver televisores com a tecla closed caption (legenda oculta de programas de TV) acionada, o que permite aos frequentadores desses locais acompanhar os telejornais, mesmo que não consigam ouvir a notícia, por exemplo.
O segmento de closed caption é um filão que tem colaborado para impulsionar os resultados da empresa de Santo André STNCaption. A companhia, que existe há 12 anos, e é uma das líderes desse mercado, ampliou em 30% seu faturamento nos últimos dois anos e a perspectiva é crescer 60% neste ano.
Com faturamento anual em torno de R$ 2,5 milhões e carteira de clientes em que constam TV Bandeirantes, Rede Vida, TV Tribuna de Santos, além de câmaras de arbitragens de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, a empresa projeta atingir os R$ 4 milhões e ampliar o número de funcionários, dos atuais 18 para 25 neste ano.
A empresária Maria Teresa Bucci, que está à frente da STNCaption, explica que desde 2006, quando o Ministério das Comunicações lançou portaria que exigia que as emissoras disponibilizassem a legenda, os negócios vêm em ritmo crescente. A legislação estabeleceu implantação gradativa, para garantir acessibilidade aos deficientes auditivos. Em 2011, a exigência era de oito horas diárias e, em junho deste ano, as redes terão de oferecer o serviço em 12 horas da grade da programação.
ESTENOTIPIA
O setor, no entanto, não é a única fonte de receita da empresa. Com mais de 20 anos de experiência em estenotipia - Maria Teresa começou a atuar no ramo aos 20 anos no Fórum de Santo André -, a empresária fundou a companhia para atender o mercado de transcrição, em tempo real, de audiências públicas e privadas e de congressos dos mais diversos segmentos profissionais. Essa área, em que é necessária a presença do profissional no local, continua representando 50% do faturamento da STNCaption.
O trabalho do estenotipista compreende a digitação em um teclado especial, de 24 teclas que podem ser batidas ao mesmo tempo. Isso permite infinidade de combinações. Conectado a um computador e a um software, o equipamento permite fazer, após treinamento, mais de 180 palavras por minuto.
PROFISSIONAIS
Maria Teresa relata que faltam profissionais especializados no segmento e, para suprir essa carência, a empresa oferece cursos anualmente. "Demora um ano para formar um estenotipista, e mais um ano e meio para ele adquirir velocidade, para fazer o trabalho com programas de televisão. É preciso também ser bom em português", cita.
Além da dificuldade de encontrar pessoal capacitado, outro problema é o fato de os equipamentos e softwares utilizados serem importados. Anualmente, a companhia investe de R$ 50 mil a R$ 70 mil nesses itens, sem incluir gastos com a aquisição de computadores.
EMPREENDEDORAS
O empreendedorismo entre as mulheres, como a empresária Maria Teresa Bucci, de Santo André, é uma realidade que veio para ficar no Brasil, apontam as pesquisas.
Levantamento feito pela analista do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Grande ABC Zenaide Mota mostra que o interesse do público feminino em se informar sobre a abertura de negócios é crescente: de janeiro a maio de 2011, as mulheres representavam 40% do atendimento da regional, enquanto no mesmo período de 2010, eram 32%.
Outro estudo, o GEM (Global Entrepreneurship Monitor) de 2009 (o mais recente), mostra que as mulheres brasileiras já eram maioria no empreendedorismo, totalizando 53% contra 47% de homens. Apenas dois países tinham taxas de empreendedoras maior: Guatemala e Tonga. Zenaide considera que o público feminino procura se planejar mais para iniciar empresas. Ela acrescenta que a legislação do microempreendedor individual, que reduziu custos e a burocracia, favorece a formalização dos negócios
Em hospitais, consultórios, restaurantes, bares e outros estabelecimentos é cada vez mais comum haver televisores com a tecla closed caption (legenda oculta de programas de TV) acionada, o que permite aos frequentadores desses locais acompanhar os telejornais, mesmo que não consigam ouvir a notícia, por exemplo.
O segmento de closed caption é um filão que tem colaborado para impulsionar os resultados da empresa de Santo André STNCaption. A companhia, que existe há 12 anos, e é uma das líderes desse mercado, ampliou em 30% seu faturamento nos últimos dois anos e a perspectiva é crescer 60% neste ano.
Com faturamento anual em torno de R$ 2,5 milhões e carteira de clientes em que constam TV Bandeirantes, Rede Vida, TV Tribuna de Santos, além de câmaras de arbitragens de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, a empresa projeta atingir os R$ 4 milhões e ampliar o número de funcionários, dos atuais 18 para 25 neste ano.
A empresária Maria Teresa Bucci, que está à frente da STNCaption, explica que desde 2006, quando o Ministério das Comunicações lançou portaria que exigia que as emissoras disponibilizassem a legenda, os negócios vêm em ritmo crescente. A legislação estabeleceu implantação gradativa, para garantir acessibilidade aos deficientes auditivos. Em 2011, a exigência era de oito horas diárias e, em junho deste ano, as redes terão de oferecer o serviço em 12 horas da grade da programação.
ESTENOTIPIA
O setor, no entanto, não é a única fonte de receita da empresa. Com mais de 20 anos de experiência em estenotipia - Maria Teresa começou a atuar no ramo aos 20 anos no Fórum de Santo André -, a empresária fundou a companhia para atender o mercado de transcrição, em tempo real, de audiências públicas e privadas e de congressos dos mais diversos segmentos profissionais. Essa área, em que é necessária a presença do profissional no local, continua representando 50% do faturamento da STNCaption.
O trabalho do estenotipista compreende a digitação em um teclado especial, de 24 teclas que podem ser batidas ao mesmo tempo. Isso permite infinidade de combinações. Conectado a um computador e a um software, o equipamento permite fazer, após treinamento, mais de 180 palavras por minuto.
PROFISSIONAIS
Maria Teresa relata que faltam profissionais especializados no segmento e, para suprir essa carência, a empresa oferece cursos anualmente. "Demora um ano para formar um estenotipista, e mais um ano e meio para ele adquirir velocidade, para fazer o trabalho com programas de televisão. É preciso também ser bom em português", cita.
Além da dificuldade de encontrar pessoal capacitado, outro problema é o fato de os equipamentos e softwares utilizados serem importados. Anualmente, a companhia investe de R$ 50 mil a R$ 70 mil nesses itens, sem incluir gastos com a aquisição de computadores.
EMPREENDEDORAS
O empreendedorismo entre as mulheres, como a empresária Maria Teresa Bucci, de Santo André, é uma realidade que veio para ficar no Brasil, apontam as pesquisas.
Levantamento feito pela analista do Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) no Grande ABC Zenaide Mota mostra que o interesse do público feminino em se informar sobre a abertura de negócios é crescente: de janeiro a maio de 2011, as mulheres representavam 40% do atendimento da regional, enquanto no mesmo período de 2010, eram 32%.
Outro estudo, o GEM (Global Entrepreneurship Monitor) de 2009 (o mais recente), mostra que as mulheres brasileiras já eram maioria no empreendedorismo, totalizando 53% contra 47% de homens. Apenas dois países tinham taxas de empreendedoras maior: Guatemala e Tonga. Zenaide considera que o público feminino procura se planejar mais para iniciar empresas. Ela acrescenta que a legislação do microempreendedor individual, que reduziu custos e a burocracia, favorece a formalização dos negócios
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE LEGENDAS EM FILMES NACIONAIS COM PATROCÍNIO PÚBLICO
Texto publicado em 15/02/2012 - 08:44 Ministério Público pede legenda para surdos em filmes nacionais Fonte: Brasil 247
15 de Fevereiro de 2012 às 07:14
Fernando Porfírio _247- O Ministério Público Federal quer que os filmes nacionais com patrocínio público tenha legenda para surdos. Para isso, a Procuradoria da República em São Paulo entrou na Justiça com uma ação civil pública para regulamentar a medida. De acordo com o MPF, a novidade pode beneficiar mais de cinco milhões de brasileiros que sofrem algum tipo de deficiência auditiva. O objetivo é garantir acesso adequado dessas pessoas ao conteúdo dos filmes nacionais.
Na ação, o procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, pede a concessão de liminar para que a Petrobrás e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atualmente os principais patrocinadores e financiadores das obras audiovisuais nacionais, sejam condenados a, num prazo de 40 dias, adequar os padrões de editais e contratos, para que seus patrocínios contemplem legendas abertas descritivas em língua portuguesa.
Além disso, a ação pede que a União e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) sejam condenadas a fiscalizar o cumprimento da obrigatoriedade das legendas em filmes nacionais que contem com patrocínio público. Caso eventuais medidas judiciais sejam concedidas e não sejam cumpridas, o MPF propõe a aplicação de multa diária no valor mínimo de R$ 100 mil.
Dias explicou que desde 2004 o MPF vem atuando exaustivamente no sentido de buscar mecanismos para garantir a inclusão de legendas em língua portuguesa em filmes nacionais. O procurador lembrou que inúmeras reuniões foram feitas e que, em 2009, foi expedida uma recomendação ao Ministério da Cultura para que a acessibilidade às pessoas com deficiência auditiva, por meio de legendas, fosse condição para a aprovação de financiamentos para a produção de filmes nacionais.
“Entretanto, e apesar de todo o esforço despendido, a inércia do Ministério da Cultura e da Ancine estão dificultando a adoção das medidas necessárias à implementação do recurso para acesso das pessoas com deficiência auditiva ao conteúdo dos filmes nacionais”, lamentou o procurador.
http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=62578
Para Dias, o Ministério da Cultura vem agindo ao arrepio do ordenamento jurídico, chegando a afirmar que a inserção de legendas abertas gravadas diretamente na matriz dos filmes configuraria ônus excessivo às pessoas que não possuem deficiência auditiva.
Na ação, o MPF aponta que, somente em 2009, a Petrobrás investiu R$ 154,6 milhões e projetos culturais, dos quais mais de R$ 28 milhões em patrocínio ao cinema nacional. Segundo a Lei do Audiovisual, a empresa patrocinadora pode deduzir do imposto de renda devido 100% da quantia investida no patrocínio à produção de obras cinematográficas brasileiras, limitado a 4% de seu imposto devido no exercício.
15 de Fevereiro de 2012 às 07:14
Fernando Porfírio _247- O Ministério Público Federal quer que os filmes nacionais com patrocínio público tenha legenda para surdos. Para isso, a Procuradoria da República em São Paulo entrou na Justiça com uma ação civil pública para regulamentar a medida. De acordo com o MPF, a novidade pode beneficiar mais de cinco milhões de brasileiros que sofrem algum tipo de deficiência auditiva. O objetivo é garantir acesso adequado dessas pessoas ao conteúdo dos filmes nacionais.
Na ação, o procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, pede a concessão de liminar para que a Petrobrás e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atualmente os principais patrocinadores e financiadores das obras audiovisuais nacionais, sejam condenados a, num prazo de 40 dias, adequar os padrões de editais e contratos, para que seus patrocínios contemplem legendas abertas descritivas em língua portuguesa.
Além disso, a ação pede que a União e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) sejam condenadas a fiscalizar o cumprimento da obrigatoriedade das legendas em filmes nacionais que contem com patrocínio público. Caso eventuais medidas judiciais sejam concedidas e não sejam cumpridas, o MPF propõe a aplicação de multa diária no valor mínimo de R$ 100 mil.
Dias explicou que desde 2004 o MPF vem atuando exaustivamente no sentido de buscar mecanismos para garantir a inclusão de legendas em língua portuguesa em filmes nacionais. O procurador lembrou que inúmeras reuniões foram feitas e que, em 2009, foi expedida uma recomendação ao Ministério da Cultura para que a acessibilidade às pessoas com deficiência auditiva, por meio de legendas, fosse condição para a aprovação de financiamentos para a produção de filmes nacionais.
“Entretanto, e apesar de todo o esforço despendido, a inércia do Ministério da Cultura e da Ancine estão dificultando a adoção das medidas necessárias à implementação do recurso para acesso das pessoas com deficiência auditiva ao conteúdo dos filmes nacionais”, lamentou o procurador.
http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=62578
Para Dias, o Ministério da Cultura vem agindo ao arrepio do ordenamento jurídico, chegando a afirmar que a inserção de legendas abertas gravadas diretamente na matriz dos filmes configuraria ônus excessivo às pessoas que não possuem deficiência auditiva.
Na ação, o MPF aponta que, somente em 2009, a Petrobrás investiu R$ 154,6 milhões e projetos culturais, dos quais mais de R$ 28 milhões em patrocínio ao cinema nacional. Segundo a Lei do Audiovisual, a empresa patrocinadora pode deduzir do imposto de renda devido 100% da quantia investida no patrocínio à produção de obras cinematográficas brasileiras, limitado a 4% de seu imposto devido no exercício.
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domingo, 12 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
MOVIMENTO DUBLADOS SEM OPÇÃO NÃO
Movimento #Dublados SEM OPÇÃO NÃO
Campanha da Sociedade dos Blogs de Séries em prol do direito de escolha pelo assinante de TV por assinatura no Brasil.
http://www.ligadoemserie.com.br/2012/02/dubladosemopcaonao/
Questão de Escolha
Campanha da Sociedade dos Blogs de Séries em prol do direito de escolha pelo assinante de TV por assinatura no Brasil.
http://www.ligadoemserie.com.br/2012/02/dubladosemopcaonao/
Questão de EscolhaQuando você compra ou aluga um DVD ou Blu-ray, é possível escolher se vai assistir ao conteúdo com áudio original e legendas ou dublado em português. É um recurso simples, democrático, acessível e independente da preferência pessoal do espectador. Infelizmente, o mesmo não ocorre na TV por assinatura brasileira. Desde 2007, diversos canais fechados passaram a investir em conteúdo dublado (ignorando a parcela de assinantes com deficiência auditiva, diga-se), sobrepondo-o em cima do original legendado, muitas vezes da noite para o dia e sem conferir a opção de escolha. Poucos hoje oferecem legendas e a tendência por oferecer o áudio dublado por padrão hoje é dominante. Pautados em pesquisas de mercado comoesta do Instituto DataFolha, que indicam a preferência pela dublagem por uma relativa maioria (afinal, pouquíssimos são consultados), canais de TV investem na imposição da dublagem de atrações que costumavam ser exibidas com áudio original e legendas. Você foi consultado?
Questão Técnica
Assim como ocorre no exemplo do DVD ou Blu-ray, a maioria das operadoras de TV por assinatura estão tecnicamente preparadas para oferecer todas as opções para o assinante, seja para aquele que prefere assistir filmes e séries com áudio original e legendas, ou para os que preferem dublado. “Tecnicamente disponibilizamos isso para todos, basta o programador mandar. Se os canais nos mandam a legenda e dois áudios, estamos prontos para oferecer as opções em 100% dos canais”, declarou o gerente de marketing da NET, Alessando Maluf, em entrevista ao Jornal do Comércio. Isso tanto é verdade que canais dos grupos Tele Cine e HBO, por exemplo, já disponibilizam todas as faixas para seus assinantes, que precisa apenas selecioná-los no controle remoto. Mas por que esse, então, não é o padrão?
Questão Financeira
Nem todos os canais estão dispostos a incorrer nos custos necessários para a implantação desta tecnologia. Alexandre Annenberg, presidente-executivo da ABTA disse que “isso envolve custos adicionais que não são triviais, pois passa a ocupar faixas diferentes da capacidade de transmissão. Se você simultaneamente estiver transmitindo dois filmes, um dublado e um legendado, ocupa um espaço que tem um custo, obviamente”. Ele ainda complementa que “Na medida em que a TV por assinatura recentemente começou a receber uma marcha significativa de assinantes de classe C, percebemos que isso passou a ser uma exigência dessa classe que se sente, digamos assim, mais confortável com programação dublada. A partir daí, para atender a esse contingente expressivo, nós passamos a investir também na dublagem de filmes e séries”. Vergonhoso com o assinante e com o consumidor.
É curioso notar, contudo, que de acordo com dados da Anatel, a TV por assinatura no Brasil teve um crescimento estrondoso, de mais de 30%, com uma base superior a 12 milhões de assinaturas. Ora, tamanho crescimento reflete diretamente no faturamento de canais e empresas, razão pela qual o argumento “falta dinheiro” é absolutamente refutável. Falta interesse e, principalmente, respeito com você assinante que paga caro para ter um produto incompleto e discriminatório. Por isso, o Ligado em Série, alinhado com a Sociedade dos Blogs de Séries inicia aqui o movimento “DUBLADO SEM OPÇÃO, NÃO!”, pelo nosso direito de escolha de áudio original e legendas ou dublagem na TV paga.
O Que Fazer?
Nesta campanha, organizamos uma Petição Pública para ser assinada por todos aqueles que querem ter a prerrogativa de escolha na hora de assistir TV. As assinaturas serão coletadas pelos organizadores do movimento, impressas e encaminhadas anexadas a ofícios impressos dirigidos às principais operadoras de TV, aos canais infratores e à ABTA – Associação Brasileira de TV por Assinatura, que representa o lobby dos principais canais.
Mas você também pode se fazer ouvir. Abaixo estão listados todos os canais de filmes e séries que não disponibilizam a opção ao seu assinante, bem como seus principais meios de comunicação em redes sociais para fazermos barulho! Mandem mensagens no Facebook,twittem e exijam que a opção de áudio seja disponibilizada a todos! Siga também os perfis dos blogs parceiros, que organizarão manifestações online à favor do direito de escolha! Nós não vamos cansar até modificar este panorama! Ajude, compartilhe a petição e faça-se ouvir!
- Exibe quase toda a programação dublada, sem opção de áudio original e legendas.
- Exibe quase toda a programação dublada, sem opção de áudio original e legendas.
- Exibe apenas algumas atrações com opção de escolha de áudio e legendas; a maioria da programação é dublada, com opção apenas de SAP.
- Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.
- Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.
- Exibe séries apenas dubladas em alguns horários e planeja a estreia de novas séries dubladas ao longo de 2012, sem opção de escolha de áudio original e legendas; Maior parte do conteúdo é legendado por padrão, ainda.
- Exibe algumas séries dubladas, apenas com opção de SAP, bem como algumas atrações legendadas por padrão.
Canais de Filmes Infratores
- Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.
- Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.
MGM: Contato
- Exibe filmes dublados e opção de áudio apenas em SAP, sem legendas.
- Exibe filmes e séries dublados, sem opção de SAP em vários casos e sem legendas.
- Exibe filmes e séries somente dublados.
Este texto é livre. Copiem à vontade e ajude na campanha
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