quarta-feira, 28 de julho de 2010

DEFICIENTE AUDITIVO PODE PAGAR MENOS POR ENVIO DE TORPEDOS


O texto a ser votado estabelece que o usuário do serviço de telecomunicação com deficiência auditiva ou da fala tem direito a plano com tarifas reduzidas para serviços de mensagem de texto, nas diversas modalidades de pagamento.

Publicada em 02 de julho de 2010 - 14:30

Mão segurando um celular
Projeto que obriga prestadoras de serviços de telecomunicações a oferecer a pessoas com deficiência auditiva ou da fala planos com tarifas reduzidas para mensagens de texto pode ser votado na próxima semana pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH)
De autoria do senador Flávio Arns (PSDB-PR)o projeto (PLS 238/08) tem parecer favorável do senador Cícero Lucena (PSDB-PB)e, se aprovado, seguirá para o exame da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), para decisão terminativa. O parecer de Lucena propõe a aprovação da matéria com apenas uma emenda de redação.
O texto a ser votado estabelece que o usuário do serviço de telecomunicação com deficiência auditiva ou da fala tem direito a plano com tarifas reduzidas para serviços de mensagem de texto, nas diversas modalidades de pagamento.
Na justificativa do projeto, Flávio Arns diz que, ao longo dos anos, o Brasil observa o gradual aumento da participação das pessoas com deficiência nas atividades sociais e setores produtivos. Isso, em sua opinião, tem sido possível pela maior oferta de recursos tecnológicos capazes de reduzir as limitações dessas pessoas.
Arns menciona especialmente a evolução da telefonia celular, que permitiu à pessoa com deficiência auditiva ou da fala comunicar-se com desenvoltura, sobretudo por mensagens de texto.
Com esse argumento, o autor do projeto sustenta que o serviço das operadoras de telefonia deve ser efetivamente acessível ao segmento mais pobre da população, com planos específicos, de baixo custo, a fim de reduzir as dificuldades que ainda restringem o acesso da pessoa com deficiência auditiva ou da fala.
Relator do projeto, Cícero Lucena reconheceu que o regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações já prevê a obrigatoriedade desses serviços. Mas sublinhou que a norma não é cumprida pelas operadoras, motivo pelo qual a matéria precisa ser disciplinada em lei ordinária. O que ele deseja é tornar compulsório o cumprimento dessa norma.
Na opinião de Lucena, a medida propiciará maior segurança jurídica aos usuários que, diante de eventual omissão das autoridades governamentais, poderão acionar a justiça para exercer seus direitos. O projeto altera a Lei 9.472/97, conhecida como Lei Geral de Telecomunicações.

Fonte: http://www.vidamaislivre.com.br/noticias/noticia.php?id=1411&/deficiente_auditivo_pode_pagar_menos_por_envio_de_torpedos

quinta-feira, 15 de julho de 2010

OTOSCLEROSE ou OTOSPONGIOSE

Vídeo: epecialista tira dúvidas sobre a otosclerose.
http://veja.abril.com.br/noticia/saude/especialista-tira-duvidas-sobre-a-otosclerose

COM ESTE TÍTULO VOU COLOCAR INFORMAÇÕES SOBRE A DOENÇA E SEU TRATAMENTO.
http://www.forl.org.br/info_doencas.asp

A otosclerose ou otospongiose é uma causa comum de surdez e é hereditária. Normalmente alguém em sua família já teve este problema. Algum de seus descendentes também podem vir a ter este problema.

Na otosclerose o que acontece é que ocorre alterações no osso chamado estribo que fazem com que ele se imobilize e transmita menos o som para a cóclea. Estas alterações também podem ocorrer em regiões da cóclea levando a surdez da cóclea. Para que voce entenda melhor no final deste texto temos uma explicação de como nós escutamos.

A otosclerose normalmente é mais comum em mulheres do que em homens, é rara na raça negra, aparece normalmente na faixa etária entre 20 e 30 anos, piora quando a portadora fica gravida. Na maioria dos casos (70%) ela afeta um só ouvido.
Alguns casos podem ser acompanhados de zumbido (barulho no ouvido).

A surdez é progressiva, isto é vai piorando com o tempo, lentamente ou rapidamente. Quando a pessoa atinge uma faixa etária acima de 50 anos piora muito e pode chegar até a surdez total.

Otosclerose do estribo- Usualmente as alterações no osso se espalham no estribo e impedem ou diminuem sua movimentação. Isto impede a transmissão da vibração sonora para a cóclea. Este tipo de otosclerose é corrigível com cirurgia.

Otosclerose da cóclea- quando as alterações no osso se espalham pela cóclea afetam as células que transformam a energia mecânica do som em energia elétrica que será transmitida para o cérebro. Esta forma de otosclerose não tem tratamento cirúrgico.

Para saber qual o tipo de otoscerose o seu médico otorrinolaringologista vai pedir alguns exames entre eles audiometria.

Tratamento

Existem alguns tratamentos médicos (remédios) que podem fazer a doença estacionar ou ter evolução mais lenta. Consulte seu médico otorrinolaringologista. O remédio não faz a audição melhorar.
Aparelho auditivo pode ser usado para qualquer tipo de otosclerose.
Quando a doença se dá no estribo existe a possibilidade de cirurgia ela se chama estapedectomia. A cirurgia consiste na troca do estribo por uma prótese artificial.
Esta cirurgia tem o objetivo de substituir um pequeno osso do ouvido que se chama estribo por uma prótese de plástico ou metal.
Esta cirurgia é realizada com um microscópio através do canal externo do ouvido. Pode-se também ser feito um pequeno corte junto ao orifício do conduto auditivo externo. A cirurgia pode ser feita com anestesia geral ou anestesia local e sedação.
Em toda cirurgia existem riscos e complicações que são raras mas podem acontecer e todos os pacientes devem ter conhecimento. Nesta cirurgia estamos explicando o que pode acontecer em alguns casos. Qualquer dúvida pergunte ao seu médico que ele lhe explicará com detalhes.


RISCOS E COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA

1- Tontura

Tontura leve pode ocorrer nos primeiros dias da cirurgia, podendo permanecer por algumas semanas. Muito raramente temos tontura que persiste por muito tempo. Se isto acontecer existem medicamentos que controlam esta tontura.

2- Distúrbio de gosto

Alguns pacientes sentem gosto ruim na boca por alguns dias após a cirurgia muito raramente pode ficar permanente.

3- Perda da audição

Toda cirurgia no ouvido pode haver alguma perda da audição, sendo raro (menos de 2%) os casos de perda auditiva importante. Em alguns casos pode não haver melhora da audição de como estava antes da cirurgia.

4- Zumbido

Zumbido quer dizer barulho no ouvido. Em casos raros ele pode aparecer após a cirurgia.

5- Perfuração no tímpano

Ë muito difícil que uma perfuração no tímpano aconteça na cirurgia. Quando isto acontece normalmente o tímpano cicatriza sozinho ou o médico faz uma cirurgia para fechar a perfuração.

6- Fraqueza na face

Outra complicação rara é a fraqueza na face, que quando acontece após esta cirurgia normalmente dura poucos dias.

COMO É O OUVIDO E COMO ESCUTAMOS

O ouvido é dividido basicamente em ouvido externo, médio e interno.
O externo coompreende a orelha e o canal externo do ouvido e termina no tímpano (membrana do tímpano).
O médio coompreende o tímpano, os ossinhos do ouvido (martelo, bigorna e estribo e a parte chamada mastóide. que são pequenas cavidades ósseas cheias de ar como um "queijo suísso". Todo este espaço é fechado tendo uma unica comunicação com o fundo do nariz que se abre periódicamente, que é a tuba auditiva ou trompa de Eustáquio, por isso que quando assoamos o nariz às veses sentimos o ar ir para o ouvido e ele fica um tempo tampado.
O tímpano é uma membrana de pele muito fina, que fecha o fundo do canal externo do ouvido e divide este canal do ouvido médio. Esta membrana é muito móvel é como se fosse uma membrana de um tambor.
O ouvido interno corresponde à coclea, labirinto e canal auditivo interno. Da coclea sai o nervo auditivo que vai pelo canal auditivo interno até o cérebro. Neste canal interno que é de osso tambem passa o nervo facial (responsável pela movimentação de músculos da face) e o nervo vestibular (responsável pelo equilíbrio). Este canal tem ligação direta com a cavidade dentro de nossa cabeça onde está o cérebro.
O som se espalha através de uma vibração pelo ar. Esta vibração é captada pela orelha externa (pavilhão auditivo e canal externo do ouvido). Esta vibração atinge a membrana do tímpano que funciona como se fosse uma membrana de um tambor super sensível. Estas vibrações fazem a membrana timpânica vibrar. Na membrana do tímpano encontra-se fixado um pequeno osso chamado martelo. O martelo está articulado em um outro osso chamado bigorna que pôr sua vez articula-se no estribo. Este conjunto de pequenos ossos se movimenta com a vibração da membrana do tímpano e amplificam esta vibração como um sistema de "roldanas" transmitindo esta vibração a uma pequena membrana que se encontra encostada no estribo e oclui o canal da cóclea. O canal da cóclea é cheio de um líquido e tem a forma em espiral como de um caracol. Com a vibração da cadeia de ossinhos que conseqüentemente faz vibrar a membrana da cóclea, este liquido se movimenta dentro da espiral coclear.
A espiral é revestida internamente de células que tem cílios, que ficam embebidos neste liquido e se movimentam com a movimentação do líquido. Para melhor compreensão é como uma plantação de trigo que se movimenta com o vento em várias direções. Esta movimentação gera uma pequena energia elétrica que é transmitida ao cérebro pelo nervo da audição onde será descodificada e gerar a compreensão dos sons.


ESQUEMA DO OUVIDO




Autor
Prof. Dr. Ricardo Ferreira Bento
Professor-Associado de Otorrinolaringologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Chefe do Grupo de Otologia do Hospital das Clínicas da FMUSP



COMUNIDADE DO ORKUT SOBRE O ASSUNTO:
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=2821724


Aqui vai um relato da Alana sobre a cirurgia para corrigir a otosclerose.
18 jul
Oi Pessoal.
Meu nome é Alana, eu tenho 16 anos e também tenho a Otosclerose bilateral. Descobri o ano passado, pois eu não estava ouvindo bem, e minha mãe achava que eu estava com algum problema ou estava viajando mesmo rs. Fui em um médico daqui de Guarulhos e descobri que tinha a doença, o médico me passou um remédio (que não me lembro o nome) para retardar a doença, mas que a cirurgia não seria feita no momento, pois ele queria que eu usasse aparelho. Fiquei bem perdida pois tinha apenas 15 anos e não estava ouvindo. Foi quando uma amiga da familia nos indicou o Doutor Cícero Matsuyama que atende no Hopital CEMA na minha primeira consulta levei a audiometria e a tomografia, meu pai colocou o exame (audiometria) de ponta cabeça para o médico e ele bateu o olho e disse: Ela tem Otosclerose. Ficamos impressionados, pois não tinhamos falado nada do que eu tinha. ai ele já me pediu os exames para fazer a cirurgia. Operei o ouvido Esquerdo (na qual tinha uma perda maior) em Abril do ano passado, logo que fui para o quarto eu me maravilhava com o fato de estar ouvindo a minha própria voz, tive muita tontura e vômitos, mecheu muito com meu labirinto fiquei bem debilitada, mas ocorreu super bem, escuto muito bem com o OE.
Em dezembro do ano passado operei o OD, a cirurgia pra mim foi muito mais fácil, não tive tonturas, vômitos nem nada, mas infelismente não deu certo. Os zumbidos ficaram mais fortes e eu não conseguia dormir, chorava, porque incomodava muito.
Foi quando o meu médico decidiu me re-operar para descobrir o porque de eu não estar ouvindo.
Dia 1 de julho operei denovo o OD, estava com muito medo, era tudo ou nada. Então meu médico descobriu que eu estava com FIBROSE ao redor da protese, essa fibrose é igual ao quelóide que dá na pele, esse é um problema de cicatrização que tive, tomei injeção de Diprospan para evitar a fibrose e terei que tomar mais uma vez, dia 13 fui ao médico e ele aspirou o silicone (curativo) disse que a minha cicatrização está bem melhor que a da outra vez... 18 jul (3 dias atrás) Will ♥ Lana
Estou usando um remédio chamado Biamotil-D para ajudar na cicatrização, só o tempo pode dizer se vou escurar igual ao OE ou não... Estou aguardando rsrs.
Torço por todos vocês e deixo a minha indicação ao doutor Cícero Matsuyama.
Ele é um ótimo médico, super atencioso um ótimo profissional, já indiquei para outras pessoas que se consultaram e se submeteram a cirurgia com ele, e estão ótimos.
Sei que são muitas pessoas que precisam, mas não são todas que podem estar de deslocando até São Paulo, mas quem puder e quiser, VALE MUITO A PENA!

Bom, percebi que sou a mais novinha no tópico, mas passei por muita coisa que muitos marmanjos não passariam, e realmente estou aqui pra indicar esse ótimo médico, é ruim ver que existem pessoas perdendo a audição pois em alguns lugares não existem médicos capacitados.
Enfim, quando estiver ouvindo volto aqui.
Torçam por mim, pois estarei torcendo por todos da comunidade.




QUEM ESTÁ APTO A NOS INFORMAR, FAZER DIAGNÓSTICO, INDICAR CIRURGIA É NOSSO MÉDICO DE CONFIANÇA, MAS A TROCA DE INFORMAÇÃO ENTRE PESSOAS COM O MESMO PROBLEMA PODE AJUDAR A ESCLARECER DÚVIDAS.


informação geral:
http://ciladasnotempo.blogspot.com/2012/01/cirurgia-e-recuperacao-otosclerose.html

http://www.saudenainternet.com.br/portal_saude/otosclerose--otospongiose-.php
http://formigueiros.com/2012/02/otosclerose-causas-tratamento-e-sintomas/
informação ao paciente que vai ser submetido a cirurgia, riscos, etc:

http://www.forl.org.br/pdf/termos/termos_estapedectomia.pdf

http://www.actaorl.com.br/detalhe_artigo.asp?id=139

http://cronicasdasurdez.com/o-que-e-otosclerose-e-como-tratar/

sexta-feira, 2 de julho de 2010

MUTUALIDAD ARGENTINA DE HIPOACÚSICOS Uma entidade para melhorar a qualidade de vida do deficiente auditivo na Argentina

NA ARGENTINA UMA ENTIDADE FUNDADA EM 1952 TRABALHA PARA A ATENDIMENTO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NÃO SÓ NA ÁREA DE SAÚDE AUDITIVA E EQUIPAMENTOS COMO TAMBÉM NA ÁREA EDUCATIVA E CULTURAL.
UM EXEMPLO NA ÁREA DE CIDADANIA DA PESSOA DEFICIENTE.

VEJA O VÍDEO INSTITUCIONAL:
http://www.youtube.com/watch?v=I0I6g_i7vb8&feature=player_embedded

Campanha para reconhecer a surdez infantil:
http://www.youtube.com/watch?v=i8i3ZLYUZas&feature=player_embedded#!

Histórias de vida:
http://www.youtube.com/watch?v=73XkQ190Lm4&feature=related

CONHEÇA A MUTUALIDAD ARGENTINA DE HIPOACÚSICOS:

http://www.mah.org.ar/


ENTREVISTA COM O PROF. DRAUZIO A.REZENDE JUNIOR - PODSEMFIO Nº 94

O PROF. DRAUZIO CONVERSA COM A "GAROTA SEM FIO" BIA KUNZE SOBRE COMO A TECNOLOGIA MÓVEL PODE AJUDAR OS DEFICIENTES AUDITIVOS.

Boa Notícia: os Leitores da Bia a pedido dela resolveram ajudar a transcrever o conteúdo ...

http://www.garotasemfio.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/podsemfio94.pdf

Agradecemos a atitude da BIA e também a seus leitores ao promover a acessibilidade para deficientes auditivos e também para deficientes visuais!


Versão sonora:
http://www.garotasemfio.com.br/podcast/2010/06/25/podsemfio-n-94-deficientes-auditivos/


quinta-feira, 1 de julho de 2010

Notícias sobre surdez, aparelhos, pesquisas, etc

Nuevos artículos en www.spanish.hear-it.org:

El estatus socioeconómico relacionado con el riesgo de padecer pérdida de audiciónUn estudio sueco muestra que los problemas de audición pueden tener relación con el estatus socioeconómico y la...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6965

Cuidado con la audición en el Mundial Los aficionados al fútbol sueñan con apoyar a su selección en el Mundial 2010 en Sudáfrica, si este sueño es una realidad, además...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6969

Las células madre podrían restablecer la audiciónLa pérdida de audición suele producirse porque las células ciliadas del oído interno están dañadas. Los pájaros tienen la capacidad de crear nuevas...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6972

Los fármacos contra la disfunción eréctil pueden provocar pérdida de audiciónUn estudio norteamericano muestra una correlación entre la pérdida de audición y los medicamentos para la disfunción eréctil como...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6976

Los audífonos son imprescindiblesLos audífonos son vitales para que las personas con discapacidad auditiva participen en actividades socialesEl 87,7 por ciento de los usuarios de audífonos comentaba que...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6980

Las pilas de los audífonos ahora sin mercurioLas nuevas pilas sin mercurio no solo serán beneficiosas para el medio ambiente sino que además los usuarios de audífonos podrán tener...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6982

El tinnitus no es hereditarioUn exhaustivo estudio noruego sugiere ahora que el tinnitus no es hereditario. Sin embargo, es demasiado temprano para confirmar que esta conclusión se puede aplicar...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6985

Audífonos con energía solarEn Botswana, gracias a un proyecto solidario de una ONG se están fabricando audífonos para personas con discapacidad auditiva de países en vías de desarrollo. Este...Lea el texto entero aquí:
http://www.spanish.hear-it.org/page.dsp?page=6989

sexta-feira, 25 de junho de 2010

CURSO CRIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE PROJETOS CULTURAIS ACESSÍVEIS A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

De 26 a 30 de julho DE 2010, das 9h às 16h.

Como formar público de pessoas com deficiência para usufruírem das atividades culturais?

O Curso Criação e Gerenciamento de Projetos Culturais Acessíveis à Pessoas com Deficiência, tem como objetivo capacitar profissionais e estudantes a desenvolverem projetos de inclusão e acessibilidade cultural em espaços culturais, museus, centros de divulgação cultural e científica, organizações sociais, escolas, universidades, agências e turismo e empresas.

O curso foca na criação e gestão de projetos e apresenta metodologias para a inclusão de pessoas com deficiência na elaboração, execução e avaliação das propostas.


Público Alvo: museus e espaços culturais, escolas públicas e particulares, estudantes de graduação e pós-graduação em áreas de cultura e educação, organizações sociais e agências de turismo.

Material: palestras, vivências, visitas técnicas, apostila em CD-ROM e Certificado de participação.
Data: 26 a 30 de julho de 2010 das 9h às 16h.
Carga Horária: 30 horas
Investimento: R$ 250,00 por participanteEstudantes e professores R$ 200,00
Local: Auditório da Fundação Dorina Nowill para Cegos Rua Dr. Diogo de Faria, 558 – Vila Clementino – São Paulo – SP (Metrô Santa Cruz)


Inscrição: pelo site

http://migre.me/Pgjf

Coordenação: Viviane Panelli Sarraf, Consultora de acessibilidade cultural da Fundação Dorina Nowill para Cegos, Diretora-Fundadora da Museus Acessíveis Serviços Museológicos e Culturais, especialista em Museologia e Mestre em Ciência da Informação pela Universidade de São Paulo, Doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP com trabalhos acadêmicos na área de acessibilidade em museus. Criadora da RINAM – Rede de Informação de Acessibilidade em Museus
www.rinam.com.br.
Já obteve premiações na área cultural e de empreendedorismo, tem artigos publicados em periódicos científicos e mídia e publicou em 2010 o livro Museum Rehabilitation: Cultural Inclusion Policies through Accessibility, pela editora alemã VDM Verlag.

Contato:
viviane.sarraf@fundacaodorina.org.br
Realização: Museus Acessíveis e Fundação Dorina Nowill para Cegos

Mensagem enviada à organização do curso, sobre a inclusão de temas que propiciem a acessibilidade dos SULP aos museus e aos eventos culturais de modo geral:

Gostaria de saber se entre os temas a serem tratados existe algum foco sobre a acessibilidade dos surdos a eventos artísticos e culturais.

Explico que a minha preocupação se deve a uma crença muito difundida que a acessibilidade para o surdo se resume a intérpretes de língua de sinais.

Nós a grande maioria de deficientes auditivos e surdos que nos comunicamos em português escrito e/ou falado, que usamos aparelhos auditivos, implantes, leitura labial somos esquecidos quando o assunto é ajudas técnicas. Desconhecemos a língua de sinais por questão de termos sido educados junto aos ouvintes e até mesmo da idade em que a surdez foi adquirida.
Precisamos de tratamento acústico das salas, sonorização especial e legendagem.

Na Europa e até mesmo em nossa vizinha Argentina muitas salas de aula, conferência, cinema ou concertos são providas da chamada amplificação por indução magnética (hearing loop - inglês, aro magnético - espanhol) e aqui no Brasil quase não se conhece o equipamento, inclusive até profissionais da área nunca ouviram falar.
Outro meio pouco usado é a legendagem em português para apresentações audiovisuais que também é citada por vários museus da Europa.
O equipamento de FM também é pouco disponibilizado. Ressaltamos que em termos de custos a opção "hearing loop" é mais barata que o FM porque o FM deve ter um receptor para cada surdo que usa aparelho auditivo ao passo que o "hearing loop" uma vez instalado pode ser captado por todo surdo que use aparelho auditivo com bobina para telefone ou implante coclear.
Gostaria então de saber se o curso ora oferecido trata dessas questões.
Gostaria também de saber da possibilidade de um curso não presencial para que essas preciosas informações possam ser utilizadas em todo o território nacional.
Agradeço imensamente sua atenção em meu nome e em nome do grupo
SULP - SURDOS USUÁRIOS DA LÍNGUA PORTUGUESA.
Aguardamos sua resposta.
Sônia Maria Ramires de Almeida.

terça-feira, 22 de junho de 2010

SURDEZ UNILATERAL

http://www.orkut.com.br/Main#CommTopics?cmm=76642421


Lembro aos amigos surdos unilaterais que enfrentam problemas em concursos que no grupo acima indicado há discussões interessantes sobre o assunto. Lutando juntos pelos mesmos objetivos é mais fácil.

Leia mais neste blog:
http://sulp-surdosusuariosdalinguaportuguesa.blogspot.com/2009/05/surdos-unilaterais-nem-uma-coisa-nem.html

segunda-feira, 21 de junho de 2010

CAROS AMIGOS SULP

CAROS AMIGOS SULP
O mínimo que cada um pode fazer, se realmente quer participar da cultura, ter acesso a educação e outras maravilhas da vida em sociedade é reivindicar, se comunicar, não ficar parado esperando cair do céu.
Como somos de várias cidades no Brasil, espero que cada um pelo menos faça uma lista de lugares que não são acessíveis aos SULP e como poderiam ser melhorados, a partir de suas cidades e estados.
E que usem o correio eletrônico para falar com autoridades, políticos, emissoras de TV, promotores culturais, jornais, revistas, que usem o grupo no Orkut para trocar ideias e difundir notícias.
E vamos trabalhar juntos de verdade.
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=78601181

DIVULGUE E ASSINE NOSSO MANIFESTO:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/3657

Eu, (SÔNIA) continuo trabalhando pela acessibilidade em minha cidade e meu estado (São Paulo SP), pesquisando equipamentos e traduzindo material de jornais e sites estrangeiros, colaborando com todos se houver necessidade para que possamos nos comunicar com autoridades no âmbito municipal, estadual e federal.
TAMBÉM TRABALHAM PARA A COMISSÃO SULP DE MANEIRA VOLUNTÁRIA A CRIS E O DRAUZIO.

O SULP NÃO É UMA ONG, NÃO TEMOS VERBAS E CADA UM CONTRIBUI COM SEU TEMPO E TRABALHO DE MANEIRA VOLUNTÁRIA.ENTÃO PRECISAMOS DE TODOS PARA MELHORAR A VIDA DE TODOS.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

MANIFESTO SULP: Mais adesões !

Obrigada Leandra...assinatura nº 107

Leia e assine você também!

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/3657

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Transtorno auditivo pouco conhecido pode dificultar aprendizado


Por Tara Parker Pope
The New York Times

Pais e professores muitas vezes pedem que suas crianças prestem atenção – sejam “bons ouvintes”. Mas e se o cérebro deles não souber o ouvir?

Esse é o desafio para crianças com transtorno de processamento auditivo, uma síndrome pouco entendida que interfere na capacidade do cérebro de reconhecer e interpretar sons. Estima-se que de 2% a 5% das crianças tenham o transtorno, disse Gail D. Chermak, especialista em ciência da fala e da audição da Washington State University. Segundo ela, provavelmente muitos casos não foram diagnosticados ou receberam diagnósticos equivocados.

A síndrome ADP – problemas em prestar atenção e seguir instruções, baixo desempenho acadêmico, problemas de comportamento, leitura ruim e vocabulário pobre – muitas vezes é confundida com problemas de atenção ou até autismo.

Porém, agora o transtorno está recebendo alguma atenção, graças, em parte, à apresentadora americana Rosie O’Donnell e seu filho Blake, de 10 anos, que tem ADP.

No prefácio de um novo livro, “The Sound of Hope” (Ballantine), de Lois Kam Heymann, a patologista da fala e terapeuta auditiva que ajudou Blake – O’Donnell relata como soube que algo estava errado.

Tudo começou com um corte de cabelo antes que o filho entrasse na primeira série. Blake já estava trabalhando com uma terapeuta de comunicação devido a suas respostas vagas e outras dificuldades. Assim, quando ele pediu um “cortezinho” de cabelo, ela tentou ‘traduzir’ o significado do que ele queria dizer, e pediu ao cabeleireiro um corte de cabelo bem curto, como o do irmão. Mais tarde, no carro, Blake caiu no choro e O’Donnel tinha percebido o erro. Ao dizer ‘cortezinho’, Blake queria pedir ao cabeleireiro que não cortasse muito o cabelo. Ele queria só aparar as pontas.

“Parei no acostamento e o abracei”, disse O’Donnell. “Disse: Blake, me desculpe mesmo. Eu não te entendi. Vou fazer melhor da próxima vez”.

Esse foi o ponto de virada. A busca de O’Donnell para fazer melhor a levou a Heymann, que determinou que, embora Blake pudesse ouvir perfeitamente bem, ele tinha problemas em distinguir entre alguns sons. Para ele, palavra como “tangerina” e “tamborim”, “morto” e “gordo” poderiam soar da mesma forma.

“A criança ouve ‘Esse jovem está muito morto’ e sabem que não faz sentido”, disse Heymann. “Mas, enquanto eles tentam desvendar o porquê, o professor continua falando e eles ficam para trás. Esses sons estão sendo distorcidos ou mal interpretados, e isso afeta a forma como a criança aprende a fala e a linguagem”.

O cérebro de Blake tinha dificuldades para reter as palavras que ouvia, resultando num vocabulário limitado e problemas para ler e soletrar. A linguagem abstrata, metáforas, tudo isso é confuso e frustrante.

Crianças com problemas de processamento auditivo muitas vezes não conseguem filtrar outros sons. A voz do professor, uma cadeira raspando no chão e papel amassando, tudo isso é ouvido no mesmo nível. “A reação normal dos pais é ‘Por que você não ouve?’”, disse Heymann. “Eles escutam, mas não ouvem a coisa certa”.

A solução é muitas vezes uma abordagem compreensiva, na escola e em casa. Para moderar sons não desejados, pedaços de feltro podem ser colocados nas pernas de cadeiras e mesas. Os pais trabalham para simplificar a linguagem e evitar metáforas e referências abstratas.

A casa de O’Donnell parou com reuniões grandes e barulhentas que incomodavam Blake. Sessões duas vezes por semana focando em sons e palavras, usando rimas e gestos corporais, ajudaram o menino a recuperar o aprendizado que ele tinha perdido.

A ajuda dentro da sala de aula é essencial. Uma família em Westchester County, Nova York, que pediu para não ser identificada para proteger a privacidade do filho, se reuniu com os professores do menino e concordaram em fazer várias adaptações – incluindo que o professor usasse um pequeno microfone que direcionasse a voz de forma mais clara para um alto-falante na mesa do aluno, para que ele pudesse distinguir melhor a voz do professor de outros sons que competiam por sua atenção.

Ninguém sabe exatamente por que essas habilidades de processamento de audição não se desenvolvem de forma integral em todas as crianças, segundo o Instituto Nacional de Surdez e Outros Transtornos de Comunicação. Cientistas estão conduzindo estudos de imagens cerebrais para entender melhor a base neurológica da condição e descobrir se há diferentes formas do problema.

Aparentemente o transtorno tem pouca ou nenhuma relação com a inteligência. Blake tem um conhecimento enciclopédico de animais – uma vez, ele corrigiu a mãe por ter se referido a um puma como um leão da montanha. A criança de Westchester hoje é um jovem de 17 anos que frequenta o ensino médio e estar sendo recrutado pelas melhores universidades.

“Ele está indo muito bem em latim e aulas de ciência”, disse a mãe. “Eu me lembro que costumava sonhar com o dia em que ele fosse capaz de acordar um dia de manhã e dizer simplesmente ‘mamãe’”.

Nem toda criança se sai tão bem assim. Algumas crianças com ADP possuem outros problemas de desenvolvimento e sociais. Mas O’Donnell diz que o tratamento não envolve apenas notas melhores na escola.
“Isso seguramente afetou o mundo todo de Blake”, ela disse, em relação ao filho. “Não apenas o aprendizado.

O transtorno as tira da sociedade, das interações. Ver a diferença em quem ele é hoje, contra quem ele era dois anos atrás, e então contemplar o que poderia ter acontecido se não pudéssemos ter detectado o transtorno – acho que ele estaria perdido”.

© 2010 New York Times News Service
Fonte:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/05/03/transtorno-auditivo-pouco-conhecido-pode-dificultar-aprendizado.jhtm



domingo, 13 de junho de 2010

RUÍDOS MISTERIOSOS

Homem cobre o ouvido com a mão

Há décadas, pessoas em várias partes do mundo dizem aos médicos ouvir um roncar grave e persistente, de origem misteriosa e inexplicável.

Alguns acham que a culpa é do gás encanado ou das redes elétricas. Outros acreditam que seus ouvidos estão danificados, ou apelam para teorias conspiratórias para explicar o ruído.

Após anos de pesquisa, o audiologista David Baguley, do Addenbrooke's Hospital, em Cambridge, na Inglaterra, acredita ter chegado à origem do problema: os ouvidos de algumas pessoas estariam ficando supersensíveis, sugere o especialista.

Baguley disse que está trabalhando para desenvolver um tratamento para o problema usando técnicas de psicologia e relaxamento.

(...)

Sensibilidade

Baguley explica que cada um de nós possui um controle interno de volume, que nos ajuda a amplificar ruídos baixos em momentos de perigo ou de concentração intensa.

"Se você está sentado perto de uma mesa esperando pelo resultado de um exame e o telefone toca, você se assusta", disse. "Se está esperando o adolescente chegar em casa depois da festa, a chave na porta faz um barulho alto, porque seu volume interno está supersensível".

Segundo Baguley, este é um mecanismo em que nos apoiamos em momentos de tensão, quando queremos que nossos sentidos estejam em alerta máximo.

O problema, no entanto, ocorre quando um indivíduo foca sua atenção em um ruído inócuo de fundo, e este ato de concentração aciona o botão de volume interno, aumentando o som.

"Isso se torna um ciclo vicioso", ele explica. "Quanto mais a pessoa se concentra no barulho, mais ansiosa e temerosa ela se torna, o corpo responde amplificando ainda mais o som e isso causa ainda mais incômodo e estresse".


Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/05/090519_ruido_misterio_mv.shtml

quinta-feira, 10 de junho de 2010

JUSTIÇA

04-06-2010 12:00

Deficiente auditiva receberá aparelho de forma gratuita

Uma mulher que tem um problema auditivo conseguiu uma liminar perante a 4ª Vara da Fazenda Pública de Natal, que determina que o Estado do Rio Grande do Norte forneça, imediatamente, um Aparelho Auditivo Extra 311, fornecendo-o, se existir em seus estoques, ou custeando-o de forma particular. Foi determinado que a Secretaria Estadual de Saúde seja intimada, com urgência, para o cumprimento imediato da decisão, com comprovação no prazo de dez dias nos autos.

Na ação, a autora afirmou ser portadora de uma deficiência em sua capacidade auditiva, conforme se verifica da declaração de seu médico, que revelou que a autora sofre de "Disacusia neurosensorial bilateral" sendo de intensidade moderada à direita e severa e profunda à esquerda.

A autora destacou, também, que em virtude da sua doença não consegue ouvir nitidamente do lado direito do ouvido e não ouvindo absolutamente nada no lado esquerdo, necessitando para o controle da doença de um Aparelho Auditivo Extra 311, sendo o mesmo orçado em R$ 2.900,00.

Como não possui condições financeiras para custear o referido aparelho auditivo, já que seu salário apenas consegue custear seus gastos mensais com outros medicamentos e alimentos, procurou o Estado para custear o tratamento, momento em que este alegou não possuir verba para realizá-lo, omitindo-se no fornecimento do mesmo.

Fundamentou sua pretensão no direito constitucional à saúde e correspondente dever do Estado de assegurar, com absoluta prioridade, o exercício de tal faculdade. Diante deste mandamento constitucional e da real situação da autora devidamente demonstrada nos autos, o juiz Luiz Alberto Dantas Filho concedeu a liminar de imediato. Processo: 001.10.015417-5

Fonte: http://www.correioforense.com.br/noticia/idnoticia/55783/titulo/
Deficiente_auditiva_recebera_aparelho_de_forma_gratuita_.html
Informação complementar postada por Soramires
Lembramos que o sus pode fornecer aparelhos auditivos e implante cocleares
Antes de recorrer à Justiça procure pelo Serviço de atenção à saúde auditiva do SUS

Indicadores de serviços especializados no Brasil Serviço de atenção à saúde auditiva SUS S U S Diagnóstico, Tratamento, Reabilitação, Terapia Fonoaudiológica, Implante coclear Clicando no endereço abaixo você poderá selecionar o Estado, a Cidade em que existe prestação de serviços referentes à saúde auditiva ou procure se informar pessoalmente nos hospitais públicos de sua cidade.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mobile phone for the elderly has ringtone as loud as a road drill

Tecnologia. Celular com ringtone para deficiente auditivo

Celular tem ringtone tão alto quanto motosserra

Uma companhia britânica colocou à venda no país um telefone feito para pessoas com deficiência auditiva cujo ringtone pode atingir até 100 decibéis – o equivalente a uma motosserra ou um trem passando.

O novo modelo da Geemarc, que está sendo apontado como o telefone mais barulhento disponível à venda, já vendeu milhares de cópias no mercado britânico.

O equipamento foi concebido após indicações do Royal National Institute for Deaf People, maior organização beneficente britânica dedicada a ajudar deficientes auditivos.

Fonte: http://mesquita.blog.br/tecnologia-celular-com-ringtone-para-deficiente-auditivo


Texto original:

A mobile phone designed for older users - with a ringtone of 100 decibels, as loud as a pneumatic drill or speeding train - has gone on sale.

The Geemac phone : Mobile phone for the elderly has ringtone as loud as a road drill
The Geemac phone

The mobile phone, which also has large buttons and a big screen for the short-sighted, has been manufactured by a British company to appeal for the millions of elderly people who find modern mobile phones far too complex as well as far too quiet.

The Geemarc Clearsound CL8200 is understood to be the loudest mobile phone on the market.

It has been on sale for a few months at specialist websites, including the Royal National Institute for Deaf People, where it has sold thousands thanks to the fact it is compatible with hearing aids. The charity estimates that there are nine million deaf or hard of hearing in Britain.

Since it went on sale last week at hearingdirect.com, which sells discounted hearing aids, traffic to the website has doubled.

Jamie Murray Wells, the chairman of HearingDirect.com, said: “We have found a lot of our customers who are hard of hearing were fed up with the amount of unnecessary technology on other mobile phones and wanted a simple phone they could hear ringing, make calls and receive texts. They were tired of missing calls because they could not hear the ring and fiddling with small buttons. We think it's going to be a big seller."

As well as the ultra-loud ringtone, the phone also has a loud receiving tone, allowing listeners to hear their caller louder than normal. This volume is 25 decibels, compared with a standard 8 to 10 decibel standard volume.

A spokesman for Geemarc, which is based in Hertfordshire, said: "There is a real need for a phone that doesn't look like a disability phone, but which is really simple to use. There are a lot of elderly people frustrated at iPhones, and smart phones which can practically boil a kettle but are very difficult to use if you are hard of hearing or short sighted."

The phone costs £89.99, and comes with a pay-as-you-go SIM card, with £5 worth of credit. It is also compatible with any other SIM card.

Fonte:http://www.telegraph.co.uk/technology/mobile-phones/7800781/Mobile-phone-for-the-elderly-has-ringtone-as-loud-as-a-road-drill.html

quarta-feira, 2 de junho de 2010

CONSULTA PUBLICA - IMPLANTE COCLEAR (EVENTUAIS PREJUIZOS A USUÁRIOS E CANDIDATOS AO IMPLANTE COCLEAR)

Norma da Agência Nacional de Saúde altera rol de procedimentos e desobriga planos de saúde a fazerem implantes bilaterais em pessoas surdas e outros casos de surdez



O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) abriu, por 60 dias, a consulta pública “Resolução Normativa ANS nº 211/2010 e Instrução Normativa nº 25/2010 – eventuais prejuízos a usuários e candidatos ao implante coclear” a todos os interessados que entendam ter considerações, informações para auxiliar o procedimento do MPF sobre o assunto.A Agência Nacional de Saúde (ANS) publicou a Resolução 211/2010 em janeiro de 2010 com previsão de entrada em vigor em 7 de junho deste ano. A resolução excluiu do rol de cobertura mínima obrigatória, por parte dos planos de saúde, os casos de implante coclear bilateral, bem como os casos de surdez pré-lingual, neurossensorial, profunda ou severa, na faixa etária compreendida entre 6 e 18 anos.Na resolução anterior, o implante coclear bilateral fazia parte do rol de procedimentos, assim como os casos de surdez pré-lingual, neurossensorial, profunda ou severa, mas a ANS alterou o dispositivo, e na nova medida apenas o implante coclear unilateral é obrigatório, ficando os planos de saúde desobrigados da cobertura do implante bilateral.Para o procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, responsável pelo procedimento, o objetivo da consulta pública é que empresas, cidadãos, entidades de defesa do consumidor e o governo deem suas opiniões e o MPF tenha um quadro completo dos diversos pontos de vista sobre o impacto da mudança para os consumidores desses procedimentos e sua eventual obrigatoriedade na resolução.


Para enviar sua contribuição, envie um e-mail para:
consultapublica_mssa@prsp.mpf.gov.br
ou carta para o endereço:
rua Peixoto Gomide, 768, São Paulo-SP, CEP 01409-904, com o assunto
“consulta pública procedimento 1.34.001.005345/2010-96” no envelope.
Assessoria de ComunicaçãoProcuradoria da República em São Paulo11-3269-5068
ascom@prsp.mpf.gov.brwww.twitter.com/mpf_sp

Novos artigos sobre audição...


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Qualidade da audição pode afetar aprendizado em criança
Uma avaliação auditiva em 25 crianças com idade entre 8 e 14 anos, com queixa de dificuldade na aprendizagem de leitura e escrita, mostrou que elas apresentam ondas - registros da atividade do sistema nervoso auditivo - menores e mais lentas do que o esperado, em relação àquelas sem dificuldades. As ondas das crianças com dificuldade de aprendizado são de menor amplitude e demoram mais para aparecer depois de emitido o som, do que o padrão de amplitude e tamanho de onda considerados normais. Essa alteração, segundo a autora da pesquisa, a fonoaudióloga Ana Claudia de Figueiredo Frizzo, pode não repercutir na acuidade, ou seja, na quantidade auditiva, mas sim na qualidade daquilo que ela escuta.
Para continuar lendo:

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=13468&canal=saude


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Su boletín mensual de Hear-it 01.06.2010

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