domingo, 14 de abril de 2013

Chamar Polícia e Bombeiros via SMS em São Paulo

Veja informações no vídeo abaixo.

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rxLBkSS5v2g#!


UMA OPÇÃO MUITO ÚTIL. SEM DÚVIDA. 

Mas precisamos escrever para a Polícia Militar de São Paulo, esclarecendo que os 

surdos oralizados e pessoas que usam próteses auditivas na sua maioria não são 

associados a entidades ou escolas de surdos. Somos pessoas independentes e 

temos que nos cadastrar diretamente, sem intermediários. Eu já escrevi, não deixe de 

escrever também,  todos os deficientes auditivos precisam desse atendimento via 

sms não apenas alunos de escolas e entidades de surdos. Veja a página para falar 

com a PM de São Paulo.

http://www2.policiamilitar.sp.gov.br/faleconosco/faleconosco.aspx


Mandei este comentário a vários grupos de acessibilidade e à Deputada Mara Gabrilli que tomou providências:


De: so [mailto:soramires@yahoo.com]
Enviada em: sábado, 27 de abril de 2013 12:38
Para: Mara Gabrilli - Dep. Federal
Assunto: Re: RES: Atendimento da Polícia e Bombeiros de SP via SMS para surdos

Mara querida você sempre tão atenta. Precisamos que a Segurança Pública de São Paulo permita a inscrição para pedidos de atendimento de Polícia e Bombeiros via SMS de pessoas surdas em geral e não somente pessoas surdas inscritas em escolas e associações com está sendo divulgado. Abraços

Vejam a resposta da Deputada Mara Gabrilli:



So, tudo bem?
Vou oficiar o comando da polícia militar e a secretaria de segurança pública.
Um beijo,
Mara


segunda-feira, 8 de abril de 2013

DEFICIENTES AUDITIVOS NÃO SÃO ISENTOS DO PAGAMENTO DE IPI NA COMPRA DE AUTOMÓVEIS


Algumas pessoas surdas nos perguntam porque não informamos sobre isenção do IPI para compra de automóvel. Minha posição pessoal coincide com a notícia que reproduzimos abaixo, que essa isenção é para pessoas com problemas de locomoção, o que não é o caso de pessoas com deficiência auditiva.


http://www.conjur.com.br/2013-abr-08/deficientes-auditivos-nao-podem-isencao-ipi-compra-automovel

Deficientes auditivos não são isentos do pagamento de IPI

A isenção do IPI na compra de automóveis para portadores de deficiência não pode ser
estendida aos deficientes auditivos, uma vez que a regra isentiva deve ser literalmente
interpretada. Assim decidiu a 26ª Vara Federal Cível de São Paulo ao julgar uma Ação
Civil Pública que buscava garantir a isenção do IPI na aquisição de veículo 0km para
pessoas surdas.
A isenção do IPI é disciplinada na Lei 8.989/1995, que dispõe sobre o benefício na
aquisição de automóveis para transporte "por pessoas portadoras de deficiência física,
visual, mental severa ou profunda, ou autistas, diretamente ou por intermédio de seu
representante legal". Para o Ministério Público Federal, a exclusão somente de um tipo
de deficiência do benefício fiscal é “equivocada e discriminatória”. Na ação, o MPF
afirma ainda que tal negação viola normas constitucionais e legais que garantem a inclusão
 social da pessoa com deficiência e, em consequência, viola os princípios da isonomia e
da dignidade humana. 
“O argumento de que a isenção deve ser interpretada literalmente, por força do
artigo 111, inciso II, do Código Tributário Nacional, não pode servir de justificativa
para afrontar a Constituição Federal, norma hierarquicamente superior”, alegou o MPF. 
A União, por meio da Divisão de Acompanhamento Especial da Procuradoria da
Fazenda Nacional, se defendeu afirmando que os portadores de deficiência auditiva não
estão em condição equivalente à dos portadores de deficiências físicas, visual, mental
ou autismo, “uma vez que não têm a locomoção afetada.” Além disso, a União alegou
que a interpretação da lei deve ser literal, já que se trata de benefício fiscal, “não podendo
 ser ampliado o gozo do benefício por pessoas não autorizadas". Afirmou ainda que a
deficiência é o gênero e que a deficiência física e a auditiva são espécies distintas.
O juiz decidiu não ser possível estender a isenção do IPI aos deficientes auditivos, uma
vez que a regra isentiva deve ser literalmente interpretada e a que foi colocada em
discussão
 não faz menção a tal deficiência. Afirmou ainda que a Administração está completamente
vinculada à lei, só podendo fazer o que a lei determina. “Trata-se do princípio da legalidade.”
Na decisão, o juiz citou doutrina do administrativista Celso Antonio Bandeira de Mello,
com o seguinte entendimento: "O princípio da legalidade é o da completa submissão da
Administração às leis. Esta deve tão-somente obedecê-las, cumpri-las, pô-las em prática.
 Daí que a atividade de todos os seus agentes, desde o que lhe ocupa a cúspide, isto é, o
Presidente da República, até o mais modesto dos servidores, só pode ser a de dóceis,
reverentes, obsequiosos cumpridores das disposições gerais fixadas pelo Poder Legislativo,
pois esta é a posição que lhes compete no Direito brasileiro".
A ação foi julgada improcedente e extinta com resolução do mérito. 
Clique aqui para ler a decisão. 
Processo 0003667-90.2009.4.03.6100

sexta-feira, 29 de março de 2013

Festival Sesc Melhores Filmes de 2012 - COM AUDIODESCRIÇÃO E LEGENDAS


39º FESTIVAL SESC MELHORES FILMES - 2013 0

Em sua 39ª edição, o Festival Sesc Melhores Filmes exibe em abril de 2013 os escolhidos do ano de 2012. São filmes eleitos por público e pela crítica nas categorias:
melhor filme, diretor, ator e atriz nacionais e estrangeiros e melhor roteiro, fotografia e documentário nacionais.

A programação do Festival também acontece em Unidades do Sesc do interior de São Paulo: Araraquara, Bauru, Birigui, Campinas, Catanduva, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Preto, Santo André, Santos, São Caetano, São Carlos, São José dos Campos, Sorocaba,
http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1253652-com-ingresso-a-r-4-cinesesc-exibe-os-melhores-filmes-de-2012.shtml
QUINTA, DIA 4
14h30 - "A Separação"
17h - "Xingu"
19h - "Entre o Amor e a Paixão"
21h30 - "Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge"
SEXTA, DIA 5
14h30 - "A Música Segundo Tom Jobim"
17h - "A Dama de Ferro"
19h - "Febre do Rato"
21h30 - "Holy Motors"
SÁBADO, DIA 6
14h30 - "007 - Operação Skyfall"
17h - "Tropicália"
19h - "Era Uma Vez Eu, Verônica"
21h30 - "Fausto"
Taubaté.


http://www.youtube.com/watch?v=aXeGGKdHNCA

Saiba mais:

http://www.blogdaaudiodescricao.com.br/2013/03/aquecendo-as-bengalas-para-festival-melhores-filmes-cinesesc.html
Foto de SôRamires mostra a Sala do Cinesesc em São Paulo - abaixo da tela  há uma tela menor onde são projetadas as legendas para deficientes auditivos...os cegos recebem na entrada fones de ouvido para a audiodescrição.

USO DO FM NA ESCOLARIZAÇÃO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA


O EQUIPAMENTO DE FM, ASSIM COMO O AMPLIFICADOR DE INDUÇÃO MAGNÉTICA (OU ARO MAGNÉTICO DO QUAL TRATAMOS EM VÁRIAS POSTAGENS NESTE BLOG) É UM COMPLEMENTO DE VALOR INESTIMÁVEL PARA OS APARELHOS AUDITIVOS E IMPLANTES USADOS POR ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NO AMBIENTE ESCOLAR.
MAIS INFORMAÇÕES NO TEXTO ABAIXO QUE NOS FOI ENVIADO POR ANAHÍ GUEDES a quem agradecemos.


NOTA TÉCNICA Nº 28 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE
Data: 21 de março de 2013
Assunto: Uso do Sistema de FM na Escolarização de Estudantes com
Deficiência Auditiva
A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU 2006),
ratificada no Brasil pelo Decreto Legislativo n° 186/2008 e pelo Decreto Executivo
n°6949/2009, em seu art. 24 afirma o compromisso dos Estados Partes com a efetivação
de um sistema educacional inclusivo em todos os níveis e orienta para que sejam
adotadas as medidas de apoio, necessárias ao atendimento das especificidades
individuais dos estudantes, a fim de alcançar a meta de inclusão plena.
O art. 9º da Convenção estabelece o direito das pessoas com deficiência, de
viverem com autonomia e participarem plenamente de todos os aspectos da vida. Para
tanto, os Estados Partes deverão tomar as medidas apropriadas para assegurar-lhes o
acesso, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, ao meio físico, ao
transporte, à informação e comunicação.
O Decreto nº 5296/2004 garante ao estudante com deficiência auditiva, o direito
à acessibilidade nas comunicações e informações, devendo ser eliminado qualquer
obstáculo à expressão, comunicação e informação por meio da disponibilização de
recursos de tecnologia assistiva.
Com base em tais princípios, a Política Nacional de Educação Especial na
Perspectiva da Educação Inclusiva – MEC/2008, objetivando a transformação dos
sistemas educacionais em sistemas educacionais inclusivos, define como estratégias
para garantia do acesso, participação e aprendizagem, dos estudantes público alvo da
Educação Especial, a formação continuada de professores; a oferta do atendimento
educacional especializado; a garantia das condições de acessibilidade arquitetônica, nas comunicações, informações, nos mobiliários, materiais didáticos e nos transportes;
articulação intersetorial entre as políticas públicas; diálogo com a família e
possibilidade de aprender ao longo de toda vida.
A Resolução CNE/CEB, n° 04/2009 institui as Diretrizes Operacionais para o
Atendimento Educacional Especializado – AEE, na Educação Básica, orientando as
redes públicas e privadas de ensino, quanto à organização e oferta dos serviços e
recursos a serem disponibilizados no processo de escolarização dos estudantes público
alvo da Educação Especial, matriculados nas redes comuns de ensino.
Nessa perspectiva, o Projeto “Uso do Sistema de FM na Escolarização de
Estudantes com Deficiência Auditiva”, desenvolvido em 2012, nas escolas públicas,
situadas nas cinco regiões do país, propôs a adoção do Sistema de Frequência Modulada
(FM) como ferramenta de acessibilidade na educação para estudantes com deficiência
auditiva, usuários de Aparelhos de Amplificação Sonora Individual (AASI) e/ou
Implante Coclear (IC).
Esse Projeto visou identificar os benefícios pedagógicos do uso do Sistema de
FM no contexto escolar, além de definir os critérios de indicação do Sistema de FM
para os estudantes com deficiência auditiva.
O Sistema de FM consiste em um microfone ligado a um transmissor de
frequência modulada portátil usado pelo professor, que capta sua voz e transmite
diretamente ao receptor de FM conectado ao AASI e/ou IC do estudante, permitindo-o
ouvir a fala do professor de forma mais clara, eliminando o efeito negativo do ruído e
reverberação, típicos do ambiente escolar e suprimindo a distância entre o sinal de fala
do professor e a criança.
Participaram do projeto de pesquisa, as Secretarias de Educação que aceitaram o
convite e indicaram escolas, conforme os seguintes critérios: (1) matrícula de estudantes
com deficiência auditiva nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º, 2º e 3º anos); (2)
Sala de Recursos Multifuncionais – SRM implantadas; (3) adesão ao Programa
Educação Inclusiva: direito à diversidade e ao Programa BPC na Escola.
Por sua vez, as escolas indicaram os estudantes, de acordo com os seguintes
critérios: (1) ser usuário de AASI e/ou IC compatível com Sistema de FM e em boas
condições de funcionamento; (2) Não possuir Sistema de FM; (3) Reconhecer palavras auditivamente; (4) Ter domínio da linguagem oral ou estar em fase de desenvolvimento;
(5) Cursar o 1º, 2º ou 3o
anos do Ensino Fundamental.
O projeto envolveu: 106 escolas da rede pública estadual, municipal e do
Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do País; 202 crianças com deficiência
auditiva e 99 professores do Atendimento Educacional Especializado – AEE.
A pesquisa comprovou a eficácia do uso do Sistema de FM por estudantes
usuários de AASI e IC, para a promoção de acessibilidade no contexto escolar,
ampliando as condições de comunicação e a interação entre os estudantes e os
professores. O uso do Sistema de FM agrega uma melhora na comunicação entre os
estudantes que o utilizam e os demais estudantes, professores e pais, pois, ao melhorar
sua interação/comunicação oral, estes desenvolvem mais rapidamente as competências
sociais, resultando em exposição maior à língua oral.
Segundo os resultados da pesquisa, para viabilizar o uso do Sistema de FM na
escola, recomenda-se:
a. Formação dos professores do atendimento educacional especializado
sobre o uso pedagógico do Sistema de FM, visando à identificação dos potenciais
estudantes usuários do Sistema de FM, no contexto escolar, a partir dos seguintes
critérios: usuário de aparelho de amplificação sonora individual e/ou com implante
coclear, com domínio da língua oral ou em fase de sua aquisição e com desempenho em
avaliação de habilidades de reconhecimento de fala no silêncio. No caso de crianças em
fase de aquisição da língua oral, quando não for possível a realização do IPRF, ou a
utilização de testes com palavras devido à idade, deve ser considerado o limiar de
detecção de Voz (LDV) igual ou inferior a 40 (com AASI ou IC); ao acompanhamento
dos estudantes usuários deste Sistema, bem como, à orientação das famílias e
professores, para sua manutenção e uso efetivo em todas as atividades escolares.
b. Aos estudantes usuários de AASI e/ou IC, a disponibilização do Sistema
de FM, com um receptor para cada AASI e/ou IC. Aos estudantes com perda auditiva
bilateral, a adaptação deverá ocorrer nos dois ouvidos, ou seja, bilateralmente.
c. A adaptação do Sistema de FM, preferencialmente por meio do recurso
de entrada de áudio do AASI e/ou IC, com receptor conectado no nível da orelha.
d. O uso de colar de indução magnética (bobina telefônica), para adaptação
do Sistema de FM, na ausência do recurso de entrada de áudio no AASI e/ou IC, ou qualquer outro tipo de acessório sem fio do AASI que permita a conexão do Sistema de
FM.
e. O uso preferencial de microfone de lapela, possibilitando, assim, a
utilização do equipamento por diversos professores.
f. Para subsidiar o processo de implantação do Sistema de FM em ambiente
escolar, acessar o seguinte material:
 Manual: A criança com deficiência auditiva na escola: Sistema de FM;
 Curso online sobre o uso do Sistema de FM na escola, disponível em:
http://cursofm.fob.usp.br;
 Folheto de acesso rápido: Guia para utilização do Sistema de FM.
Considerando a relevância da ampliação dessa ação, recomenda-se articulação
entre a área da educação com a área da saúde, a fim de identificar potenciais usuários
desse recurso de tecnologia assistiva e viabilizar sua concessão por meio do Sistema
Único de Saúde – SUS. Enquanto isso, sugere-se a continuidade do processo de
formação continuada dos professores do atendimento educacional especializado das
escolas que implementarão tal medida de apoio.
Martinha Clarete Dutra dos Santos
Diretora de Políticas da Educação Especial
DPEE/SECADI/ME

terça-feira, 19 de março de 2013

Implante coclear - Ouvido Biônico - Norma da ANS/Planos de saúde


Ouvido biônico’: Justiça reforça norma da ANS para que planos de saúde autorizem cirurgia

  • Implante coclear é indicado para deficientes que não apresentam melhora com aparelho auditivo
FLÁVIA PIERRY
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Atualizado:
BRASÍLIA — Uma decisão da Justiça Federal de São Paulo, anunciada semana passada, reforça a garantia de cobertura do implante do chamado “ouvido biônico” por parte de planos de saúde — inclusive, dos gastos relacionados ao procedimento. Além disso, a decisão reforça que os planos são obrigados a realizar o implante coclear nos dois ouvidos, para pacientes surdos de todas as idades que têm indicação para o procedimento.
Os planos de saúde são obrigados a arcar com todos os custos para a realização do implante coclear, que pode ser indicado para deficientes auditivos que não conseguem ouvir com uso dos aparelhos tradicionais. Porém, apesar da regra da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que obriga a cobertura, pacientes ainda precisam recorrer à Justiça para conseguir que o plano pague o procedimento, e reclamam que exames pré operatórios, manutenção do equipamento e tratamentos posteriores não são cobertos.
— Os convênios cobrem as consultas médicas, mas não as consultas com psicólogos e fonoaudiólogos. Cobrem os exames, a cirurgia, internação e aparelho. Depois, alguns cobrem terapia de reabilitação auditiva com fonoaudiólogas, mas não cobrem ativação, mapeamento, reposição de peças e manutenção. E nem todos os convênios pagam tranquilamente. Há os que simplesmente acham uma brecha no contrato e negam, até a pessoa entrar na Justiça. Outros cobrem apenas a cirurgia, mas não os honorários médicos. Já soube de convênios que se recusavam a pagar o próprio aparelho – afirmou Lakshimi Lobato, que recebeu implantes nos dois ouvidos depois de adulta e mantém um blog sobre o assunto (http://desculpenaoouvi.laklobato.com/ ).
Segundo o procurador regional dos direitos do cidadão, Jefferson Aparecido Dias, que encaminhou a ação, a decisão pacifica o assunto perante à Justiça, e acaba com a possibilidade de serem feitas mudanças nas regras por meio de atos da ANS.
— A ação não é contra os planos e sim contra a ANS. O plano é obrigado a cumprir, e se não cumprir, cabe à ANS fiscalizar e punir — disse Dias.
Cirurgia também pelo SUS
Apesar de a decisão dizer respeito apenas à obrigação dos planos de saúde privados pagarem o custo do implante dos dois ouvidos e para qualquer idade, a decisão servirá também para embasar pedidos de cirurgia bilateral pelo SUS, que não realiza a cirurgia nos dois ouvidos. O procurador aconselha que os pacientes do SUS entrem na Justiça com base nessa decisão para conseguirem implante bilateral.
Outra mudança que a decisão traz é também determinar que os planos de saúde tenham de arcar com a manutenção do equipamento, o que ainda é nebuloso e preocupa os pacientes já operados, que reclamam da dificuldade em obter peças e fazer reparos nos equipamentos. Para o procurador, está implícito na nova norma que, se o plano de saúde é obrigado a custear a operação e o equipamento, terá de mantê-lo.
Segundo Sandra Giorgi Sant’Anna, mestre em ciências pela faculdade de medicina da USP e sócia da CER Fonoaudiologia, que atende pacientes implantados, a parte de fonoaudiologia não é coberta por muitos planos, e esse é uma parte do tratamento que deverá ser feita para o resto da vida do implantado. A manutenção dos equipamentos também não é coberta. O aparelho sai da garantia após três anos de instalado e as peças são muito caras. Sandra exemplifica que um fio custa cerca de R$ 600, um microfone sai por R$ 3 a R$ 5 mil. E caso seja preciso trocar a principal peça do implante, o processador, é preciso gastar cerca de R$ 20 mil.
— Manutenção do processador pelo convênio em nunca nem vi alguém tentar — diz Sandra.
Outros custos relacionados
Ricardo Bento, coordenador do centro de implante coclear do Hospital das Clínicas de São Paulo afirma que, apesar das normas para os planos, em alguns casos os pacientes têm de recorrer à Justiça para conseguir fazer a cirurgia. Mariana Candal, mãe de Joana, que hoje tem 1 ano e nove meses e foi bi-implantada aos sete meses, também conta que ouve muitos relatos de dificuldades de cobertura pelos planos. Para a operação de sua filha, que foi coberta pelo plano, ela teve de arcar com os custos de exames pré operatórios.
— A ressonância de mastóides não é procedimento obrigatório pela ANS, e aí começam as dificuldades. Nós tivemos que pagar, em 2011, mais de R$ 500 reais. Para muita gente o processo já fica inviável nesse ponto. Tudo é muito caro – afirmou. Segundo Mariana, alguns planos, principalmente os menores, costumam burocratizar o processo, com a solicitação de laudos para dar “uma canseira” em quem está solicitando.
A ANS confirma que a regra prevê que outros custos relacionados à cirurgia devem ser cobertos pelo plano, incluindo exames prévios e manutenção posterior. Segundo a agência, a decisão judicial não muda normativos internos que já trazem a obrigatoriedade.
Entretanto, segundo o procurador regional Jefferson Dias, a decisão exclui a possibilidade de que os planos de saúde possam recorrer da obrigação, o que dá mais garantia ao paciente de que terá direito à cobertura do procedimento. Além disso, a agência afirma que não vai recorrer da decisão na justiça. Caso tenha problemas com o plano de saúde, a agência indica que o paciente procure o Disque ANS (0800 701 9656), o Portal da ANS (http://www.ans.gov.br/).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/defesa-do-consumidor/ouvido-bionico-justica-reforca-norma-da-ans-para-que-planos-de-saude-autorizem-cirurgia-7875981#ixzz2O01Xi1Bv
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sábado, 16 de março de 2013

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Prosperar en la oficina con pérdida de audición 

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Según un estudio, los estadounidenses de más de 65 …

Suiza: Uno de cada diez reconoce tener una pérdida de audición 

Uno de cada diez suizos mayores de 18 años reconoce, en una encuesta, que padece una pérdida de audición. Sin embargo, menos de cuatro de cada diez utilizan audífonos, a pesar de que les sería muy beneficioso.

Un estudio …

Japón: Uno de cada ocho reconocen tener una pérdida de audición 

Cerca de uno de cada ocho japoneses de más de 18 años reconoce, en una encuesta, que padece pérdida de audición. Sin embargo, tan solo el 14,1% de los japoneses con discapacidad auditiva utilizan audífonos, a pesar de que …


Noruega: Uno de cada nueve reconoce tener una pérdida de audición 

Uno de cada nueve noruegos de más de 18 años reconoce, en una encuesta, que padece pérdida de audición. Sin embargo, solo el 42,5% de ellos utiliza audífonos.

Un  estudio de EuroTrack muestra que el 10,8% de la población …

Se descubre un gen que nos acerca más a un posible tratamiento de la pérdida de audición 

Un equipo de investigadores ha conseguido extraer el gen FGF20 en ratones, que parece ser el responsable de que las células del oído que amplifican los sonidos se desarrollen.

Un grupo de científicos …

YouTube amplía su subtitulado automático 

En YouTube se amplía el servicio de obtener subtítulos en seis idiomas más, lo que será de gran ayuda para los usuarios con discapacidad auditiva.

Los subtítulos automáticos son el texto que aparece en el borde inferior de una imagen, traduciendo una narración o diálogo, …

Protección auditiva eficaz para los militares suecos 

La utilización de protectores auditivos inteligentes ha reducido las lesiones de audición entre los militares suecos de forma espectacular. En la actualidad, los partes por lesiones auditivas inducidas por ruido se han reducido en un 90% desde 1999.

Muchos militares sufren lesiones auditivas …



sábado, 9 de março de 2013

Entrevista com Paula Pfeifer autora do blog e livro "Crônicas da Surdez"



Matéria de Larissa Roso


larissa.roso@zerohora.com.br



Paula Pfeifer reencontra a infância em sons: o interfone, a chuva, o vento, a cantoria dos pássaros, os mosquitos rondando os ouvidos no verão. Esses elementos continuam preenchendo os cenários à volta, mas a nostalgia surge do tipo de contato que hoje estabelece com eles não fossem os aparelhos auditivos, por mais perto que estivesse da fonte do som, Paula, 31 anos, permaneceria absorta no silêncio.
Técnica do Tesouro do Estado do Rio Grande do Sul, Paula criou os blogs Sweetest Person (sweetestpersonblog.com, com até 350 mil visualizações mensais), onde compartilha com sucesso dicas de moda, beleza e literatura, e Crônicas da Surdez (cronicasdasurdez.com, que alcança entre 25 mil e 30 mil acessos por mês). Aos 16 anos, recebeu o diagnóstico de "deficiência auditiva bilateral progressiva, neurossensorial, de caráter moderadamente severo e irreversível", que vem se intensificando e resultará em perda total da capacidade de ouvir. O nome comprido dava sentido, enfim, aos inumeráveis episódios de inadequação e constrangimento acumulados desde cedo.

"Desconfiar, sempre desconfiei. E neguei também, até chegar naquele ponto em que se torna impossível continuar vivendo como se o elefante branco não estivesse sentado bem no meio da sala", escreve ela em Crônicas da Surdez, livro com lançamento e sessão de autógrafos no próximo dia 20, na Livraria Cultura, em Porto Alegre.

A cientista social formada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) refaz o percurso completo, da estranheza diante das manifestações iniciais da "deficiência invisível" até a aceitação do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (Aasi), evitado ou escondido sob os cabelos por muito tempo. Surda oralizada, capaz de falar e fazer leitura labial (sem recorrer à linguagem de sinais), a autora recorda brincadeiras, aulas e rotinas em família comprometidas pelo problema, mas sem deslizar para a autopiedade. Ao imprimir bom humor e lucidez ao relato, compõe um conjunto tocante de lembranças.

— Rir de si mesmo é extremamente necessário. Só assim conseguimos transformar o peso da vida em leveza — ensina, em entrevista realizada depois da sessão de fotos para a capa de Donna. — Consegui transformar a autoestima, algo que antes era um ponto fraco, no meu ponto mais forte, e me orgulho disso. Foi assim que pude começar a ajudar outras pessoas que passam pelas mesmas coisas que já passei, e isso é absurdamente gratificante.

Continue lendo a excelente matéria em:

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/donna/noticia/2013/03/blogueira-paula-pfeifer-relata-com-lucidez-e-bom-humor-sua-deficiencia-auditiva-4068161.html?utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Perda auditiva em adultos afeta qualidade de vida



Perda auditiva na qualidade de vida dos adultos  

A perda auditiva pode afetar a qualidade de vida dos tanto mentalmente quanto fisicamente muito mais do que hipertensão, osteoporose e até mesmo derrame cerebral.

Americanos com a idade de 65 anos e acima afirmam que deficiência auditiva afeta a qualidade de vida deles fisicamente e mentalmente muito mais do que hieprtensão, derrame cerebral, osteoporose e, ciática e câncer, conforme estudo realizado com mais de 5.500 adultos.

Levando em consideração todos os fatores que afetaram os resultados a pesquisa revelou que a perda auditiva resultou em  média de 3,25 pontos redução de Physical Component Score (PCS) e 3.22 redução de Mental Component Score (MCS). Essas pontuações fornecem uma estimativa do estado de saúde medido, as quais são comumente usadas para avaliar a qualidade de vida relacionada a saúde. A mudança de 3,0 ou pontos ou acima é geralmente considerada clinicamente significativa.

 Fale com seu médico

“Essa pesquisa deve alertar os clínicos, pacientes e seus familiares sobre o potencial impacto negativo que pode causar na qualidade de vida dos adultos,”afirma Dra. Charlotte S. Yeh, médica chefe da  AARP Services, Inc.”Os adultos devem conversar com seus médicos sobre sua audição e aprender mais sobre quais as opções viáveis, caso eles sofram de deficiência auditiva.”

A pesquisa, “The Prevalence of Hearing Impairment and Its Burden on the Quality of Life Among Adults with Medicare Supplement Insurance,”( A Prevalência de Alterações Auditivas e sua dificuldade na Qualidade de Vida entre Adultos na Saúde Pública), surgiu em 2012 lançado pela Quality of Life Research (Resultado de Qualidade de Vida) jornal oficial da Sociedade Internacional de Trabalho de Pesquisa. O estudo foi dirigido pela  AARP Services, Inc and UnitedHealthcare.
Fonte: http://finance.yahoo.com

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Aparelhos auditivos e implantes para ouvir melhor precisam ter recursos, manutenção e tudo que permita seu bom funcionamento. A bobina T é um recurso importante, porque alguns aparelhos auditivos não têm a bobina T?

Conversando com amigos e amigas que usam aparelhos auditivos e implantes, enfim as várias próteses auditivas descubro peculiaridades inquietantes...
A manutenção de um implante coclear é muito cara e os usuários, mesmo os que receberam o implante via SUS, precisam pagar altos preços por baterias, manutenção, seguros, etc. O mesmo ocorre com quem usa aparelhos auditivos comprados com recursos próprios ou recebidos via SUS. Como são poucas as empresas que os fornecem ficamos reféns dessas empresas, sem termos como fazer comparação de preços, sem escolha enfim. Como podemos saber se é justo o preço de um conserto, de uma peça de reposição?
Não parece haver controle por parte do governo, mesmo se tratando de equipamentos de saúde. Me parece injusto e incoerente que nossas escolhas estejam limitadas a empresas comerciais, como se nossas próteses fossem produtos de consumo comuns.
Com relação aos aparelhos auditivos, uma amiga Greiziane me chamou a atenção para o fato de que nem todo aparelho auditivo possui a tecla T, a bobina telefônica tão útil para o deficiente auditivo. Como sempre usei modelos de aparelhos auditivos com essa tecla T não tinha prestado atenção ao fato de que alguns modelos e marcas não têm esse recurso incorporado. Como nossas "escolhas" de aparelhos auditivos não são realmente "escolhas" mas uma quase imposição de fonoaudiólogas que trabalham para as marcas e empresas, muitos deficientes auditivos acabam desconhecendo a existência desse recurso que não serve apenas para falar ao telefone eliminando o ruído ambiente, mas tem uma ampla gama de utilidades para ouvir conferências, concertos, teatro, aulas, cultos religiosos, sessões de tribunais, sessões legislativas, etc. em ambientes equipados com o chamado "hearing loop" amplificador de indução magnética, ou aro magnético.
Já ouvi gente de má fé afirmar que os aros magnéticos são obsoletos...pura mentira, basta colocar "hearing loop", "aro magnético", "bucle magnético", "boucle magnétique" no GOOGLE e você encontrará uma lista de lugares  na Europa, Estados Unidos, Argentina, etc onde os surdos podem ouvir música, ir ao teatro, cinema, e usufruir do recurso da bobina T de seu aparelho em salas adaptadas. Ainda não entendi a lógica perversa que faz com que no Brasil esse recurso seja totalmente desprezado ou ignorado.
Me parece inadmissível que se distribuam aparelhos auditivos sem o recurso da bobina T, é nos roubar um recurso que pode melhorar nossa qualidade de vida. E o mais grave, não nos informam ao comprar ou receber do SUS um aparelho auditivo se tal aparelho tem o recurso, e no caso dos aparelhos digitais como ativá-lo.
Vou consultar empresas que vendem aparelhos auditivos sobre a oferta de aparelhos com a bobina T no Brasil:

Tenho surdez severa e uso aparelhos auditivos. Preciso comprar aparelhos auditivos novos que tenham o recurso telecoil, bobina telefônica. Viajo muito e frequento teatros e cinemas com o hearingloop e para isso preciso de aparelho auditivo com esse recurso. Por favor me confirme se seus modelos possuem o recurso.


Resposta da Siemens

Sra Sonia,
Os modelos que não possuem bobina podem ter esse recurso através do controle remoto minitek, ele possui bobina e faz a interação com os aparelhos auditivos de maneira wireless.
http://hearing.siemens.com/br/pt/products/wireless/minitek/minitek.html
Atenciosamente,
Victor Martone
Siemens Ltda.
Healthcare Sector
H SW AU - Audiology Solutions
Rua Cenno Sbrigui, 45 6º andar - Edifício WT II - Barra Funda
CEP 05036-010 - São Paulo / SP



Resposta da Phonak:
Sra RAmires, boa tarde!

Toda a linha de aparelhos auditivos  Naída  possui Bobina Telefônica ( T- Coil ) e pode ser acionada nos programas adicionais quando o usuário necessitar.
Atenciosamente,
Débora Lima
Phonak do Brasil - Sistemas Audiológicos Ltda.
0800 701 81 05
www.phonak.com.



MEU COMENTÁRIO: Em algumas empresas O QUE ANTES VINHA EMBUTIDO NO APARELHO AUDITIVO AGORA NOS É OFERECIDO COMO RECURSO COMPLEMENTAR A SER COMPRADO.

Encontrei uma página que explica bem o que é a bobina T. Colocarei em inglês e depois a tradução via google.

Telecoils in Hearing Aids in the USA
http://www.hohadvocates.org/index.php?contenttype=Feature&target=home&subtarget=feature&selected=25
040505
What is a T-coil?
A t-coil (telecoil) is a very effective device that can be part of all but the tiniest hearing aids (ha's.) It is far more popular in certain other countries where its beneficial uses are many.
Do all hearing aids have t-coils?
No. Many of our better hearing aids are made in countries where t-coils are required or are used heavily by hearing aid wearers. Often such foreign-manufactured hearing aids will automatically come with a t-coil. Often in the USA, the uses of t-coils are not fully explained as an option to the hearing aid buyer.
It is believed that only 30% of hearing aids in the USA have t-coils, and many of the people owning such hearing aids do not really understand the benefits/uses of t-coils.
What does a t-coil consist of?
A t-coil is a very small coil of wire built within a hearing aid that serves as an antenna which can be activated by the switch on the hearing aid when it is set in the "T" position.
What is the basic use of the t-coil?
The common use of the t-coil is with the telephone. Here, the t-switch is turned on allowing much clearer hearing without feedback. If there is a need for more volume, then the volume control on the aid can be turned up and no feedback occurs resulting in a much clearer amplifiable sound and a more relaxed conversation by HOH people than is obtainable via telephone amplification devices. When on, the t-coil shuts out other background noises. Though some aids allow the regular mike to be on (or off) when the t-coil is on.
Some of the other uses of the t-coil;
Frequently, when HOH people have meetings their room will be "looped." Meaning, a wire (telephone like) will run around the room, either at the floor or ceiling, exposed or concealed. The wire creates a circle or loop that as it joins itself, it has a short straight piece that has a jack on the end of it that plugs into an output plug on the PA system box.
When anything is said into the mike, it sends the sound to the loudspeakers but also through the "loop," creating a magnetic induction field within the loop. This means that anyone in the room within the loop with their T-switch on will be able to hear very clearly all that is said into the mike. Often, even better than people who have normal hearing. The result is called a better �signal-to-noise ratio (a term that can be better explained by audiologists than here.)
An example of typical use of the t-coil technology.
In a bank, etc., the area that the customer stands in is looped (a hidden wire that runs around that immediate area of the customer.) The sound of the teller's voice is picked up by a nearby mike. The HOH person with the t-coil will switch the HA to t-coil and be able to hear very clearly what the teller is saying even though there may be considerable background noise.
What is a "personal neck loop?"
As a large loop around the room creates a proper field (magnetic induction) so can such a "loop" of wire around a person's neck create a usable magnetic induction process.
In this case, the jack that is part of the loop of wire around the neck, is plugged into any sound source including a TV, radio, cassette player, transmitter receiver, etc.
As many HOH people are aware, using an audio headset over their hearing aids to hear, for example, a portable radio, etc., is not a viable choice. The headset hurts when it presses into the hearing aid(s) and/or the sound is not clear, and/or it lacks sufficient sound volume. By wearing a personal neck loop (worn under clothing if desired) and plugging it into the sound source, (radio, TV, etc.) the need for a headset is eliminated and much better hearing is enjoyed.
Are there other uses of a t-coil and neck loop?
Absolutely. Some foreign countries have developed uses for this process that are too lengthy to describe here. But, for more basic uses;
As sound in public places is transmitted over loudspeakers, it can also be transmitted (wirelessly) to small receivers (about the size of a deck of playing cards) that are loaned to or owned by HOH people who are seated anywhere in the audience.
Such people can plug their neck loop into their receiver, and with the t-coil turned on, hear the sounds that others are hearing via speakers, much clearer than normal hearing people. This is called a personal FM system. HA wearers, in trying this with a t-coil, are amazed at how well they can hear and ask, why didn't we know about this? The answer, we are just not being educated in the process.
How old is this t-coil process?
It is far from new and has probably been in use for over 50 years in Europe, particularly the Scandinavian countries. Every church in Denmark is looped. The VA, the largest issuer of hearing aids in the USA and probably in the world, includes t-coils in all their hearing aids given to vets unless there is an unusual reason for not doing so. To date, I know of no teachings by their audiologists on the full use of t-coils. Something that would benefit not only the vets but others as well.
Why is the USA so slow in this process?
The apparent reason that T-coils are not popular in the USA is that hearing aid wearers don't usually know of them and those who sell hearing aids do not educate HOH people of its many benefits.
What does a t-coil cost?
While t-coils do vary in quality and it is vital to insist on a good quality one, the prices have no standard. They cost the hearing aid seller about to and they add little to his costs except an explanation of it to the buyer so that it would seem that a fair charge for one would be which should accompany a clear explanation of the uses of the t-coil.
All public places in the USA are supposed to provide , hearing access, as per the American Disability Act. Meaning, public rooms are to be looped or have F.M. or Infra red systems. Looped rooms require nothing except a HA with a t-coil. F.M. and Infra red device rooms do require a receiver. F.M. systems can transmit directly to the ha's receiver which would have the neck loop plugged into it. Infra red systems may only provide headsets which are effective for mild to moderate losses. Better Infra red systems have a jack that a neck loop can be plugged into allowing the use of a neck loop and t-coil equipped hearing aid.
Theaters, etc., are cost conscious and too often put in low cost systems. Something that may comply with the ADA law but not to the satisfaction of many HOH people. That will not change unless HOH people complain.
The largest users of t-coils;
The Hearing Journal (Sept. 95) reports; 88% of the members of the Self Help for the Hard of Hearing organization wear hearing aids. Of these, 55% use their aids when on the telephone and 65% of these have telecoils in their hearing aids, which represents about twice the national average for telecoil users. Of those polled, 55% found whistling or feedback to be their major problem.
The apparent cause of this higher usage of telecoils is because when these people come together they help educate each other, and telecoils represent a serious solution for many.
Secondary would be those who have a severe or profound hearing loss. Because of the many problems they have, they are forced to use every resource available to them. As part of this, they learn of t-coils and realize they are essential for them to hear where they otherwise cannot.
People with lesser hearing losses can also benefit, and the earlier they become accustomed to t-coil uses the easier it is for them to function in different situations.
Direct Audio Input; is a technique used, I believe, only with over-the-ear hearing aids that have an appropriate receptacle that permits an electronic connection. (It does not relate to the use of a telecoil.) A small boot is snapped on to the base of the aid, a wire is connected to the boot that can be connected to sound sources. It provides superior hearing but the connecting wire attached to the aid is, for some, a problem. While the percent of such hearing aids is quite small, the consumers who have been advised of it, have boots, and are using them, is very small.
For additional information about loop systems see: www.hearingloop.org/



O que é um T-coil?
A T-coil (telebobina) é um dispositivo muito eficaz que pode ser parte de todos, mas o mais ínfimo aparelhos auditivos (ha de.) É muito mais popular em outros países, onde seus usos benéficos são muitos.
Será que todos os aparelhos auditivos têm t-bobinas?
Não. Muitos de nossos melhores auxiliares auditivos são feitos em países onde a t-coils são exigidos ou são muito usado por ouvir os usuários de ajuda. Muitas vezes essas ajudas estrangeiras manufaturados auditivos automaticamente vêm com uma t-coil. Muitas vezes, nos EUA, os usos de t-bobinas não estão totalmente explicadas como uma opção para o comprador do aparelho auditivo.
Acredita-se que apenas 30% dos aparelhos auditivos nos EUA temos t-bobinas, e muitas das pessoas que possuem esses aparelhos auditivos realmente não entendo os benefícios / usos de t-bobinas.
O que faz um T-coil consiste?
A T-coil é uma bobina de fio muito pequeno construído dentro de um aparelho auditivo que serve como uma antena, que pode ser ativado pelo botão no aparelho quando ele está definido na posição "T".
O que é o uso básico do T-coil?
O uso comum da T-coil é com o telefone. Aqui, a t-chave é ligada permitindo audição muito mais nítida, sem feedback. Se há uma necessidade de mais volume, então o controle de volume com a ajuda pode ser ligado e nenhum feedback ocorre resultando em um som muito mais clara amplificável e uma conversa mais descontraída por pessoas HOH que é obtida através de dispositivos de amplificação de telefone. Quando ligado, o T-coil deixa de fora outros ruídos de fundo. Apesar de alguns aparelhos permitem que o microfone regular para ser ligado (ou desligado) quando o T-coil está ligado.
Alguns dos outros usos da T-coil;
Freqüentemente, quando as pessoas têm reuniões HOH seu quarto será "loop". Significado, um fio (telefone como) vai correr ao redor da sala, ou no chão ou teto, expostos ou escondidos. O fio cria um círculo ou laço que, uma vez que se junta a si mesmo, que tem uma parte curta recta que tem um conector na extremidade da mesma que se liga a uma tomada de saída na caixa de PA.
Quando nada é dito no microfone, ele envia o som para os alto-falantes, mas também através do "loop", criando um campo de indução magnética dentro do loop. Isto significa que qualquer pessoa na sala dentro do laço com a sua T switch-on vai ser capaz de ouvir claramente tudo o que é dito no microfone. Muitas vezes, até melhor do que as pessoas que têm audição normal. O resultado é chamado uma melhor â ¬ relação Åsignal-ruído (um termo que pode ser melhor explicada por fonoaudiólogos que aqui.)
Um exemplo de uso típico da tecnologia de t-coil.
Em um banco, etc, a área que o cliente está em está em loop (um fio oculto que corre em torno dessa área imediata do cliente.) O som da voz do contador é captado por um microfone perto. A pessoa HOH com a T-coil irá mudar o HA para t-coil e ser capaz de ouvir claramente o que o narrador está dizendo mesmo que pode haver ruído de fundo considerável.
O que é um "laço no pescoço pessoal?"
Como um grande laço ao redor da sala cria um campo adequado (indução magnética) para que possa tal "loop" um de fio em torno do pescoço de uma pessoa criar um processo de indução magnética utilizável.
Neste caso, o conector que faz parte do circuito de fio em volta do pescoço, é ligado a qualquer fonte de som incluindo um, leitor de rádio, TV, cassete, receptor, transmissor, etc
Como muitas pessoas estão cientes HOH, usando um fone de ouvido sobre aparelhos auditivos para ouvir, por exemplo, um rádio portátil, etc, não é uma opção viável. O fone de ouvido dói quando se pressiona para o aparelho auditivo (s) e / ou o som não é clara, e / ou falta de volume de som suficiente. Através do uso de um laço no pescoço pessoal (usado sob a roupa se desejado) e conectá-lo à fonte de som, (TV, rádio, etc) a necessidade de um fone de ouvido é eliminado e audição é muito melhor apreciado.
Há outros usos de uma t-coil e laço no pescoço?
Absolutamente.   Alguns países estrangeiros desenvolveram utilizações para este processo que são demasiado longos para descrever aqui. Mas, para usos mais básicos;
Como som em lugares públicos é transmitida através de altifalantes, mas também pode ser   transmissível (sem fio) a pequenos receptores (aproximadamente do tamanho de um baralho de cartas de jogar) que são emprestados ou de propriedade de pessoas que estão sentadas HOH em ​​qualquer lugar da platéia.
Tais pessoas podem conectar seu laço no pescoço em seu receptor, e com a T-coil ligado, ouvir os sons que os outros estão ouvindo através de alto-falantes, muito mais claras do que as pessoas com audição normal. Isso é chamado de um sistema pessoal de FM. Portadores de HA, em tentar isso com uma t-coil, são surpreendidos com o quão bem eles podem ouvir e perguntar, porque é que não sabemos sobre isso? A resposta, não estamos apenas sendo educado no processo.
Que idade tem este processo T-coil?
Está longe de ser nova e provavelmente foi usado por mais de 50 anos na Europa, nomeadamente os países escandinavos.Cada igreja na Dinamarca é repetido. O VA, o maior emissor de aparelhos auditivos nos EUA e provavelmente no mundo, inclui t-bobinas em todos os seus aparelhos de audição dado aos veterinários, a menos que haja uma razão incomum para não o fazer. Até o momento, não sei de nenhum ensinamento por seus fonoaudiólogos no pleno uso de t-bobinas. Algo que iria beneficiar não só os veteranos, mas outros também.
Por que os EUA tão lento neste processo?
A razão aparente que a T-bobinas não são populares nos EUA é que ouvir usuários de ajuda não costumam saber deles e aqueles que vendem aparelhos auditivos não educar as pessoas HOH de seus muitos benefícios.
O que custa um T-coil?
Enquanto camisetas bobinas variam em qualidade e é vital para insistir em uma boa qualidade, os preços não têm padrão. Eles custam o vendedor do aparelho auditivo para e acrescentam pouco para seus custos, salvo uma explicação do que para o comprador, de modo que parece que uma carga justo para uma seria que deve acompanhar uma explicação clara sobre os usos da T-coil .
Todos os locais públicos nos EUA devem fornecer, a audição de acesso, de acordo com a Lei de Deficiência americano.Significado, salas públicas devem ser enrolado ou ter FM ou sistemas de Infra vermelhos. Quartos Looped exigir nada, exceto uma HA com uma t-coil. FM e Infra quartos dispositivo vermelhas exigem um receptor. Sistemas de FM pode transmitir diretamente para o receptor ha, que teria o laço no pescoço conectado a ela. Infra sistemas vermelhos pode apenas fornecer fones de ouvido que são eficazes para leve a perdas moderadas. Melhor Infra sistemas vermelhos têm um macaco que um laço no pescoço pode ser conectado em permitir o uso de um laço no pescoço e t-coil aparelho auditivo equipado.
Teatros, etc, são conscientes dos custos e muitas vezes colocar em sistemas de baixo custo. Algo que pode cumprir a lei ADA, mas não para a satisfação de muitas pessoas HOH. Isso não vai mudar se as pessoas não HOH reclamar.
Os maiores usuários de t-bobinas;
A Audiência Journal (setembro 95) relatórios; 88% dos membros da auto-ajuda para a Dificuldade de Audição desgaste organização aparelhos auditivos. Destes, 55% usam seus aparelhos quando ao telefone e 65% destes têm telebobinas as próteses auditivas, o que representa cerca de duas vezes a média nacional para os usuários telecoil. Dos inquiridos, 55% acharam assobiando ou feedback para ser o seu grande problema.
A causa aparente da maior utilização de telecoils é porque quando estas pessoas se unem, eles ajudam a educar o outro, e telecoils representam uma solução séria para muitos.
Secundário seriam aqueles que têm uma perda auditiva severa ou profunda. Por causa dos muitos problemas que eles têm, eles são forçados a usar todos os recursos disponíveis para eles. Como parte disso, eles aprendem de t-bobinas e perceber que eles são essenciais para que eles ouçam, onde de outra forma não pode.
Pessoas com menores perdas de audição também podem se beneficiar, e quanto mais cedo eles se acostumaram a T-coil usa o que é mais fácil para eles a função em diferentes situações.
Entrada Direta de Áudio; é uma técnica usada, creio eu, apenas com ajudas over-the-ear auditivos que têm um receptáculo apropriado que permita uma conexão eletrônica. (Não se relaciona com a utilização de uma telecoil.) Uma bota pequeno é encaixado sobre a base do apoio, um fio é ligado ao arranque que pode ser ligado a fontes de som. Ele fornece audiência superior, mas o fio que liga ligado à ajuda é, para alguns, um problema. Enquanto o percentual de aparelhos auditivos tais é muito pequena, os consumidores que foram aconselhados dela, tem botas, e estão usando-os, é muito pequena.
Para obter informações adicionais sobre sistemas de circuito ver: www.hearingloop.org/



Telecoil

A wonderful feature available on many hearing aids is called the "telecoil". It's also referred to as a "t-switch" or "t-coil". The image at the right shows a telecoil at several times actual size that might be installed in a typical telecoil-equipped hearing aid.
It's nothing more than a tiny coil of wire around a core that will induce an electric current in the coil when it's in the presence of a changing magnetic field.
A telecoil, can therefore, be an alternate or supplemental input device for a hearing aid.
Normally, a hearing aid "listens" with its microphone, then amplifies what it "hears". But with a telecoil used as the input source instead of (or in addition to) the microphone, the hearing aid can "hear" a magnetic signal which represents sound.
On telecoil-equipped hearing aids and CIs, the wearer must "turn on" or "switch to" telecoil mode by moving a small switch (on older models) to the "T" position, or by changing to a program mode (by pressing a button on the ear-level device or on a remote control) that is set up to use the telecoil as an input source instead of or in addition to the microphones. Some users prefer a mode that only uses the telecoil and not the microphones when they are in telecoil mode, and other users prefer a combination of telecoil and microphones. There is no right way for everyone but there may be a best way for each person.
Automatic telecoils have become available on some hearing aids and CIs recently. So far, only a few of these will work when using a neckloop or a room loop, and they may even be intermittent in their recognition of a compatible phone's magnetic signal. Be sure if you are purchasing a telecoil equipped hearing aid or CI that has an automatic option that you also have a way to force the telecoil program to be on and stay on while you want it.
Originally, the telecoil was meant to "hear" the magnetic signal naturally generated in an older telephone, whose speaker was driven by powerful magnets. This allowed someone with a hearing aid to hear the telephone better, if they just turned on (or switched to) their telecoil as an input source for their hearing aid.
Now there are many more magnetic sources that can be "heard" by a telecoil equipped hearing aid.
Even though newer phones are not natural sources of a magnetic signal, most phones contain extra electronics to generate a magnetic signal and are thus "Hearing Aid Compatible" (HAC). What that means is that a hearing aid with a telecoil can "hear" the magnetic signal they put out.
In addition, because of the Americans with Disabilities Act (ADA), many public accommodations such as movie theaters, theaters, auditoriums, and sports stadiums provide Assistive Listening Systems (ALSs), which may include headsets or receivers loaned to patrons to help them hear. Many of these are HAC, so if you have a telecoil equipped hearing aid, then you can hear the magnetic signal ... many times you can hear that a lot better than you can hear an acoustic signal.
Many churches, though not required to provide ALSs, do so because they know it's good for their members.
You can also use a telecoil to hear the TV, telephones, in meetings, in noisy restaurants, or in a noisy car if you supply the magnetic signal using an Assistive Listening Device (ALD) coupled with a room loop, a neckloop or silhouettes.
One major advantage of a using a telecoil is that you can turn off your normal hearing aid microphone, and thus, not hear all the noise that might be around you. You only hear the magnetic signal, which doesn't include all that noise, so you can hear it a lot better.
There are some limitations of telecoils that may make alternative assistive technology a better for some situations.

  • Electromagnetic Interference (EMI) can be present in some environments and can cause the telecoil to pick up a buzzing, or clicking that interfers with the sound quality or even makes the telecoil unusable. For example, some car motors, some dimmer switches, some flourescent lights, and some heavy electical equipment, some phones, or even building wiring can generate an annoying EMI signal.
  • Room (or auditorium) sized loops can be difficult to install in some larger facilities, especially if there is a lot of metal in the consruction (such as rebar in concrete floors). There are options for avoiding the uneven coverage that this can cause, but a good professional loop installer can usually suggest the best solution.
  • Some cellphones can also cause an RF interference from the protocol they use to communicate with cell towers.
  • Generally the magnetic signal generated by a loop is within the perimeter of the loop, but there can be a little signal generated outside that perimeter. This spillover is usually not a problem, but it can be if loops are installed in adjacent rooms. Again, this problem can be usually be resolved by professional loop installers.
Telecoils are available (and not very expensive) on most BTE hearing aids and on some ITE hearing aids. A few ITC aids may also have telecoils, but normally, CIC aids do not.
Telecoils can provide that extra help you need to hear in many otherwise impossible situations. Ask your hearing health care provider about telecoils if you think they might help you. Don't always count on your provider to suggest it.



Tradutor google


Telebobina

Uma característica maravilhosa disponível em muitos aparelhos auditivos é a chamada "telecoil". É também referido como um "t-switch" ou "t-coil". A imagem à direita mostra uma telebobina em várias vezes de tamanho real que pode ser instalado em um aparelho típico telebobina equipado.
Não é nada mais do que uma pequena bobina de fio em torno de um núcleo que irá induzir uma corrente elétrica na bobina quando está na presença de um campo magnético.
A telebobina, pode, pois, ser um dispositivo de entrada alternativo ou complementar para um aparelho auditivo.
Normalmente, um aparelho auditivo "escuta" com seu microfone, amplifica-o que "ouve". Mas com uma telebobina usado como a fonte de entrada, em vez de (ou além de), o microfone, o aparelho auditivo pode "ouvir" um sinal magnético que representa o som.
Em telebobina equipado aparelhos auditivos e CIS, o usuário deve "ligar" ou "para o" modo telebobina movendo uma pequena chave (nos modelos mais antigos) para a posição "T", ou mudando para um modo de programa (pressionando um botão no dispositivo de nível do ouvido ou de um controlo remoto), que é configurado para usar o telecoil como uma fonte de entrada, em vez de ou em adição aos microfones. Alguns usuários preferem um modo que só usa a telebobina e não os microfones quando estão em modo telecoil, e outros usuários preferem uma combinação de telebobina e microfones. Não há caminho certo para todos, mas pode haver uma melhor maneira para cada pessoa.
Telecoils automáticas tornaram-se disponível em alguns aparelhos auditivos e CIs recentemente. Até agora, apenas alguns deles irá funcionar quando utilizar um neckloop ou um laço quarto, e eles podem até ser intermitente em seu reconhecimento de sinal magnético de um telefone compatível. Certifique-se que você está comprando uma telebobina equipado auditivo ou CI que tem uma opção automática, que você também tem uma maneira de forçar o programa telebobina ser e permanecer enquanto você quer.
Originalmente, o telecoil era para "ouvir" o sinal magnético gerado naturalmente em um antigo telefone, cujo orador foi impulsionado por poderosos ímãs. Esse alguém permitiu com um aparelho auditivo para ouvir o telefone melhor, se eles apenas ligado (ou ligada a) seu telebobina como uma fonte de entrada para o seu aparelho auditivo.
Agora, existem muitas fontes mais magnéticos que podem ser "ouvido" por um telecoil equipado aparelho auditivo.
Apesar de telefones mais novos não são fontes naturais de um sinal magnético, a maioria dos aparelhos contêm eletrônicos extras para gerar um sinal magnético e são, portanto, "Aparelhos Auditivos Compatível" ( HAC ). O que isso significa é que um aparelho auditivo com um telecoil podem "ouvir" o sinal magnético que colocar para fora.
Além disso, por causa do Americans with Disabilities Act ( ADA ), muitas acomodações públicas, tais como cinemas, teatros, auditórios e estádios esportivos fornecer sistemas de apoio Audição ( ALS s), que podem incluir fones de ouvido ou receptores emprestados aos clientes para ajudá-los ouvir. Muitos destes são HAC, então se você tem um aparelho auditivo telebobina equipada, então você pode ouvir o sinal magnético ... muitas vezes você pode ouvir isso muito melhor do que você pode ouvir um sinal acústico.
Muitas igrejas, embora não necessárias para fornecer ALSs, fazem isso porque sabe que é bom para seus membros.
Você também pode usar uma telebobina para ouvir a TV, telefones, em reuniões, em restaurantes barulhentos, ou em um carro barulhento, se você fornecer o sinal magnético através de um dispositivo de escuta Assistiva ( ALD ) juntamente com um loop de quarto , um neckloop ou silhuetas .
Uma grande vantagem de um usando um telebobina é que você pode desligar o microfone ajuda audição normal, e assim, não ouvir todos os ruídos que possam estar perto de você. Você só ouve o sinal magnético, o que não inclui todos os ruídos que, para que você possa ouvi-lo muito melhor.
Existem algumas limitações que podem tornar telecoils tecnologia assistiva uma alternativa melhor para algumas situações.

  • Interferência eletromagnética (EMI) pode estar presente em alguns ambientes e pode causar a telebobina para pegar um zumbido, ou clicando que interfere com a qualidade do som ou até mesmo faz a telebobina inutilizável. Por exemplo, alguns motores de carro, alguns interruptores dimmer, algumas luzes fluorescentes, e alguns equipamentos pesados ​​electical, alguns telefones, ou mesmo a construção de fiação pode gerar um sinal EMI irritante.
  • Ambiente (ou auditório) laçadas de tamanho pode ser difícil de instalar em algumas instalações de maiores dimensões, especialmente se houver uma grande quantidade de metal no consruction (tais como barras em pavimentos de betão). Há opções para evitar a cobertura desigual que isso pode causar, mas um instalador laço bom profissional geralmente pode sugerir a melhor solução.
  • Alguns celulares podem também causar uma interferência de RF a partir do protocolo que utiliza para comunicar com as torres.
  • Geralmente, o sinal magnético gerado por um circuito está dentro do perímetro do circuito, mas não pode ser um sinal gerado pouco fora desse perímetro. Este transbordamento não é normalmente um problema, mas pode ser, se lacetes são instalados em locais adjacentes. Mais uma vez, este problema pode ser resolvido normalmente por instaladores profissionais de laço.
Telebobinas estão disponíveis (e não muito caro) na maioria dos BTE aparelhos auditivos e em alguns ITE aparelhos auditivos. Alguns ITC ajudas também podem ter telecoils, mas normalmente, CIC ajudas não.
Telebobinas pode fornecer essa ajuda extra que você precisa ouvir em muitas situações de outra forma impossíveis. Peça a sua audição médico sobre telecoils se você acha que eles podem ajudá-lo. Não sempre contar com o seu provedor para sugerir isso.